A felicidade na fidelidade

Pessoal

Em primeiro lugar encontrar a felicidade é algo muito presente nos desejos mundanos do século XXI. Muitos que estão lendo este post já se perguntaram se são felizes, se estão felizes, ou, onde poderão encontrar ou compreender isto.

Sobre este tema, muitos livros já foram escritos, muitos cursos já foram ministrados, muitos encontros em grupo organizados, muitas palestras proferidas e uma audiência que cresce constantemente. Até eu me aventurei neste assunto.

O meu livro, Cevei um mate para a felicidade, escrito pelas minhas histórias durante o intercambio na Argentina, teve o cerne conceituado na temática felicidade, pois, foi uma redescoberta do Junior. Na real, uma afirmação. Geralmente em um outro país, outra realidade, outra língua, longe de tudo e todos os conhecidos, as pessoas põe pra fora sua essência. Eu, não alterei nada do que já era. Apenas, compreendi quem eu era. Pois, me mantive o mesmo e compreendi meus gostos, minha personalidade e também o que eu não gosto.

Na minha estadia por Porto Alegre por 3 anos (e o tempo passou voando) eu comecei a finalizar meus conceitos de felicidades. Inclusive, com a estrutura do livro 2 de Cevei um mate para a felicidade já feita. A coroação dos conceitos feito com o término de um namoro, a transferência para Santa Maria e a participação de uma missa dominical em Faxinal do Soturno que me permitiu compreender o livro a Sutil Arte de Ligar o Foda-se.

A felicidade está na fidelidade.

Fiel à: algum lugar, alguma pessoa, algum grupo (família), algum trabalho, alguma crença, algum hobby, alguns amigos, alguns hábitos, alguns gostos, algumas comidas, alguns desejos, alguns mistérios e etc.

Além disso, muitos conceitos de felicidades perpassam a saúde financeira. E não vou aqui falar em dinheiro. Apenas saúde financeira. No sentido de compreender ela e viver o momento de acordo com os limites que podemos pagar. É possível viver feliz sem dinheiro. Sim. Não sei como é, mas comecei a observar pessoas que moram na rua (infelizmente) mas, são felizes. É um contrassenso, mas elas, algumas vezes, aceitam a condição e vivem felizes como estão. Assim, as adequações do estilo de vida e a sua aceitação são influenciadas pela quantidade de dinheiro que sobra e não afeta sua saúde financeira para as despesas básicas. Com isto, tu vive bem. Se quer viajar o mundo, encontre um modo disto. Ou simplesmente aceite o fato de não conseguir e invista energia naquilo que pode.

Portanto, quando tu estas fiel a ti mesmo e aceita isto, a felicidade transborda. Menos é mais. O essencial te fará feliz. Muitos querem conquistar o mundo, e se são felizes em alto giro, estresse, ganancia e etc, ok! Está tudo certo. É a felicidade em outra forma. Qual o teu conceito de felicidade?

Pessoas ricas não fazem cocô

Geral, Pessoal

Em primeiro lugar desde pequeno pensava que as pessoas ricas não faziam cocô.  De fato, ouvi várias pessoas relatarem tal pensamento, que é no mínimo estranho, e nojento.

De fato, o dinheiro transforma as pessoas. A imagem que o dinheiro passa é: limpeza, poder e mais poder, felicidade, e paz. As pessoas ricas transparecem ar de sofisticação, de beleza divina, singeleza de realeza, e superioridade aos mortais, que é impensável que façam cocô. Impensável que algo tão impuro, sujo e terreno seja feito pelos detentores de grandes fortunas. No entanto, será que na prática pessoas ricas não fazem cocô? Será que meu pensamento de criança não está certo? Mais que um devaneio de criança, essa reflexão mostra o quão distante da realidade nossa sociedade tem estado.

Imaginar que algum ser humano pudesse realizar tal façanha, é na real imaginar que ricos são deuses. A vida terrena e justiça dos mortais não se aplica aos detentores de fortunas. O dinheiro, como muitos falam, é o caminho mais curto para a felicidade. Em partes é. Mas não em sua totalidade. De nada adianta dinheiro para a vida, sem vida para o dinheiro. Enquanto a fantasia da felicidade do dinheiro move as pessoas, seu próprio “eu” se engana, e como se vivesse em um mundo surreal, os danos da ganância não são percebidos.

Provavelmente o que digo não se aplica a todos. E há muitos endinheirados que limpam sua própria privada. Sim, eles fazem cocô e as limpam! Que máximo: são deuses que preferem viver entre os mortais. Talvez essa seja uma vida feliz. Talvez esse seja um modelo de vida interessante. Sei que nada sei, já disseram uma vez. Se pessoas ricas fazem ou não cocô, é uma eterna reflexão. E prefiro seguir pensando que não, para que eu possa seguir como mortal.