Pessoas conectadas? Alienadas…

Administração, Pessoal, Sociedade, tecnologia

Em primeiro lugar de tanto que pensei neste post o telefone do cara que estava na esteira da academia que frequento caiu durante uma chamada de vídeo.

Frequento uma academia que foi fundada em 1965, dois andares, pacata, as mesmas pessoas sempre, as mesmas manias, mas bem limpa e organizada. Mas há sempre uma ferrugem a tua espreita, e serve para permanecer sempre alerta.

Mesmo neste clima de ginásio de 1965 o wi-fi está congestionado. Sempre vou na academia desconectado e nem levo telefone. E com isso observo muito. Ontem, no segundo piso, havia 5 pessoas no recinte. Duas na esteira e uma na bicicleta e outra na barra. E, eu na esteira. Todos conectados, menos eu. Todos faziam um pouco de exercício e olhavam no celular. Inclusive de um de corredor na esteira fazer uma chamada de vídeo.

As tecnologias vieram para integrar nossa vida ao mundo um virtual e digital que existe em paralelo. Hoje as wearable não são mais tendências, já podem ser compradas no varejo.

Tudo é lindo, mas as pessoas estão ficando alienadas.

As pessoas estão vivendo o longe no agora. E o perto está invisível. O momento não é vivido, não é aproveitado em sua plenitude. A foto vale mais. É melhor parecer ser do que ser. Quantas pessoas tiram mil fotos, fazem mil poses e ao final: Estou gordo, não me gostei. As coisas não são feitas mais em sua plenitude. Correr é com a mente no celular. Ir ao cinema é um olho na telona e outro na telinha. Descansar é estar com a cabeça enfiada nas redes sociais.

Eu não sou um alienado. Mas também não sou um excluído. Meço a dose de telefone e vida real. Foco em ler livros, jornais, atividades físicas, lazer e pessoas, com o tempo focado em cada atividade. Procure engrandecer a mente, deixar o seu cérebro vivo. Não vire um vadio de si mesmo.

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.

Disrupção: Musk Motors

Empreendedorismo

Em primeiro lugar “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres” frase de Elon Musk, o grande mentor da SpaceX e o visionário da Tesla extraída do livro de Ashlee Vange (Saraiva ).

Confesso que ultimamente tenho tido muito tempo para investir em leitura, estou aprimorando conhecimento em conhecimentos gerais (política, economia, história), cripto ativos e biografias. Isso tudo tem aberto (ou reascendido) um mundo de pensamentos de motivadores.

E o livro de Elon Musk em particular mexeu muito com as ideias. A frase “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres” nos leva pensar em muitas coisas. De fato, há no século XXI vários empresários diruptores de nossa economia com vários feitos. Porém, nada se assemelha as disrupções causadas pelos inventos passados. Ou seja, estamos mais pobres em tecnologias evolutivas.

Claro que o mundo dos “apps” tem revolucionado muita coisa, mas o quanto isso nos evoluiu de fato? Interessante refletir novamente sobre a frase “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres”. Será que teríamos espaço para todos os apps em nossos celulares? Teremos atenção para tudo isso? Ou será que eles serão novas ferramentas – entre as milhares que inventaram e hoje nem se usa mais. Parece que nossa vida é cíclica, antigamente sem bancos as pessoas guardavam suas riquezas em casa. A tendência dos cripto coins é tu guardar tuas chaves privadas na gaveta das meias, provavelmente voltando há uns 900 anos – desde o surgimentos dos Templários talvez.

Em certa oportunidade, já discorri sobre pessoas empreendedoras que se autopromovem sendo empreendedoras em si. Isso não é inovação. Ainda, tenho debatido muito que nosso ensino de Administração está muito teórico e que precisamos de mais oportunidades de praticar. Sem falar em modernizar nossa legislação trabalhista, tributária e fiscal a fim de possibilitar que empreendedores possam surgir. Será que não nos falta mais coragem no Brasil, ou mais afinco para de fato fazer coisas importantes, evolutivas e inovadoras.

Até o Twitter está deixando escrever mais de 140 caracteres: de fato, as pessoas não aguentam ficar presas. Precisamos sair fora da caixa. E está mais do que provado que neste início dos anos 20 precisamos evoluir!

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A Tesla evolucionou o mercado automotivo: carro elétrico, funcional, potente, premium e acessível, econômico, seguro e conectado a sua vida.  Um carro que vai de 0 a 100 km/h em 2,1 segundos é quase surreal. O brasileiro é muito apaixonado por carro, o sentimento de pertencimento é profundo entre máquina e humano. A Tesla com seus projetos de carro autônomo (confere no vídeo) e tela de 17″ quando alguns laptops mal tinham esta tela me fizeram repensar o setor e se apaixonar.

Veja mais https://www.tesla.com/pt_PT/

A SpaceX quer colonizar Marte. Mas antes disso Elon conseguiu mandar foguetes/cápsulas e pousá-los de volta, criar roupas de astronautas confortáveis, produzir tudo a preços infinitamente inferiores aos preços das gigantes semipúblicas do setor. E mais, apesar dos apertos Elon criou uma empresa lucrativa.

Veja mais http://www.spacex.com/ 

Além disso, Elon criou a PayPal e a Zip2, e hoje coordena ainda outras empresas. De fato, ele é o cara e vale a pena aprender mais com esse cara.

Saí do grupo

Geral, Sociedade

Em primeiro lugar hoje sair de um grupo de whatsapp está tão ofensivo, que o mundo parecer estar em colapso.

É na real não deveria ser tanto um caos assim, mas é.

Já parou para pensar quantas coisas novas foram criadas nos últimos anos? E de fato de quantas destas tu realmente se aproveita e tem marcas para a posteridade?

Para os indisciplinados, a tecnologia gerou um comodismo burricionista. Com certeza, houve uma mudança nos nossos paradigmas, conceitos e a influência permeará nossa cultura.

Por isso, sair de um grupo de uma rede social como whatsapp é algo que marca.

Mas acredito que está na hora de estarmos mais conectados com o mundo real. Ler, ver tv, séries, documentários, viajar, filmes, etc, são fundamentais, mas olhar no olho de uma pessoa, conversar, sentir, passar emoção, poderia estar mais na moda. Não acham?

Então, saía do grupo, e vá para a rua.

 

O meu melhor “pisante”

Administração

Em primeiro lugar, fazer algo bem feito não significa fazer da forma mais complicada ou com ferramentas de difícil acesso e linguagem. Vejo muitas empresas inovando em sistemas e ferramentas avançadas e esquecendo de treinamento e da utilidade das mesmas.

Se me derem a melhor e mais sofisticada chuteira, sem treino, continuarei sendo o mesmo perna se pau de sempre. Agora se mesmo com uma chuteira intermediária meu treinador exigir de mim o melhor, e me preparar para novas tecnologias, me sentirei preparado e valorizado ao calçar o tão sonhado “pisante”. De nada adianta comprar o melhor software se o usuário não terá treinamento e suporte. Em muitas casos a própria empresa deixa a desejar na sua estrutura e não tem maquinas necessárias para aplicar as ferramentas. Vejo muita reocupação em querer aparentar com grandes investimentos que muitas vezes além se desnecessários tornam-se desmotivadores para os colaboradores.

Além disso, me parece querer aparentar status quando um colaborador usa outra ferramenta de apresentação de slides que não o Power Point. Sei que existem ‘n’ tecnologias para elaborarmos uma apresentação, mas nem todos os computadores são capaz de roda-las. Da mesma forma o Excel quando não é salvo em office 1999-2003, apesar de parecer retrocesso alguém não usar um office mais atual, não custa mudar o formato de salvamento para que todos tenham acesso. Portanto, fica a reflexão.  Uma tecnologia eficiente é aquela que tem o entendimento e aceitação da grande maioria. De nada adianta querermos fazer um “filé” sofisticado se não soubermos fazer o famoso feijão com arroz, do contrário, provavelmente o bife ficará ruim.