Rentabilize o conhecimento

Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar o empreendedorismo proporciona ganhos em escala que poucos trabalhos CLT proporcionam. Empreender é sempre por necessidade. Uma necessidade interna ou externa. Uma necessidade interna de anseios por liberdade, por reconhecimento, por provação de capacidade, por ganhos financeiros, etc. As necessidades externas são as mais diversas, e a pandemia empurrou diversas pessoas a conduzirem o próprio negócio.

As empresas não conseguem remunerar e recompensar seus empregados exponencialmente. Isto seria difícil, afinal, é a essência do lucro. Porém, uma parte disto poderia ser usada para gerar mais lucro se houve retorno pelo ganho exponencial a quem realiza um trabalho que proporciona ganhos exponenciais. Assim, em condições de igualdade, os empregados irão produzir no limite da recompensa máxima que poderá auferir.

Esforço extra, atenção redobrada, qualificação de atendimento, sabedoria na execução de tarefas e a busca por conhecimento novo geralmente não são devidamente recompensadas. Empresas arcaicas podem inclusive exigir esforços para que o funcionário busque cada vez mais conhecimento e atualização para “desempenhar suas tarefas”. E isto é uma verdade, porém, quanto de fato isto causa impacto na alteração do trabalho? É a essência do ganho exponencial.

Buscar rentabilizar por tudo o que sabe, o que lê, o que viveu, o que estudou e estuda é dilema interessante. E este tema desencadeará ainda muitos posts para o blog. Afinal, buscar ganhar mais é um anseio presente na maior parte dos profissionais que desejam ascender profissionalmente.

Portanto, o ponto de equilíbrio entre a felicidade do trabalho e o ganho financeiro está em buscar rentabilidade exponencial no conhecimento. Ou seja, o teu saber e saber fazer será recompensado quanto mais produzir, quanto mais se esforçar. E buscar um emprego que contemple isto está cada vez mais raro e difícil. Empreender é a grande saída para este impasse.

Já pensou em empreender? O que te falta para empreender?

Sujar a carteira 3

carreira, RH

Em primeiro lugar este post “Sujar a carteira” foi muito debatido e muito interativo no blog. Em um momento de pandemia o tema volta vem à tona. Replico abaixo o texto publicado em 2013.

Momentos de pandemia/caos exigem muito do psicológico. Às vezes, as mudanças não são pessoais, são de sobrevivência ou do pânico. Pânico, pois, muitas vezes atitudes de manada afetam ainda mais a situação.

Aproveite este momento para estudar, refletir e descansar. Afinal, a imunidade geral deve estar em alta. Uma vida nova virá. Se nos mesmos padrões ou não, vamos pagar para ver. Vamos reler o post da época abaixo.

Sobre sujar a carteira e a rotatividade no emprego:

Deve-se ressaltar que os padrões morais modernos mudaram muito. Há quem diga ainda que uma pessoa que passa por várias empresas não é um bom funcionário. Há, porém, outros que considerem isso normal ou não veem com maus olhos.

Penso que deve haver uma ponderação e faço uma consideração que deve ser analisado caso a caso, ponto a ponto, pessoa a pessoa, pois é importante analisar se a pessoa:

– Muda dentro do setor/área de atuação, ou se muda de setor/área de atuação.

– Possui uma ascensão crescente na carreira e galga cargos melhores, ou se anda para trás, com piores cargos e em piores empresas.

– Mudou de interesses profissionais e está em busca de desafios, ou está se adaptando as tendências de empregabilidade de trabalho.

– Tem justificativas plausíveis para suas saídas das empresas e como sai de cada empresa.

Rodar muito de emprego dentro do mesmo setor/área de atuação pode demonstrar que o empregado não é um bom funcionário, que começa um projeto e não termina e que é insatisfeito com tudo e com todos. Ou, que é da natureza do setor/área de atuação alta rotação entre as empresas. Já em contrapartida, a pessoa que roda pouco dentro do mesmo setor/área pode ser vista como conservadora ou acomodada (não propensa a mudanças) e com medo de desafios e de enfrentar o desconhecido. Estes são alguns pontos de vista sobre rotação, agora outra análise possível são os motivos de saídas das empresas, em qualquer processo de seleção há a pergunta: porque tu saíste do último emprego? Esses motivos dizem muito. Nem quero entrar aqui na questão de disputas judiciais. Pois, cada caso é um caso. O que é possível pensar, é que se o candidato age de má fé e tem um histórico disso – independentemente da sua rotatividade – com certeza deve ser descartado do processo seletivo, pois esse dificilmente conseguirá permanecer por muito tempo em um emprego caso venha a ser contratado

.

Falta trabalho

Empreendedorismo, RH, Sociedade

Em primeiro lugar ouço muito que falta trabalho em nosso país. SIM, falta muito trabalho.

Falta pessoas para trabalharam no campo;

Falta pessoas para trabalharam na lavoura manual do pequeno produtor;

Falta pessoas para trabalharam em serviços manuais;

Falta pessoas para trabalharam em serviços noturnos;

Falta pessoas para trabalharam, … Falta pessoas para trabalharam, …

Não é verdade? Tu para para pensar e percebe que muitos empresários, micro empreendedores e profissionais liberais reclamam que falta gente para trabalhar.

Fábricas sofrem para encontrar profissionais que estão dispostos a trabalhar e aprender um ofício. Muitos generalistas e poucos especificistas.

Baixos salários? Péssimas condições? Hmmm, não sei. Acho que está faltando vontade de aprender e lutar. Lutar para crescer e melhorar. Pessoas que desejam vencer e ser alguém na vida.

Pense nisso. Será que a sua falta de trabalho não está em ti mesmo?