Quando o teu melhor não dá em nada, o que fazer?

carreira, Pessoal, RH

Em primeiro lugar há quanto tempo este pensamento – “faço meu melhor para nada” – está no teu radar mental?

Se está a há mais de 3 anos é um problema. 3 anos é um período de maturação. Se este pensamento ronda há mais de 3 anos há um grande problema na tua carreira.

Os pensamentos abaixo são muito comuns na mente de quem está incomodado:

  • Produzo muito mais do que ganho;
  • Ninguém observa meu trabalho, tampouco é valorizado;
  • O meu trabalho é criticado por todo mundo;
  • Me deparo muitas vezes com tarefas que não tenho conhecimento para fazer.

Saber quando há necessidade de mudar, evoluir e sair do status quo atual é de suma importância para busca dos sonhos. E buscar os sonhos é experimentar o teu melhor.

Buscar teus sonhos é elevar teu conhecimento, utilizar toda a tua bagagem e experimentar os teus limites. O prazer está nos limites. O melhor evidencia-se no limite e na sua superação. E a sensação de que o teu melhor não dá em nada – ou não mais do que um mero tapa nas costas, frusta.

Portante, vale a pena realizar sessões de coaching e buscar qualificação. Quando o cavalo encilhado passar, não se pode perder a oportunidade.

Sujar a carreira

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar bastam pequenos detalhes para sujar tua carreira. E sujar a carreira é muito mais impactante do que sujar a carteira de trabalho.

A carteira de trabalho é a materialização de uma carreira suja. Carreira suja é tornar imácula uma trajetória profissional por incompetência, negligência e conduta ilibada. E, não se refere apenas há não ter boas referências profissionais anteriores, refere-se a todo o contexto acima citado. A pessoa tem que entregar, tem que estar dentro de um grupo, tem que passar por locais e ser lembrado, admirado e ter portas abertas.

Não entregar resultados na sua carreira e fazer as coisas de modo errado coroam uma carreira fracassada. As pessoas vão olhar o profissional e dizer: “lá vem o azarão”. Nos idos das primeiras navegações, o azarão da embarcação é jogado ao mar! Na carreira, ser jogado ao mar é: aprender a nadar bem para um novo navio ou sucumbir ao fundo do mar.

Para não se afogar em sua carreira e macular sua trajetória faça:

  1. Bons cursos e qualifique-se sempre;
  2. Leia, leia e leia mais! Mantenha-se sempre atualizado e contemporâneo;
  3. Mantenha uma trajetória lógica da sua carreira;
  4. Entregue os resultados propostos;
  5. Mude de carreira em momentos oportunos.

A trajetória lógica é alguém compreender de fora os teus passos e o caminho percorrido a perspectiva de continuidade. Por exemplo: há pessoas que uma hora fazem uma coisa, quando tu as encontra estão fazendo outra coisa que não agrega valor nenhum. Trabalham em qualquer coisa que aparece e estão sempre insatisfeitas.

Qualificar-se, ler e estar atualizado é fundamental. É básico. Eu tenho como meta sempre ler 10 páginas ou 30 minutos cada vez que paro para ler. Uma ou outra regra eu sigo, depende do local e momento.

Entregar resultados é ser um profissional que vence. Onde tu passar deverá crescer, deverá ser lembrado por algo, e mostrar que onde passou as pessoas gostaram de ti. E gerar uma onda de bons comentários é o melhor. Lembre-se: contatos são tudo, relacionamento são o sucesso.

E ao final, mudar de carreira toda hora não cai bem. Vamos combinar, quem anda conforme o vento, vai para qualquer lugar e não chega a lugar algum. Se for mudar de carreira, espere estar em terra firme. Alguém trocar de área é normal. Anormal é estar sempre trocando de área, lugar e com habilidades totalmente diferentes. Assim, ninguém se firma.

Aproveita as boas oportunidades, e não cuide para não sujar tua carreira.

Carreira e Finanças [2]

carreira, dinheiro

O teu salário e o teu esforço

Em primeiro lugar muitas pessoas não valem o que ganham. Já pensou nisso? O teu esforço, trabalho e resultado gerado pagam o que tu ganhas?

Provavelmente, tu está pensando…

E chegou a conclusão que sim! Mas, muitas vezes não estamos certos.

E quando tu começa a compreender isso, há a facilidade de enriquecer. Quando se pensa na geração de valor por meio do serviço que tu presta, tu compreende o teu valor no mercado. E, conhecendo esse valor de mercado, tu pode galgar cargos e empregos melhores.

Faça a conta, e compreenda quanto tu custa pra empresa, e quanto os teus negócios (produtos produzidos, serviços prestados, e etc.) geram de retorno para a empresa. Ao chegar essa conta, se o saldo for positivo para a ti, ou seja, tu ganha menos do que produz: ótimo! É sinal que tu podes galgar coisa melhor. Se a conta que fizeres for negativa, cuidado, alguém pode te substituir.

Buscando melhores oportunidades e melhores salários, controlando os gastos, poderá evoluir em seu patrimônio. Poderá investir em melhores cursos, viajar, ter bens, usufruir de bons serviços e aproveitar a vida.

saber, saber fazer, relacionar-se

Carreira – faça o seu destino

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar articular para ter sua carreira é possível.

Alguns pensam que sucesso na carreira depende apenas de QI. De fato, sim QI: Inteligência do saber, do saber fazer e do saber se relacionar. Pouco adianta ter uma inteligência elevadíssima, saber fazer e não se relacionar bem com as pessoas (superiores, clientes, colegas, subordinados e qualquer pessoa que passe pela tua frente). E é ai que as pessoas confundem QI. Bem como, de nada adianta quem sabe se relacionar mas é burro e só faz retrabalho. Esses puxa-sacos, podem subir, ir longe, mas qualquer um verá que é um saco vazio.

Independentemente de onde esteja, articule para crescer. Certa vez, conheci a história de um vendedor das Casas Bahia (ainda quando ela existia no Rio Grande do Sul) e que foi garimpado e foi vender carros. Subiu, e se tornou vendedor de carros premium da marca a qual trabalhava. E mais, era um dos melhores vendedores da marca no RS. QI? Acho que não. Casualmente conheceu um gerente da empresa. O gerente gostou do trato do vendedor das Casas Bahia- mesmo não comprando na loja e sem saber quem era o interlocutor. Após, o gerente avisou que havia vaga para vendedor de carro. E o tal vendedor lá foi para o processo seletivo. E o resto vocês já imaginam. 

Portanto, mentalize os três pilares para seguir e as coisas naturalmente vão fluindo: saber, saber fazer, relacionar-se. E jamais tente ser o que não é. Do contrário, a queda é dura.

saber, saber fazer, relacionar-se
Resumo dos pilares da carreira

Pressão na entrevista: Te liga!

Pessoal, RH

Em primeiro lugar quem nunca foi pressionado em processo seletivo?

Melhor, quem nunca esteve em um processo seletivo onde foi imposto muita pressão na análise de grupo e individual? Isso pode ser normal e uma importante ferramenta de teste, pois, é quando mais espicha a corda, saberemos o quando mais ela poderá aguentar.

Relato a seguir uma experiência:

Ao abrir um cargo melhor dentro da empresa, não pensei duas vezes e me candidatei a vaga. Vinha já, desde que ingressei na empresa, me candidatando a vagas de ascensão. Quando tive a primeira oportunidade após 1 ano e 3 meses, agarrei ela com muita firmeza. Fui classificado para análise de perfil. Assim, nos 7 dias entre o convite e a entrevista, estudei sobre a vaga interna, os normativos, os produtos da empresa e as atribuições que a vaga teria no processo de expansão da área. Além disso, me debrucei sobre os concorrentes e os principais atributos que cada um tinha. Sentia-me confiante.

Sou uma pessoa que gosta muito de escrever e fazer resumos com esquemas. E fui com umas 10 folhas manuscritas. Estava preparado. No entanto, na parte da manhã eram as dinâmicas de grupo – até ai, tudo bem. Indo bem. Dinâmica de apresentação, testes psicotécnicos (de atenção, personalidade e raciocínio lógico), dinâmicas de trabalho em grupo e liderança.

A tarde, as entrevistas individuais. Fui o primeiro. E ai cometi um grande erro. 1º ERRO. Após as dinâmicas, ao invés de me concentrar e reler o material que tinha preparado, fiquei conversando com o grupo. E não fui para entrevista com a tensão necessária, estava relaxado e tranquilo, o que poderia ser bom, mas isso, não te mantem ligado.

Na entrevista, havia 5 pessoas (2 psicologas, 1 do RH, 2 da área de trabalho) observando e analisando cada detalhe e movimento. Acredito ter acertado na postura corporal: Olhando nos olhos, gestos calculados, posição ereta, mãos sobre a mesa e falando o necessário. Isso, demonstra muito. Porém, como estava relaxado e tranquilo, nas constantes mudanças de perguntas sobre pessoal, trabalho, perspectivas, pretensões, embaralhou minha mente. Sim, não conseguia mais ter o raciocínio rápido que sempre tive. 2º ERRO. E na hora de vender um produto, esqueci do mais importante: dos detalhes do produto. Todos deveriam ter dito a mesma coisa que eu disse, assim, o destaque estaria no detalhe. 3º ERRO. Para explicar coisas simples das dinâmicas e testes não fui firme, não espera perguntas – apesar de serem óbvias – sobre a seleção a pouco ocorrida e, confesso, que balancei na resposta , haja vista que toda alternativa que eu colocasse, poderia ser mal interpretada. E as avaliadoras sempre faziam suposições/insinuações sobre o que tu falava – e muitas vezes distorcidas, e perdia tempo explicando coisas que já tinha explicado. Ao final, não sai com a sensação de boa entrevista, mas sim, de derrota. Fui derrotado pela minha preparação, sim, pois esqueci de entrar na entrevista com o nível de estresse para me deixar ligado. Tive algumas boas sacadas, falei coisas boas, mas não  via a reação positiva quando falava uma dentro. As fora, sempre anotadas.

Portanto, algumas dicas sobre como se portar em dinâmicas: NUNCA  seja sempre o primeiro. Espere, analise, e melhore o que os outros vão falar e agir. Em dinâmicas de grupo, nunca queira ser sempre o mandão, se quiser sugerir, chame a atenção do líder e exponha sua ideia e não se atravesse na discussão.

PS.: Em 30/10/2018 – recebi confirmação de aprovação da entrevista, passando então para a próxima etapa.

Carteira de trabalho não é álbum de figurinhas

RH

Em primeiro lugar até pouco tempo atrás era comum encontrar empregos vitalícios no Japão. Honra e lealdade acima até da produtividade: que cultura! Há também quem tem na sua carteira de trabalho uma verdadeira coleção de “figurinhas” por onde passa. Não saciado por carimbos, empregados rodam para buscar o emprego perfeito. Como isso não existe, a carteira fica sim suja.

Nem sempre vamos encontrar o local perfeito para crescer, aprender, ganhar dinheiro e ter uma vida feliz. As vezes, nunca vamos encontrar. Infelizmente, essa é a realidade. No entanto, tu tem uma chance: a liberdade de buscar ao menos melhores oportunidades.

Como sempre digo, nem tudo são rosas, por isso, aproveite nos lugares por onde passar para ao menos aprender o que não fazer. Aprenda para tentar acertar na primeira. Isso também não é fácil, mas vale a tentativa. Se encontrou o lugar certo, agarre-o com duas mãos firmes (mas não fique cego, pois poderá perder oportunidades melhores).

Por isso, preste atenção na sua carreira. Errar por algum período faz parte, é inevitável.  Então mentalize que tua carreira não pode ser uma coleção de figurinhas, mas sim algo que demonstra evolução, solidez (mesmo que permaneça pouco tempo em um emprego) e amadurecimento.

Por tanto, deixe para colecionar conquistas, e não carimbos em sua carteira, pense seriamente nisso.

Dicas para cursos online: Clica nesta informação do InfoMoney 

Falta trabalho

Empreendedorismo, RH, Sociedade

Em primeiro lugar ouço muito que falta trabalho em nosso país. SIM, falta muito trabalho.

Falta pessoas para trabalharam no campo;

Falta pessoas para trabalharam na lavoura manual do pequeno produtor;

Falta pessoas para trabalharam em serviços manuais;

Falta pessoas para trabalharam em serviços noturnos;

Falta pessoas para trabalharam, … Falta pessoas para trabalharam, …

Não é verdade? Tu para para pensar e percebe que muitos empresários, micro empreendedores e profissionais liberais reclamam que falta gente para trabalhar.

Fábricas sofrem para encontrar profissionais que estão dispostos a trabalhar e aprender um ofício. Muitos generalistas e poucos especificistas.

Baixos salários? Péssimas condições? Hmmm, não sei. Acho que está faltando vontade de aprender e lutar. Lutar para crescer e melhorar. Pessoas que desejam vencer e ser alguém na vida.

Pense nisso. Será que a sua falta de trabalho não está em ti mesmo?