Momento sabático

Administração, carreira, Pessoal

Em primeiro lugar o momento sabático já foi incluído no teu planejamento de vida?

Em partes decidi que 2019 seria um momento de evolução e amadurecimento do meu conhecimento das Ciências Administrativas. Se tudo ocorrer bem, neste ano concluo mais 3 pós-graduações. E assim, totalizando 4. Fiquei muito tempo entre a primeira e estas 3. Se tivesse me organizado melhor financeiramente e emocionalmente, já teria algo em torno de 6. Ainda faltam dois temas para incluir nas especializações (quem sabe ainda não realizo mais duas no segundo semestre do ano).

O que irei comentar agora parecerá contraditório, mas não é. Especialização é sinal que tu vais seguir uma área. No entanto, quem é formado em Administração (que é um generalista) pode sim aprofundar-se em grandes áreas. Pode sim definir grupos de atuação e seguir. Eu defini assim:

Pessoas -> Negócios (Comercial e Estratégia) -> Agronegócio = Capacidade de educação (Ensino do conhecimento acumulado).

Pessoas é o início, é a base. De nada adiante compreendermos a técnica e esquecermos de que precisamos e nos relacionamos com pessoas. E, sempre, sempre tu estarás vendendo: uma ideia, um produto, um serviço ou um trabalho e etc. O êxito também se deve pelo amplo conhecimento de um produto, uma área, uma especialidade. Ao final, nada mais grandioso do que replicar toda tua bagagem de conhecimento.  

De fevereiro a agosto de ano, planejo concluir minhas 3 Pós em andamento: Pós em Gestão da Tecnologia da Informação, Pós em Gestão Comercial e Marketing, e MBA em Agronegócios. E está sendo muito gratificante, pois chego do meu trabalho (resido perto do trabalho e de outras comodidades que me dão tempo), e logo faço um chimarrão bem topetudo e fico ligado nas aulas. Como são todas à distância, tenho compromisso de assistir as aulas todos os dias. Faço os trabalhos online e as provas nos polos. O ensino a distância necessita de muita disciplina. Do contrário, não se aprende nada.

A rotina que criei de trabalho – aula me forneceram apetite para ir à academia e espraiar a mente. Às vezes, corro na Orla do Rio Guaíba e admiro um magnífico por sol. Essa brecha nos estudos e uma dieta equilibrada já me consumiram saudáveis 9kg.

Sendo assim, planeje teu momento sabático. Eu estou sem filhos, sem casa para manter, com energia e tempo. Assim, não há momento mais adequado do que esse. Após ler isso, irá colocar isso nos teus planos?

Faça Pós!

Geral

Em primeiro lugar busque conhecimento, busque qualificar-se, busque titulação.

Alguém irá questionar: mas diploma não resolve nada! De fato, ter um papel de titulação de pouco adianta se o conhecimento dele não for utilizado. E mais, se o conhecimento o diploma não estiver na tua cabeça, o dinheiro foi pelo ralo.

A busca insaciável por conhecimento enalte o homem e alimenta a alma. A maturidade se conquista a passos largos com leituras, cursos e viagens. Realizando cursos EAD´s e comprando livros são métodos econômicos e práticos para subir na vida. Viagens, quando tua estabilidade financeira permitir: aproveite.

Já realizei uma pós na Anhanguera e atualmente estou cursando outra na Uninter, e ambas EAD. E garanto: isso tem me ajudado a crescer como pessoa e profissionalmente. A pós da Uninter estou pagando R$ 280,00 mensais, um investimento alto para meu salário hoje, mas vislumbro no curto prazo ascensão dentro da empresa onde trabalho. E esse investimento já poderá ser diluído.

Mexa o teu dedo e clique abaixo e consulte, faça orçamentos e quebre a inércia.

Anhanguera

Uninter

Cansei de pessoas

Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar cansei de pessoas foi a frase que mais tenho escutado nos últimos anos.

Em partes eu também já cansei de pessoas.

Sim, a palavra certa é cansei mesmo. Fazendo parte anteriormente de um estabelecimento comercial que vendia bens duráveis (carro), acabei nesse período percebendo como as pessoas se comportam, e hoje, ainda mais, trabalhando em uma instituição pública financeira, percebo que pessoas cansa.

Quero aqui fazer um PS.: Quando irei me referir a pessoas aqui, não falo de pessoas/funcionários de uma empresa, acredito ali ser um universo diferente do que vou escrever. O fato é que lidar com pessoas nas organizações é desafiante, motivante e prazeroso.

Ouvindo agora de vários comerciários que “lidar com gente é difícil”, ouvi de um que afirma que irá vender seu comércio dentro de alguns anos e gozar de sua “aposentadoria involuntária”.

Porque atender o público em geral de empresas que atendem público em geral virou carma? Será que só eu percebi isso ou só eu sinto isso? (Empresas com clientes bem segmentados não passam por isso – e fica difícil ter essa percepção do todo). Porque dizer um não para o cliente ou e explicar que as coisas não funcionam como eles acham que funciona é motivo de judicialização de tudo?

Claro que o empresariado não é de todo o santo, mas está ficando difícil competir com o relacionamento truncado com empregados e agora com clientes.

Explicar a um cliente que não dá pra fazer, que a garantia não cobre, que foi mau uso (principalmente em informática – as pessoas acham que sabem mexer em um computador, porém, elas aprenderem mexer em um Windows 95, e hoje os softwares estão mais avançados que um “excluir” leva pro pau toda a máquina), ou qualquer outra coisa. As pessoas não aceitam nada.

É cada vez mais raro quem sabe negociar sem querer ferrar um ou o outro, ou quem só quer fazer um negócio se ganhar grande vantagem a ponto de dizer por aí que logrou o interlocutor da negociação.

Portanto, há desanimo geral, e percebo que as coisas não irão melhorar. A nossa sociedade está ficando oca. E o empresariado cansado. E se houve uma greve geral dos investidores/empresários/mentes pensantes e atuantes, e não movimentassem mais nenhum centavo e um dedo para arriscar em algo, como seria?

Academia Leonardi Vinci

Geral, Política

Em primeiro lugar precisamos voltar a métodos antigos de ensino, aqueles formaram grandes seres humanos. Alguns métodos de hoje protegem e desestimulam os alunos desinteressados. E muitas vezes, frustam os interessados.

Infelizmente, no Rio Grande do Sul, a Educação deixa, a cada ano, mágoas aos saudosos anos gloriosos. A Unidade da Federação precisa revisar seu plano de carreira de professores, pagar proventos merecidos pela categoria, fornecer escolas, e boa estrutura física e didática. Nem irei entrar em formação, pois professor feliz = professor inteligente. Mas aqui no Estado, precisamos, na real, valorizar o professor. Valorizar é ver um professor e gerar um respeito imediato. Pais atuando junto e não contra os professores. Alunos ouvindo e aceitando os professores.

A culpa é da sociedade que inverteu valores. Vende-se os direitos, e guarda-se os deveres. Hoje, os postes estão mijando nos cachorros, e isso não pode acontecer!

Por isso, começo a acreditar que os velhos meios de ensino eram mais eficazes dos que os de hoje. Naquele tempo os professores eram valorizados, respeitados, recebiam bem. Precisamos voltar no tempo, antes que o tempo de mudar venha tarde de mais. Talvez, as academias clássicas de arte tenham muito a nos ensinar, pois foram delas que surgiram grandes nomes da arte! Nomes não, gênios.

Detalhe: Não me refiro aqui a didática do professor em sua interação com os alunos, mas sim, na estrutura como um todo. Pois é esta que está precária.

 

Mas é só um rolezinho

Geral, Política

Em primeiro lugar é uma meia verdade as críticas que a escola recebe, referindo-se que a educação brasileira é falha. Meia verdade, pois se perdeu a educação de casa. A família está ausente, ao menos em partes. Os valores de berço perdem-se a cada dia que passa. Já comentei isso em outro artigo deste blog. Além das leis civis o Brasil necessita urgente de uma lei moral, uma lei de costumes, aliás, de bons costumes. Pois, para inglês ver o rolezinho é uma expressão da cultura brasileira – assim como funk, samba, carnaval, praia, sexo e futebol. Não que o rolezinho não seja, mas não representa a cultura brasileira.

A mudança que ocorre no Brasil é cultural, e por isso palavras mágicas como: “bom dia”, “por favor”, “obrigado”, entre outras, não existem mais no precário português geral falado no Brasil. Observo que as mudanças culturais, onde querem marcar o Brasil como o país da liberdade, extrapolam o que Eu entendo como coerente. Essas mudanças são motivadas pelas músicas que incitam a liberdade a qualquer custo. Entendo por liberdade como sendo: O direito de ir e vir, e o dever de ser sem passar por cima de ninguém ou de alguma coisa; o direito de construir pensamentos a partir de nossas próprias experiências e o dever em agir de acordo com estes pensamentos; o direito de fazer e decidir por meio dos meus valores e o dever de não atrapalhar o direito de outro indivíduo/cidadão.

Outro ponto que penso, esta no fato de não acreditar que ao ouvir uma música, onde diz que um rolezinho é um modo encontrar a liberdade, o indivíduo que ouve irá encontrar a tal liberdade. Entendo que quem está lá no rolé vive em uma prisão interna e entende que indo ao shopping causar pânico sentira-se livre. Por que ele vive uma prisão interna? Pois, na novela e na própria sociedade ele vê um mundo que não está na periferia. E o mundo da novela é o mundo real. E essa busca pelo mundo real – e este mundo real está sim balizado pelos dogmas consumista imperado pelas mazelas do capitalismo – acaba ocorrendo a qualquer custa.

Para ajudarmos nossos compatriotas a saírem de suas prisões internas é necessário investir em escolas de qualidade e em atividades para que esta gurizada possa ocupar a mente com coisas produtivas e possam pensar por si. Dizer que esta geração está perdida ainda é prematuro, pois diziam que a minha geração (a dos anos 90) era a perdida. De fato alguns se perderam, mas a grande maioria deu certo. E não é só investir em escolas, é investir em infraestrutura de vida: TRABALHO, renda, segurança, saúde, educação e um lar.

Outra ajuda, é coibir que a TV aberta brasileira continue sendo esta podridão que é. E que pouco soma a mente das pessoas. Como disse, ela apenas nutri a necessidade de entreter e despertar desejos nos menos favorecidos. Se disser aqui que as músicas que incitam a anarquia deveriam ser coibidas serei taxado das piores coisas possíveis. Mas e porque a crítica a TV passará por sua mente caro leitor e não irá soar (assim penso) como um ato ditatorial? é porque a credibilidade da TV já se foi por água baixo. Quem levou? Não sei.

Até aqui irá se pensar que o rolezinho é apenas coisa de gente pobre da periferia. E até certo ponto pode ser. Mas nas filmagens que vir dos últimos rolés tem muita gente que aparenta ser classe média alta. Digo isso para mostrar que a mudança que ocorre no Brasil é cultural como um todo.

O Brasil caminha a um rumo onde os seus cidadãos serão tão fúteis e de fácil manipulação. Enquanto o rolezinho for considerado “apenas um rolezinho” o país não irá se quer rolar para frente.

As causas do rolé são bem evidentes e as soluções factíveis de serem construídas. O que falta ao país é vergonha na cara para encarar seus problemas como problemas de verdade ao invés de achar que tudo é expressão da cultura popular.