Politicamente correto: não há espaço para ficar sobre o muro

Política, Sociedade

Em primeiro lugar ser politicamente correto não é ser absolutamente certo.

Essa premissa está tão presente hoje que há o entendimento de que não há mais espaço para pessoas ficarem em cima do muro. Muros estes construídos muitas vezes para justamente existir um muro para ficar sobre ele. Estranho isso não é? Mas é o que parece atualmente. Cria-se muros para juízes de plantão proferirem sentenças absolutas e eventos de Facebook conclamarem milhões de pessoas para um evento virtual.

Há por parte de algumas pessoas de nossa sociedade de que a maioria deve pagar por oprimir minorias. Há grupos que pregam que a maioria deve arcar com os ônus de ser maioria e de ter que suportar bônus para que a minoria seja ressarcida por anos de opressão. Até mesmo nossos representantes eletivos estão saindo do muro e assumindo posições até recentemente impensáveis. Na real, muitos hoje estão assumindo seu lado. Muitos voltaram a ter liberdade de assumir um lado. De ser e pertencer a algum grupo, sem que isso gerasse pré-conceito.

Não critico as minorias por existiram, no entanto, as minorias das minorias que pregam o ódio, e que galgam espaço pregando ferozmente que a maioria não presta e não deveria existir do modo como é, deveriam beber do mesmo veneno que pregam.

Partindo do pressuposto de cada um é livre e que deva respeitar as leis dos homens, limitando-se a não interferir no destino do seu próximo, se eu quero pertencer a um grupo de maioria “a” ou “b”, ou de minoria, isso não pode ser condenado por ninguém. Nem pela maioria, tampouco pela minoria.

E foram as varas judicias de plantão que estão tornando as pessoas cada vez mais participativa de grupos. Tanto de maioria ou de minoria. Isso é bom!

É bom, pois vamos viver uma sociedade plural, e não em uma sociedade de aparências, onde todos querem estar de bem com todos, ser o que não são, pensar o que não querem pensar, agir contra gosto, e receber aquilo que não deseja. Alguns afirmam que a Direita saiu do armário. Até pode ser, mas isso é ruim? (Extremistas de Direita e Esquerda são sim problemáticos) Ser de Direita, ou de Esquerda – no sentido político ideológico, não é ruim! Nos últimos anos parecia que todos estavam do mesmo lado, mas ao mesmo tempo não estavam.

Os muros antes construídos, parecem agora findar, mas o que nunca findará é a necessidade de pertencimento. Qual é o  seu lado agora que não existe muro para ficar sobre?

 

Produzir com teto para produzir sempre

Geral

Em primeiro lugar é sabido que na Europa, e em muitos lugares do globo, o Estado controla a produção de insumos primários da produção agrícola. Limita para que não haja excesso de oferta, baixando preços e desequilibrando a cadeia produtiva.

Ruim para os consumidores? Talvez não. Produção na medida certa ao preço justo e equilibrado.

O fato do Estado regular a alimentação não pode ser visto como Estado manipulador, mas como Estado organizado que visa o bem estar alimentar dos cidadãos.

No entanto, não se pode esperar um Estado totalitário regrando, fiscalizando e controlando. Isso, seria apenas passageiro. Até as pessoas se cansarem. Inclusive, no livro de Ayn Rand em A Revolta de Atlas, o Estado limitador do pensamento, da ação, da produção e da vida das pessoas não é um modelo de capitalismo e nem de socialismo que reina eternamente, ao menos, não passará a eternidade sem sofrer abalos profundos.

Na Europa a produção agrícola segue regas rígidas de teto de produção. Motivo: sustentabilidade do sistema de produção. Antes de falarmos em produção verde, deve haver para futuro da humanidade a certeza de continuidade de produção antes de tudo. No Brasil, quem irá para o campo produzir se as melhores ofertas de renda estão na cidade? Ou melhor, quem terá recursos para investir na produção empresarial no campo? Qual negócio gostaria de ter sua produção limitada? Interessante reflexão, certo? Sim! Precisa-se.

Em um momento onde os empregos se escasseiam na cidade, apostar no emprego rural – como empreendedores rurais, não seria uma possibilidade de garantir renda a quem quer trabalhar? Pois, para estas pessoas, algumas seguranças – seguro agrícola e oferta equilibrada para preço justo. Por isso, produzir no teto para produzir sempre.

E você, já pensou em se mudar para uma propriedade do interior para trabalhar?

 

As pessoas não leem e-mail!!!

Administração

Em primeiro lugar hoje viver fora do mundo virtual não tradicional da era clássica (como celulares inteligentes, redes sociais, e-mail, etc) é quase como não existir. Sério, viver sem um endereço virtual – qualquer que seja, leva o ser humano a um nível de isolamento muito grande. É difícil imaginar uma vida sem as benesses do mundo virtual. Alguns vivem apenas ou dentro deste mundo virtual. Vício ou imaturidade, a vida apenas em um mundo virtual começa a ser doença atualmente.

Mas este post não será sobre a doença.

Se está no mundo virtual, pelo menos tenha um mínimo de conhecimento das funções mais básicas deste mundo. Saiba como transitar pelos caminhos deste mundo, mesmo que seja com um mapa. E melhor, saiba utilizar de sua segunda vida (a virtual) em proveito próprio e social. Não tenha presença no mundo virtual se não é para usuá-la. Fazer asneiras neste mundo pode ser mortal também. Então, reflita como está seu perfil no Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, etc. Pense se não faz uma exposição demasiada, se não escreve demais, ou de menos. Se é polêmico ou se é muro – sempre no meio termo. Reflita sobre suas fotos, gostos e etc. Muitas vezes, guarde seus pensamentos e ações somente para seu íntimo. E se desejar utilizar ferramentas funcionais e de trabalho, utilize-as.

Gente, leiam e-mail!

Me deparo cada dia mais com pessoas que tem e-mail mas não o utilizam. Pessoas que olham o assunto e apagam. Pessoas que analisam o e-mail quando abrem, e percebem muito texto e o descartam. Pessoas, que muitas vezes pela emitente nem abre e pensa: pode ser problema. Por todas as empresas que passei, tento educar os colaboradores a abrirem um e-mail, lerem e me responderem, quando a mensagem é geral:

  • Ok
  • Entendido
  • Vamos fazer

Isso é como comunicação de guerra. Se tu manda uma carta pra alguém na guerra e não recebe retorno, qual é o sentimento? Por isso, há importância de uma comunicação escrita eficiente. Não deixe o emissor pensar que sua mensagem ficou no vácuo. Não deixe a pessoa que disparou o e-mail pensando que sua mensagem não teve efeito nenhum. Não deixe que a comunicação seja de uma via apenas. E mais, há gestores que não gostam de ver sua caixa de mensagem com excessos de mensagem de um subordinado, porém, quem nunca aparece por lá também é mal lembrado.

Pense nisso, use as ferramentas do mundo virtual com sabedoria, e, leia e-mail. E antes de ir embora, responda a enquete abaixo. É rápido.

Em busca de um entendimento nacional

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar estamos vivendo um momento de mudanças.

O Brasil, em sua continentalidade, tem muitas diferenças, igualdades, aceitação das diferenças e discriminações. O país com suas culturas e desculturas, tem uma Federação que tenta fluir os diferentes para uma aceitação mútua de tolerância. O progresso comum é alcançado por meio de acordos e legislações direcionais. As guerras civis ocorridas foram mais emancipacionistas do que grupos disputando revoluções nacionais – com ligeiras exceções.

Um país com uma identidade em construção busca atualmente um entendimento de que rumo quer tomar. Muitos se perguntam quem está certo ou errado. Quem mente, quem fala a verdade. Quem faz mais ou menos. Quem é mais certo ou errado. Difícil compreender tudo. Difícil de imaginar o futuro. Quem lidera o país? O que acreditar? Em quem acreditar?

Ninguém sabe nada. Alguns arriscam pitacos.

Brasil, o que somos nós realmente? O que este barulho político demonstra de nossa sociedade? O que isso pode nos ajudar? O que isso pode deixar de aprendizado?

Fazer disso tudo um trampolim para o progresso com ordem, justiça e distribuição de renda é o que a classe do poder poderia fazer. Porém, a classe do poder é o nosso reflexo. Pena, pois este espelho não reflete o futuro.

Afinal, que país é esse?

Não duro no emprego, e agora?

Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar há muitas pessoas que simplesmente não duram em um emprego. O motivo para isso é enorme. Porém, muitos tentam compreender o que fazer para permanecer por mais tempo em seu emprego.

O mercado é uma selva. Sobrevive os mais fortes ou os mais espertos.

Se tudo fosse o paraíso, não haveria escolas profissionalizantes, MBAs, etc. Não haveria concursos, provas e notas. E também não haveria prêmios, sorteios, bonificações. Se não houvesse um mercado, se não houvesse nada que pudesse estimular a criatividade e a motivação de melhorar e mudar, seríamos sempre os mesmo humanamos, vivendo sempre como os mesmos seres humanos.

Por isso, há pessoas com um complexo de sempre estarem inferiorizadas. Pessoas que acham defeito em tudo. Pessoas que não se qualificam e pessoas que não mudam. Muitas ainda não tem condições de compreender que não há lugar perfeito. Ter uma formação, uma qualificação, uma especialização não são hoje detalhe, são quase necessidades de sobrevivência. Mesmo que isso não seja nas instituições formais de ensino. Por isso, há um grande número de pessoas que literalmente não ficam em emprego algum.

Selecionar a empresa antes de entrar nela já é um começo para permanecer mais tempo em um trabalho. Saber que tudo pode melhorar, dentro ou fora da empresa  é um segundo passo. Saber a hora de dar tchau ao trabalho e sempre saber buscar a empregabilidade fazem parte de uma trajetória vencedora.

Nem tudo são rosas, não fique cheirando-as no seu paraíso.

Empreender é fugir da educação regular

Administração, Empreendedorismo, Ensino de Administração, Sociedade

Em primeiro lugar o empreendedorismo não é ensinado nas carteiras escolares. O histórico dos maiores empreendedores da história é: largou a escola, trancou a faculdade, etc… Mas isso não é uma verdade absoluta! Há muitos empreendedores que seguiram a carreira formal da linha do tempo do ensino. Os que não concluíram as formalidades são destaque: eles são a diferença!

E é esta diferença que chama a atenção. Esses “anormais” fugiram do padrão, e são estes que normalmente galgam os maiores destaques, haja vista que buscam na vida a solução natural e real dos seus problemas. Buscam na vida as oportunidades e agarram elas sem medo. Pois, quem está na selva da vida, cada chance é “A” chance.

Além disso, percebo que quem foge da carreira regular segue uma vida mais feliz. Nunca hoje em nossa sociedade se falou tanto em felicidade. A tal ponto de que há pessoas largando grandes centros e grandes empregos para uma vida profissional mediana. Conheço casos de pessoas e amigos que largam tudo para trabalhar em uma empresa onde todos o conhecem pelo nome. Mais humana torna-se a vida profissional quando se interage mais com as pessoas. Isso é obvio. Nem sempre todos veem assim.

Fugir da educação regular, do trabalho regular, da vida regular, é o mesmo que buscar a liberdade voando pelos céus. Se o empreendedorismo fosse entendido como um modo de vida, certamente, as disciplinas nos cursos secundários e superior seriam mais práticas.

O sistema regular de ensino poderia:

Fazer os alunos criaram efetivamente uma empresa; construir um plano de negócio; operar com a empresa durante período teste; estudar casos de sucesso; visitar empresas; conversar com pessoas de sucesso; aprofundar-se em leituras teóricas para compreensão do universo a sua volta.

Talvez, um pouco mais de atitude poderia evitar que grandes figurões fugissem do ensino regular em busca de sua verdade liberdade.

Como parar em um emprego?

Administração, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar atualmente a permanência em um emprego por um longo tempo já não é o objetivo da maioria dos trabalhadores. Talvez os “Tempos Modernos” sejam outros.

Hoje não mais mal entendimento de quem permanece 12 ou 24 meses em um trabalho. Há quem diga que a permanência por 6 meses já o suficiente para uma ampla experiência e pode trazer a empresa motivação: vassoura nova sempre vare melhor.

Para o profissional que pouco fica em um trabalho deve transparecer ao futuro empregador: o profissional tem este perfil, o setor do ramo de atuação do profissional permitia esta mobilidade sem prejuízos, e o mercado de trabalho compreendia esta postura do trabalhador. Aqui cabe um cuidado para que o empregado não fique pulando de galho em galho, pois isso pode sujar a carteira dele! Isso mesmo, deixará uma má impressão.

Por isso, a mudança em curto período de tempo deve ser muito bem estruturada pelo profissional. Ter um bom currículo, boas experiências e boa formação são essenciais para o início de uma trajetória profissional em curto espaço de tempo em uma empresa. Sinal disso tudo, até no Japão os empregos vitalícios estão fora de moda. Na real, percebeu-se que a fidelidade a empresa por longo tempo pode gerar vários vícios ao empregado. O orgulho do empregado em trabalhar por uma vida de doação a sua empresa, hoje se resume em prédios para empregados vitalícios fora do mercado. Algumas empresas do ramo da tecnologia criaram estes espaços para acomodar empregados improdutivos para que eles possam aproveitar o tempo com algo que lhe tem interesse, e que talvez possa ser aproveitado pelas empresas.

Se até na terra do sol nascente as coisas mudam, no Brasil o entendimento de que rápidas experiências podem ser boas para empresa – pois recebe um trabalhador que vivenciou muitas empresas do mesmo setor ou até mesmo de diversos setores. Para a empresa, isso trás uma visão de mundo maior e mais aprofundada. Muitas vezes, as diversas experiências deste colaborador podem solucionar problemas que funcionários acomodados não resolviam. Ao empregado, isso dá uma excelente experiência de vida.

O futuro chegou e hoje os “Tempos Modernos” são outros!