Não duro no emprego, e agora?

Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar há muitas pessoas que simplesmente não duram em um emprego. O motivo para isso é enorme. Porém, muitos tentam compreender o que fazer para permanecer por mais tempo em seu emprego.

O mercado é uma selva. Sobrevive os mais fortes ou os mais espertos.

Se tudo fosse o paraíso, não haveria escolas profissionalizantes, MBAs, etc. Não haveria concursos, provas e notas. E também não haveria prêmios, sorteios, bonificações. Se não houvesse um mercado, se não houvesse nada que pudesse estimular a criatividade e a motivação de melhorar e mudar, seríamos sempre os mesmo humanamos, vivendo sempre como os mesmos seres humanos.

Por isso, há pessoas com um complexo de sempre estarem inferiorizadas. Pessoas que acham defeito em tudo. Pessoas que não se qualificam e pessoas que não mudam. Muitas ainda não tem condições de compreender que não há lugar perfeito. Ter uma formação, uma qualificação, uma especialização não são hoje detalhe, são quase necessidades de sobrevivência. Mesmo que isso não seja nas instituições formais de ensino. Por isso, há um grande número de pessoas que literalmente não ficam em emprego algum.

Selecionar a empresa antes de entrar nela já é um começo para permanecer mais tempo em um trabalho. Saber que tudo pode melhorar, dentro ou fora da empresa  é um segundo passo. Saber a hora de dar tchau ao trabalho e sempre saber buscar a empregabilidade fazem parte de uma trajetória vencedora.

Nem tudo são rosas, não fique cheirando-as no seu paraíso.

Carreira é igual a ovo de Páscoa

RH

Em primeiro lugar penso que uma carreira de sucesso é clean , mas recheada de bons atrativos.

Penso que uma carreira não precisa ser linear, ou seja, seguir sempre no mesmo ramo. Penso que a formação, experiências e atividades devam seguir uma linha lógica de conexão e amadurecimento.

Realizar uma pós-graduação é muito bom! Porém, encher o currículo com várias pós pode ser ruim. Pode gerar ao avaliador insegurança do candidato, pois, ao analisar suas experiências profissionais percebe que elas são fracas perto de tamanha formação. Por isso, menos pode ser mais. Faça com que o futuro avaliador fique admirado por sua trajetória e por sua formação. Mostre a ele surpresas! Na hora dos processos seletivos os avaliadores gostam de ser surpreendidos positivamente. Por isso, sua carreira é um ovo de Páscoa. Onde, muitas vezes, a verdadeira emoção está dentro do ovo.

Ao mudar de carreira tome todas as precauções possíveis: escolha bem os motivos para não cair na armadilha de ter uma carreira manchada de pulos em vários galhos. Faça uma leitura do mercado e também aproveite para sempre tentar crescer nestas mudanças.

Opto por uma trajetória honesta e sempre priorizando as boas oportunidades. Não deixe o cavalo encilhado passar sem montar.

Tudo o que foi dito não servirá se teu trabalho não for de entrega, ou seja, não entregar aquilo esperado e mais um pouco. Pense nisso na hora de escolher uma trajetória profissional!

Como parar em um emprego?

Administração, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar atualmente a permanência em um emprego por um longo tempo já não é o objetivo da maioria dos trabalhadores. Talvez os “Tempos Modernos” sejam outros.

Hoje não mais mal entendimento de quem permanece 12 ou 24 meses em um trabalho. Há quem diga que a permanência por 6 meses já o suficiente para uma ampla experiência e pode trazer a empresa motivação: vassoura nova sempre vare melhor.

Para o profissional que pouco fica em um trabalho deve transparecer ao futuro empregador: o profissional tem este perfil, o setor do ramo de atuação do profissional permitia esta mobilidade sem prejuízos, e o mercado de trabalho compreendia esta postura do trabalhador. Aqui cabe um cuidado para que o empregado não fique pulando de galho em galho, pois isso pode sujar a carteira dele! Isso mesmo, deixará uma má impressão.

Por isso, a mudança em curto período de tempo deve ser muito bem estruturada pelo profissional. Ter um bom currículo, boas experiências e boa formação são essenciais para o início de uma trajetória profissional em curto espaço de tempo em uma empresa. Sinal disso tudo, até no Japão os empregos vitalícios estão fora de moda. Na real, percebeu-se que a fidelidade a empresa por longo tempo pode gerar vários vícios ao empregado. O orgulho do empregado em trabalhar por uma vida de doação a sua empresa, hoje se resume em prédios para empregados vitalícios fora do mercado. Algumas empresas do ramo da tecnologia criaram estes espaços para acomodar empregados improdutivos para que eles possam aproveitar o tempo com algo que lhe tem interesse, e que talvez possa ser aproveitado pelas empresas.

Se até na terra do sol nascente as coisas mudam, no Brasil o entendimento de que rápidas experiências podem ser boas para empresa – pois recebe um trabalhador que vivenciou muitas empresas do mesmo setor ou até mesmo de diversos setores. Para a empresa, isso trás uma visão de mundo maior e mais aprofundada. Muitas vezes, as diversas experiências deste colaborador podem solucionar problemas que funcionários acomodados não resolviam. Ao empregado, isso dá uma excelente experiência de vida.

O futuro chegou e hoje os “Tempos Modernos” são outros!

Mais social, menos stress

Geral

Em primeiro lugar há a necessidade das empresas modernas investirem na vida social dos seus colaboradores.

A administração por objetivos podem estar reduzindo aponto de devastar a vida fora do ambiente de trabalho. Alguns autores defendem teses de que isso está ocasionando aumento de problemas de saúdes. Ônus as empresas, planos de saúde, SUS… Quem está pagando esta conta? O empregado.

A redução da jornada de trabalho sem redução salarial só poderá ser feita se a produtividade do brasileiro aumentar. Aumentar produtividade sem aumentar metas e objetivos é difícil? Para empresas e empregados clássicos é sim.

O fato é que a jornada de trabalho regular e engessada poderia ser flexibilizada por empresas para adequar aos anseios de seus empregados. Hoje, vejo como solução de curto prazo para deixar os empregados mais disponíveis para conviver em sociedade.

Como Peter Drucker já disse, hoje a vida é muito corporativa. Ou seja, vive-se muito dentro das empresas. A oxigenação com o mundo exterior pode inclusive fazer vem ao colaborador viver mais a empresa! Mas não adianta a empresa criar momentos de lazer dentro da própria empresa. Apesar de ser boa ideia, talvez não consiga manter o colaborador conectado a sociedade.

Mais social e menos stress, e não se irrite em ler isso.

Sujar a carteira 2

Pessoal, RH

Em primeiro lugar muitos empresários falam de que muitas vezes é bom contatar alguém novo, sem nenhuma ou pouca experiência no ramo de negócio. Mas na prática isso existe na mesma proporção que é propagada esta ideia?

Não sei a resposta certa, mas sei que quem é candidato deve se esforçar para romper estas barreiras.

O seu planejamento de carreira deve superar todas as adversidades do momento. Pense: Onde eu quero estar daqui a 5 anos? O que eu vou fazer para estar daqui a 5 anos onde eu quero?

Muitas vezes vale mais a pena engolir sapos e ficar onde está para que se possa conseguir experiência e currículo para depois sair, do que arriscar tudo em busca dos 5 anos. Para chegar aos 5, trabalhar uma coisa de cada vez é importante.

Procure criar relacionamentos a ponto de que seja visível perceber suas qualidades e muitas vezes a troca de emprego de uma empresa por outra pode ser visto como uma promoção ou readequação. Isso mesmo, trocar de emprego sem fazer seleção por meio de relacionamento!

Muitas vezes isso parece QI, mas na prática pode ser muito bem usado se tu for honesto + um bom profissional. E mesmo que tu não consiga uma colocação direta, os bons relacionamentos podem dar boas indicações.

Ou

Arrisque-se no mercado de trabalho em busca do que tu gosta de fazer! Isso é o fundamental de tudo. Se conseguir unir gostar do que faz + boa oportunidade de trabalho = sucesso.

E

Quanto a pergunta inicial, busque a sua experiência, se não tiver experiência de currículo, tenha experiência de maturidade!

Boa sorte!

 

Faça asneiras

Administração, Pessoal, RH

Em primeiro lugar fazer diferente é sempre dito por chefes para os seus subordinados.

Na prática, muitos chefes não concordam com as práticas distintas do comum pratica pelos funcionários. Dúbio isso, não é? Mas assim que as coisas funcionam.

No entanto, faça asneiras! Pense fora do quadrado! Liberte-se das amarras e faça diferente. Crie, pense e execute. Gere resultados satisfatórios. As mesmas práticas, os mesmos processos nem sempre trazem resultados diferentes e melhores. A partir do momento em que o grupo, incluindo seu chefe, perceberão que fazendo diferente pode trazer resultados melhores, muitos poderão executar do mesmo modo. Quase como efeito manada!

Perder o emprego por fazer asneiras é o risco que corre. E no outro lado da rua, pode haver um líder e uma empresa disposta a pagar por pessoas que não sossegam, e estão sempre fuçando em algo. Quer pagar para ver? Arrisque.

RH: o antisucesso das empresas clássicas

Administração, RH

Em primeiro lugar o RH, como departamento, nas empresas tayloristas, dificilmente ganhará espaço ou credibilidade. Por quê?

Porque o RH é muito metido. Sim, metido. A literatura pinta um cenário extremamente lindo, e estimula os gestores de Recursos de Humanos a buscarem seu espaço dentro da organização. De certo modo, isso é o que deveria acontecer. Mas nas empresas clássicas ultrapassadas isso dificilmente irá ocorrer. Só se houver um choque na gestão. Como dificilmente em empresas clássicas haverá um choque de gestão, percebo, que a alternativa viável para a sustentação dos gestores de Recursos Humanos é atuar de modo clássico.

No curto prazo, atuando de modo clássico, o gestor de RH pode desempenhar apenas as funções básicas e clássicas. Do contrário, o RH pode servir como fonte de culpas para os problemas da empresa. É o RH que toma tempo com seus treinamentos, emperra os serviços as avaliações de desempenho, inventa coisas sem resultados para a empresa. E por ai vai. Os argumentos são tão contra o RH que o próprio RH passa a acreditar que ele é o problema. Andando conforme a marcha, o RH deverá se mostrar eficiente e eficaz. Com erro zero, os gestores aos poucos ganham credibilidade.

Quando a empresa deixar de ser clássica para uma empresa do século XXI, o RH vai estar pronto para colocar em prática tudo o que há de belo na teoria.