#sougestão

Administração, Ensino de Administração, Intercâmbio

Em primeiro lugar está faltando a hashtag #sougestao.

Recentemente percebi em minhas redes sociais uma enxurrada de hashtag sou alguma coisa. Principalmente atreladas as universidades, e uma critica ao contingenciamento de despesas do Ministério da Educação.

Não consigo entender o alienamento financeiro dos poderes, autarquias, departamentos, seções e as suas respectivas carreiras. Estamos com o caixa raspado. Estamos com dificuldades. Mas, alguns lugares vivem na terra do nunca: aqui a crise nunca vai chegar. Realmente não consigo racionar como cada área quer sentir-se intocável. Existem áreas básicas, menos básicas e supérfluas. 

Saúde e segurança é vital, é urgente, é diário, é presente, morre e vive. O resto, é o resto. É depois, se der, quando der.

E mais, percebo que há uma engrenagem, uma casta no ensino superior. Tal qual explanou Joaquim Barbosa sobre o judiciário. Percebo muitos teóricos ministrando aulas e áreas que são práticas. Percebo muitos teóricos teorizando sobre coisas que quase nunca terão aplicação. Ou, só servirão de base para outras e outras produções acadêmicas.  E é aqui que está a casta e o coronelismo dos “pesquisadores” sobre os bolsistas. 

Penso em ser professor no futuro, e por isso, me espelho em professores das ciências administrativas que são práticos e pensam muito similar como eu penso: Ensino e Extensão > Pesquisa. As universidades devem ter retorno prático para a sociedade. Devemos ter doutores empregados nas empresas e não só nas universidades. 

Talvez, se nossa estrutura superior fosse como na Argentina (pegando um exemplo bem próximo), onde as universidades não tem o orçamento bancado em sua totalidade pelo Governo Federal, teríamos orientação para busca de parceiros financiadores. E estes irão querer retorno: pesquisa e extensão!

Estudei na UNL (Universidad Nacional del Litoral) em Santa Fe, Capital – que em outubro deste ano completa 100 anos de fundação. E neste link se encontra todos os “padrinos” da UNL.

E se o voto fosse ao contrário?

Administração, Geral, Política

Em primeiro lugar adoro pensar fora do quadrado, adoro parar e pensar em ideias incomuns. Ao acompanhar pesquisas eleitorais do pleito 2012 comecei a pensar em uma forma diferente de o povo realmente eleger pessoas boas e competentes para os cargos políticos. No congresso de administração que a AEAD (Associação dos Estudantes de Administração de Santa Maria) realizou ano passado teve uma mesa redonda discutindo o papel da Administração na gestão pública onde tive a honra de ser o mediador, lembro que um dos assuntos debatidos era criar cursos para profissionalizar e formar pessoas interessadas em assumir um cargo público. Esse tema gerou uma grande polêmica, pois algumas pessoas são favoráveis e outras contra. Minha opinião era favorável ao tal curso, pois para mim ele não deve ter objetivo eliminatório, mas sim preparatório. Enfim, essa é uma longa discussão, mas é uma alternativa, como a ficha limpa, de melhorar a qualidade da gestão pública brasileira. Assim deve assumir quem esta preparado e que seja boa pessoa. Nesse sentindo, refleti sobre o seguinte aspecto: se ao invés de votarmos em quem queremos, votássemos em quem não queremos. O menos rejeitado é eleito.  Talvez assim, penso que iriam se candidatar pessoas com conduta ilibada, sem rabo preso e de bons princípios. Para dar certo ataques pessoais entre candidatos não deveriam ser explícitos e as campanhas deveriam ser as mais limpas e sadias (como deveria ser hoje). Mas é muito provável que se o sistema de voto for assim, os candidatos vão buscar os  podres uns dos outros para destruírem o adversário. Mas uso uma máxima: quem não deve não teme. Não é assim o ditado? E que tal se fosse assim? Já pensou na revolução que iria gerar?

Pensar fora do quadrado é um ótimo exercício para exercitar o cérebro e concluo dizendo que a democracia brasileira precisa amadurecer, e rápido.