Carreira e Finanças [1]

carreira, dinheiro

Elas nunca estiveram separadas, então se liga nisso!

Em primeiro lugar, sempre almejei possuir uma carreira profissional exitosa. Ou como empreendedor ou em algum segmento sendo reconhecido como um excelente empregado. No entanto, minha vida financeira sempre andou de lado, um pouco bagunçado na verdade. E é sobre a ligação de prosperidade na carreira e finanças pessoais que desejo aqui tratar hoje.

Gosto muito de ler, e dentro estas leituras, já passou e minhas mãos autores como Paulo Vieira, Gustavo Cerbasi, o livro Pai Rico, Pai Pobre é bem transformador, entre outros livros e autores. Além de ler, ultimamente, tenho acompanhado alguns canais no Youtube: Me Poupe! e Primo Rico principalmente. Porém, terminei a pouco de ler o livro da Nathalia Arcuri, e dentro todos o que já li, ouvi, me senti bem motivado com sua linguagem e exemplos. Pois, seu objetivo não é demonstrar onde está os melhores investimentos, mas foca no seu comportamento para a riqueza.

Juntando tudo o que já sei sobre o assunto de finanças pessoais, compreendi (ao ler o livro da Nathalia) que a carreira só terá sucesso se acompanhado com evolução financeira. Parece óbvio, mas muitas vezes não é. Quando eu ganhava mais, elevava gastos. Do pouco que tenho aplicado, são em previdência privada (me preocupo em ter sim um INSS meu no futuro, e não encaro esta previdência, que iniciei logo após assinar a carteira pela primeira vez, como um investimento por si só). Realizando algumas contas, chego por baixo a R$ 12 mil torrados em coisas que estão jogadas no galpão da minha casa. Tenho um pequeno terreno, um up! TSI e um consignado no valor do terreno de brinde. E alguns consórcios que quitei para receber. A minha previdência não está muito gorda, e é só.

Iniciei a pouco tempo a carreira bancária em um banco público. E compreendi agora (aquilo que já sabia mas não executava) o poder do dinheiro e da necessidade de guardar, poupar e investir parcela considerá-vel do meu provento.

Portanto, iniciarei uma série de posts contando sobre minha carreira (nova), minha ascensão nela, e sobre como irei lidar agora com o novo aumento e uma nova estrutura de custos fixos que terei que ter e o que irei fazer para investir. Fiquem ligados no blog!

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.

Pessoas ricas não fazem cocô

Geral, Pessoal

Em primeiro lugar desde pequeno pensava que as pessoas ricas não faziam cocô.  De fato, ouvi várias pessoas relatarem tal pensamento, que é no mínimo estranho, e nojento.

De fato, o dinheiro transforma as pessoas. A imagem que o dinheiro passa é: limpeza, poder e mais poder, felicidade, e paz. As pessoas ricas transparecem ar de sofisticação, de beleza divina, singeleza de realeza, e superioridade aos mortais, que é impensável que façam cocô. Impensável que algo tão impuro, sujo e terreno seja feito pelos detentores de grandes fortunas. No entanto, será que na prática pessoas ricas não fazem cocô? Será que meu pensamento de criança não está certo? Mais que um devaneio de criança, essa reflexão mostra o quão distante da realidade nossa sociedade tem estado.

Imaginar que algum ser humano pudesse realizar tal façanha, é na real imaginar que ricos são deuses. A vida terrena e justiça dos mortais não se aplica aos detentores de fortunas. O dinheiro, como muitos falam, é o caminho mais curto para a felicidade. Em partes é. Mas não em sua totalidade. De nada adianta dinheiro para a vida, sem vida para o dinheiro. Enquanto a fantasia da felicidade do dinheiro move as pessoas, seu próprio “eu” se engana, e como se vivesse em um mundo surreal, os danos da ganância não são percebidos.

Provavelmente o que digo não se aplica a todos. E há muitos endinheirados que limpam sua própria privada. Sim, eles fazem cocô e as limpam! Que máximo: são deuses que preferem viver entre os mortais. Talvez essa seja uma vida feliz. Talvez esse seja um modelo de vida interessante. Sei que nada sei, já disseram uma vez. Se pessoas ricas fazem ou não cocô, é uma eterna reflexão. E prefiro seguir pensando que não, para que eu possa seguir como mortal.