Livros poderosos e o seu Mindset

livros, RH

Em primeiro lugar a crise é uma seara de boas oportunidades. De fato, muitos irão morrer (seleção natural) e muitos negócios irão falir (limpeza natural). Percebendo os fatos e não podendo fugir deles, o que estas fazendo para tentar sobreviver, sair do círculo vicioso e aproveitar oportunidades?

Lendo livros? Cursos online? Terminando estudos e especializações? Destravando o curso de línguas? Preparando para certificações profissionais? Provas de classe?

Estas cuidando do corpo? Academia? Treinos em casa? Dieta equilibrada? Cortando álcool e doces?

Estas cuidando do espírito? Rezando e orando? Meditando? Cultivando o silêncio? Realizando boas ações?

Livros poderes são aqueles que ficam na frente da prateleira de livros. Aqueles que se posta na rede social e indica aos amigos. Recentemente li o livro Mindset de Carol Dweck. Um livro de conteúdo e que te agrega valor pelo conhecimento embarcado. Com certeza, para produzir a imensidão de conhecimento, a autora demandou muito tempo e dedicação A praticidade do aprendizado torna a leitura obrigatória para quem quer ascender na vida. É um livro que é útil para qualquer pessoa que deseja ser o melhor no que faz. Muitas vezes, presos a vícios rotineiros, não percebemos o mundo a nossa volta e permanecemos na marcha ré. Para sermos melhores, as vezes abrir mãos de muitas coisas e focar energia naquilo que gerar resultados. Boa parte do tempo demandamos energia em situações que não agrega nada. Pense nisto!

Além disso, estou intensificando meus estudos no inglês, se tudo ocorrer bem e houver planeta terra, ano que vem, vou postular um intercambio em um país de língua inglesa. Pode ser até as Malvinas Argentinas!

Portanto, com a dica de leitura do Minset friso a necessidade de aproveitar o tempo livre da quarentena para largar na frente. Será impossível ficar aberto até o descobrimento da vacina e de remédio eficaz. Quando a economia voltar a normalidade, qual é a tua posição no grid de largada? Evoluiu ou engordou na quarentena?

Fujam para as colinas

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar, o mundo está um caos social, financeiro e econômico, moral e agora um caos na saúde.

De fato, em 2009 o Influenza A (A Gripe Mexicana ou Gripe Suína) nos abalou também. Me recordo de ir a faculdade de máscara. As 500 mortes no Brasil foram um alerta de como deveríamos nos prevenir.

Ouvindo alguns biomédicos (três para ser mais exato), pude aprender um pouco mais desde mundo de vírus, doenças e epidemias. A então Presidente Dilma, e sua equipe, realizaram um grande trabalho na contenção do Zika Vírus. Que, diferente do Corona Vírus, não mata o hospedeiro. “Doença silenciosa”. Algo de muito valor no trabalho do Governo na época do Zika foi a criação de uma rede rápida de comunicação entre os entes médicos e de saúde pública. Além disso, estrutura física foi ampliada e preparada para detecção de doenças novas e perigosas. E, por isto, quando o surto veio à tona na China, o Brasil rapidamente colheu as informações e conseguiu de antemão saber o que fazer com os doentes. Dia 29/02 o país já sabia o sequenciamento do vírus a partir dos infectados brasileiros. E, isto levou 48 horas! Enquanto muitos países levaram 15 dias.

Na Europa os primeiros casos foram identificados em fim de janeiro. A Itália começou em 19/02. O primeiro caso confirmado no Brasil ocorreu no dia 25/02, durante do carnaval, em São Paulo.

Percebo hoje muitas críticas ao Presidente sobre tudo. Acredito que como primeiro mandatário ele deve estar ao lado do povo, com o povo e a frente do povo (no sentido de dar o exemplo e liderança). De fato, os seus discursos são truncados, mas sempre com muita verdade. E a verdade dói.

Antes de ir para os EUA (e nos EUA eles foram infectados) e ele afirma em um discurso, ao ser questionado sobre, tipo, tem manifestação, vão! Ok, mas não vi ele convocar. Obviamente que quem convocou apoia ele. E as passeadas ocorreram em ambiente de tranquilidade. Diferente do carnaval.

E pouco se fala que tivemos o carnaval! De 21 a 25 de fevereiro milhares de turistas adentraram ao Brasil. E se o Governo tivesse cancelado as festanças do Carnaval? Na Cidade Baixa e Porto Alegre, ao que vi, as pessoas que ali estavam não eram muito favoráveis ao Governo. Se a festa fosse cancelada, o que diriam do Governo? As emissoras que detém os direitos televisivos da festança iam concordar?

Percebo que o discurso do Governo Federal é equilibrado. Sem causar pânico, vamos conter a epidemia e fazer com que nem todos fiquem doentes ao mesmo tempo. Os reforços de dinheiro liberados foram calculados com sensatez. O país que preferiu investir em países amigos, e fazer Pan, Copa do Mundo e Olimpíadas agora sangra novamente recursos para conter o surto. Mais uma vez, a conta virá salgada. E é por isso que as coisas devam ser feitas com uma gestão correta.

A histeria nos leva ao pânico. Limpar o álcool em gel dos supermercados, saquear e fazer coisas sub-humanas, etc.

Ao meu ver, as fronteiras deveriam ter sido totalmente fechadas. Quem está aqui está, quem não está, não está. Infelizmente seria isto para blindar o país. Além disso, as pessoas deveriam proteger-se pessoalmente melhor e voltar a ter hábitos de higiene melhor. Porém, a quarentena para muitos foi férias. E, muitos se sentem especiais e acha que podem descumprir orientações.

A entrada do vírus no país e mortes é inevitável. Mitigar o risco é o caminho. Mas, logo adiante, sofreremos. A Influenza matou cerca de 500 pessoas no Brasil e a vida seguiu. Porém, após o Covid19 uma recessão virá. E, teremos outro grande problema para lidar se não soubermos como lidar bem com a doença.

De fato, estar longe de casa não é fácil. Mas, se precisamos sacrifícios para o bem de todos deveríamos assim os realizar. Portanto, fujam para as colinas! No sentido de que se cuidam, façam o necessário para ficarem bem e não atrapalhem.

Velha política: não vale a pena ver de novo!

Política, Sociedade

Em primeiro lugar trocaram os políticos, mas não a política.

Assistindo e analisando os últimos fatos do nosso cenário político é de não acreditar os “intéresses” que alguns congressistas almejam para as negociatas das reformas. Em 22/02/2019 assisti a entrevista do Rodrigo Maia a Miriam Leitão na Globo News, e ali percebi que a coisa ia degringolar. Foi impossível não perceber que há o interesse por “participar do governo” com cargos e emendas para as bases eleitorais. Apesar do Planalto desejar orientar a condução da sua proposta no Congresso (tendo em vista que deseja efetivar uma verdadeira economia com a proposta), não coloca o Congresso na obrigação de praticar a velha política do “toma lá, dá acá”.

Evidentemente, o Planalto deve dialogar, aproximar-se dos congressistas e criar convergências. Além disso, o Presidente deve focar mais na realização de uma verdadeira reforma na Previdência e não ceder. Percebi muitos congressistas saindo ao ataque, mas o Bolsonaro deverá seguir agindo com firmeza e manter uma máquina estatal eficiente e próspera.

O Maia foi reeleito e ele sabe que não teve chancela do Planalto. Faz parte. Mas ele também não tem um affair com Bolsonaro. Faz parte.

Percebendo as propostas, concluo que todos irão dar um pouco para melhorar a saúde financeira da Previdência administrada pelo INSS (tanto nos regimes RPPS e RGPS). E o melhor é os políticos, militares e grandes devedores também terão sua cota de contribuição. Classes que muitas vezes eram intocáveis.

Portanto, ficarei na torcida e na pressão para que os congressistas parem de mamar e encarem as reformas essenciais para nosso país com a seriedade que o cargos impõe.

PS.: Previdência não é benefício social. Mas, os contribuintes dos regimes merecem o amparo social. Repito: Contribuintes! Ou seja, quem recolhe para o fundo para se aposentar e paga as despesas administrativas.

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.

Morrendo por inanição ou mutismo seletivo

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar se está ruim no Brasil hoje (onde a solução para esta parada dos caminhoneiros é de curtíssimo/curto prazo – mas deveria ser uma solução de longo de prazo), imagina na Venezuela onde talvez, e se for possível, a solução para o desabastecimento geral será no longuíssimo prazo.

De fato, é bom também para a população ver e sentir na pele a dificuldade de uma verdadeira crise prática – que é o desabastecimento. A crise econômica supera-se, é ciclo (ou deveria ser). Agora, faltar produtos essenciais, e até mesmo o supérfluo, o furo é mais embaixo.

É bom por qual motivo? É bom para darmos valor a pequenas coisas, para darmos valor a pessoas que muitas vezes não vemos ou ofendemos sem motivo. É bom para termos consciência de qual governos merecemos ter e o que deveríamos ter. É bom para entendermos que linha econômica/estrutural/política precisamos ter para o Brasil fazer justiça a posição de economia mundial hoje ocupada por nós.

Antes que me critiquem por estar hoje em uma empresa pública (sou celetista com CLT e não estatutário), penso que se o Estado tiver empresas públicas, elas devam ser integradas a economia e lucrativas. E assim deve ser nossa economia. Motivada a ser lucrativa, investidora e com empregos.

A greve é perfeita e totalmente plausível.

Mostra que erros do passado na infraestrutura e no modal de transportes, hoje nos penalizam por evidenciar que o país não fez nada para que os caminhoneiros tivessem condições de trabalhar. E o contesto de incompetência com o uso dos altos e errados impostos, e da discriminada corrupção sistêmica, deixaram o país com um alto passivo e custo. Estar no Brasil é caro. Paga-se mal e caro. Sim, os impostos estão errados, alíquotas equivocadas, e voltando ao assunto do paragrafo, o Estado não faz por merecer tanto poder e dinheiro. O custo Brasil, é pago duplamente.

Então, vamos esperar o país morrer por inanição ou mutismo seletivo?

 

Cansei de pessoas

Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar cansei de pessoas foi a frase que mais tenho escutado nos últimos anos.

Em partes eu também já cansei de pessoas.

Sim, a palavra certa é cansei mesmo. Fazendo parte anteriormente de um estabelecimento comercial que vendia bens duráveis (carro), acabei nesse período percebendo como as pessoas se comportam, e hoje, ainda mais, trabalhando em uma instituição pública financeira, percebo que pessoas cansa.

Quero aqui fazer um PS.: Quando irei me referir a pessoas aqui, não falo de pessoas/funcionários de uma empresa, acredito ali ser um universo diferente do que vou escrever. O fato é que lidar com pessoas nas organizações é desafiante, motivante e prazeroso.

Ouvindo agora de vários comerciários que “lidar com gente é difícil”, ouvi de um que afirma que irá vender seu comércio dentro de alguns anos e gozar de sua “aposentadoria involuntária”.

Porque atender o público em geral de empresas que atendem público em geral virou carma? Será que só eu percebi isso ou só eu sinto isso? (Empresas com clientes bem segmentados não passam por isso – e fica difícil ter essa percepção do todo). Porque dizer um não para o cliente ou e explicar que as coisas não funcionam como eles acham que funciona é motivo de judicialização de tudo?

Claro que o empresariado não é de todo o santo, mas está ficando difícil competir com o relacionamento truncado com empregados e agora com clientes.

Explicar a um cliente que não dá pra fazer, que a garantia não cobre, que foi mau uso (principalmente em informática – as pessoas acham que sabem mexer em um computador, porém, elas aprenderem mexer em um Windows 95, e hoje os softwares estão mais avançados que um “excluir” leva pro pau toda a máquina), ou qualquer outra coisa. As pessoas não aceitam nada.

É cada vez mais raro quem sabe negociar sem querer ferrar um ou o outro, ou quem só quer fazer um negócio se ganhar grande vantagem a ponto de dizer por aí que logrou o interlocutor da negociação.

Portanto, há desanimo geral, e percebo que as coisas não irão melhorar. A nossa sociedade está ficando oca. E o empresariado cansado. E se houve uma greve geral dos investidores/empresários/mentes pensantes e atuantes, e não movimentassem mais nenhum centavo e um dedo para arriscar em algo, como seria?

Ta tudo errado

Política, Sociedade

Em primeiro lugar não consigo compreender como o não trabalho, o não progresso, a não segurança própria, a não liberdade de ter as coisas, o não dever de cumprir as normas/leis, estão tão em voga hoje.

Nunca esteve tão presente de que pensar e ser diferente dos demais é errado. Veja bem, a maioria sempre “oprimiu” a minoria. Agora a minoria tem voz e critica a maioria por pensar diferente. Oras, então depois de tudo quem deveria dar o exemplo não dá!

Ouço muito que ser católico está errado. Oras, os evangélicos só criticam os católicos para se autopromoverem. A Igreja Católica fez coisas erradas sim. E não pode ser até hoje crucificada por vender pedaços no céu, ou pela Inquisição. Pois, hoje, outros fazem a mesma coisa. E pior, muito mais. E hoje tanto Igreja Católica como outras instituições religiosas seguem cometendo erros humanos na gestão das organizações.

A prole só critica o empresariado por “n” motivos. Mas em grande parte dos postos de trabalho, o empregado não produz o mínimo para o patrão o pagar. Então, logicamente, quem não produz o mínimo, esta fora do mercado. Isso é radical? Não. Pois, imaginamos que ele tivesse 5 ha de terra, ele teria que dali sobreviver e viver (Após quase 30 anos de governos centro esquerda a reforma agrária não saiu do papel, porque?). Será que esse mesmo trabalhador que não é produtivo, produziria ali o mínimo? Talvez não. Então, o Governo irá fazer os produtivos renderem por esse também. Porém, se vivêssemos em um local onde o trabalho fosse mais valorizado, talvez o improdutivo tivesse ajuda para achar seu trabalho ideal, mas que jamais seria carregado por alguém. E detalhe, o salário mínimo brasileiro não dá condições para ninguém sobreviver com dignidade – bons pagando pelos maus. Inclusive pelo alto Custo Brasil. (Terraço Economico)

Ouço que o cidadão não pode portar armas. Bueno, de fato se TODOS não portasse seria melhor. Mas o crime não entra no TODOS. Então, porque eu não posso ter uma arma? Não como nos EUA onde qualquer um compra uma arma de exército, mas uma espingarda 12′, uma pistola, um rifle 9′ caem muito bem para quem quer defender sua residência, seus bens e sua vida. Do contrário, não precisa ter mais direito de propriedade privada. Pois, se o direito não dá mais o direito, então voltamos a época onde se conquistava terras e posses, ouro e economias, carne e comida via guerras/lutas e saques.

E pra adicionar ainda, vivemos uma época que uma nova cultura é nos imposta a força. Introduzir santo na vagina é lindo, opinar que trans no vôlei está equivocado é extremamente feio. Gostar de Cazuza, Ney Mato Grosso, Freddie Mercury (alguns bons cantores que admiro e que lembro de sua opção sexual) porque são bons e não porque são gays é normal. Engolir Pabllo Vittar como cantora revelação do ano de 2017 e criticar isso é ser homofóbico. Auto lá: Eu penso que ele/ela tem destaque muito mais por representar um grupo de pessoas, aliás, a fama dela se deve ao conjunto do personagem; não por ser uma boa cantora. Agora isso sim é plausível de admiração, pois com uma boa jogada estratégica alavancou sua carreira de cantora de uma música só, e assim tem”Ibope”.

A vida hoje ta muito mimimi. Tu tem que se cuidar do que fala, ninguém leva na brincadeira, tudo é sério, processo, fórum, acusação, textão no facebook, etc.

Já escrevi sobre este tema anteriormente, mas escrevo novamente para frisar que vivemos uma erra de mimimi, de não trabalho, onde todos são crucificados pro tudo e por todos que estão em cima do muro.

Quem dera possamos viver em um lugar livre, com menos impostos, e sem ter que sustentar todos que não fazem o mínimo para sobreviver e etc.