“Eva” Venenosa

Administração

Em primeiro lugar existem funcionários nas empresas que são verdadeiros cobras. São piores do que cobra cascavel. Trabalhar com estas pessoas não é nada fácil. Demitir é o melhor caminho, porém livrar-se de quem contamina o ambiente, não traz resultados e vive se fazendo de vítima, não é uma tarefa fácil. Pessoas venenosas trabalham sem parar para expandir seus ideais negativos e maldosos. Se dão ao luxo de fofocar e de persuadir os outros a agirem como elas querem. Assim, demitir uma pessoa venenosa é delicadíssimo, pois esta pode levar consigo outras pessoas, e muitas vezes as pessoas chaves da empresa (que estão ludibriadas e seduzidas pelo funcionário problema). Em alguns casos essas pessoas agem sem maldade, agem assim porque são assim ou, passam agir assim quando um único fato desencadeia uma raiva interna com a empresa e passa rogar pragas. A raiva destas ovelhas negras não tem limite, e ironicamente se fazem de vítimas.

Ser colega de pessoas assim é péssimo, e quanto mais a pessoa fica na organização, mais o clima fica ruim e tudo piora. A empresa pode agir de algumas maneiras: Primeiro, procurar não errar na seleção. Segundo, chamar para uma conversa e falar a real, isso pode revoltar a pessoa problema e ela tem poder de sair levando mais gente consigo, porém a empresa se livra dela. Terceiro, deixar esta pessoa totalmente inutilizada, isso revolta os colegas e piora a situação, pois o funcionário venenoso vai demorar para sair. E Quarto, conseguir outro emprego “melhor” para esta pessoa e empurrar o problema adiante.

Por fim, estas pessoas que somente desejam o mal das pessoas e da organização. Uma empresa não pode se permitir carregar um fardo tão pesado assim. Agora imaginem a seguinte situação: O ovelha negra sai da empresa e vai para a concorrência. A concorrência pensa em estar fazendo uma grande admissão e esta pessoa venenosa pensa em estar vingando-se da sua última empresa.

Quem poderá nos defender?

Geral, Política

Em primeiro lugar a Constituição Brasileira é quem manda! E ela prevê o direito de Greve.

A greve expurga os sentimentos oprimidos de grupos e trás a tona uma realidade desconhecida e renegada pelo Estado. Os governos brasileiros não encaram os problemas de frente e fingem resolver, e para quem se sente em um buraco preso a única maneira de sair, é gritar. Isso foi o que ocorreu no Rio de Janeiro e na Bahia.

É revoltante a remuneração que os policiais militares, bombeiros e policiais civis recebem. E é revoltante ver os governantes omitirem ajuda as corporações formadas por verdadeiros heróis. Desde os tempos mais remotos sempre existiram ovelhas negras no rebanho, e dentro das forças militares são estas ovelhas negras que rasgam a farda das corporações.

Sou favorável a greve de modo geral, exceto a greve de militares de qualquer patente ou corporação. Arma de fogo é para pessoas preparadas, disciplinadas e organizadas em busca do bem coletivo. Penso que uma greve de militares com atitudes “vandalisticas” os tornam guerrilheiros armados em busca do seu próprio bem. Isso é intolerável. As atitudes banditistas dos militares grevistas não sofreram apoio popular e geraram uma repercussão negativa contra os próprios militares. O tiro dos militares saiu pela culatra. Apesar de ser contra qualquer greve de militares, o que eles poderiam fazer para ganharem apoio a suas manifestações seria protestar silenciosamente. Gandhi ensina muito bem isso, pois o silêncio fala muito e toca profundamente.

Por fim penso que a sociedade Brasileira precisa urgentemente de uma grande redefinição de valores, papéis e objetivos. Para que todos possam amar a mesma nação e que todos sintam-se irmãos para caminharem juntos. Pra mim uma sociedade com greves em demasia e com grandes conflitos sociais é sinônimo de uma sociedade que não sabe resolver seus problemas pela raiz. O problema dos militares é antigo e pode ser resolvido o mais rápido do que se imagina, porém os entraves ideológicos emperram o diálogo que poderia resolver este impasse. Enquanto os problemas não são resolvidos, quem poderá nos defender?