Eleições sim

Política, Sociedade

Em primeiro lugar depois de mais uma redemocratização no Brasil, acredito que essa será a eleição mais interessante desde então.

Infelizmente hoje estamos com ódio no coração da esquerda e direita do país. É, não deveria ser assim. Parece que quem está no poder tem sede/projeto de perpetuação no poder a qualquer custo. E parece que quem não está no poder só joga contra desconstruindo o que se faz de bom. Mas o que mais me intriga não é isso, é ver a direita ser esculachada de todos os lados, como se o certo é ser de esquerda, como se ela tivesse vencido a disputa em 1989.

Cada dia que passa, estou mais convencido de que a nossa sociedade foi moldada nas últimas duas décadas (1990 e 2000) para que o socialismo fosse dito como o único caminho certo. A educação das crianças já vem sendo moldada nesse sentido. Estes dias eu ouvi de uma pessoa que o Nazismo foi de direita, eu interpolei de que talvez não fosse bem assim, e ela respondeu: “mas então tu vais me dizer que não houve o holocausto? ”. Desde quando ser de direita é sinônimo de holocausto, ou melhor então, foi só a direita que matou sem sentido? Coitado dos Russos, Chineses e mais recentemente do tio de Kim Jong-um o Jang Song-thaek.

Enquanto escrevia este post, escutava o documentário do Sila da Conceição, e caiu como uma luva e inspiração enquanto escrevia. Um grande exemplo de superação, determinação e inteligência e a não aceitação do status quo podem transformar vidas.

Estas eleições, podem ser uma oportunidade para a sociedade brasileira virar à direita. Talvez não com o governo de direita ideal, mas ao menos um que comece a virar nosso leme. Porém, infelizmente, partidos de direita surgiram agora (mais de duas décadas demoraram) com mais vigor. Na realidade, no Brasil são pouquíssimos partidos de direita, e a direita também não está nada organizada e aparelhada como a esquerda. Um estado livre, menos inchado, com autarquias atuando no desenvolvimento (assim como fez a Coréia do Sul), menos impostos, impostos mais fáceis de pagar, que a renda do trabalhador fosse menos carregada de IR, que a sociedade não vivesse na insegurança e morrendo nos hospitais, que trabalhar não é feio, ter capital não é crime, ter terras não é atraso, produzir não ser um fardo, que os direitos venham com deveres, que a honestidade valia mais que a incompetência, que haja respeito pelos símbolos nacionais, que seja uma democracia da maioria, que a minoria seja respeitada sem massacrar a maioria, que a minoria tenha liberdade e oportunidades iguais a todos, que os crime sejam punidos severamente, que a justiça e a polícia sejam valorizados e respeitados, que as pessoas conquistem seus espaços por merecimento das oportunidades que surgirem, que as pessoas respeitam a cultura e a religião como algo que sempre teve ao lado de todos.

E resumo dizendo, podem falar o que quiser, mas “tudo mundo” corre para os Estados Unidos da América para ter “liberdade”, oportunidade e dinheiro. É cômico ver pessoas imersas no comunismo e quando conquistam a liberdade aproveitam o máximo, mas dizem que lá no seu país está certo (experimente prender um carro por um longo tempo em uma corrente e depois solte ele – essa é a sensação). Mas não tem mais a postura socialista permeada, e passam a gozar as benesses da liberdade, do capitalismo e do dinheiro. Certo ou errado, o capitalismo venceu e se provou melhor. Mazelas há nos dois sistemas, e em um mundo cada vez mais velho, “mais previdência” e mais competição por trabalho, não há espaço para o cabresto do comunismo vencer a necessidade de evolução. É cômico ver pessoas que venceram na vida, ganham bem, e hoje gozam de uma vida confortável, mas que não doam nem 20 pila para uma rifa. Ou, quando questionadas, mostram que suas famílias vivem totalmente a margem dos que mais precisam – nem sequer para praticar filantropia. Mas, defendem o socialismo. E detalhe, venceram na vida sem ajuda de ninguém! Imagina se não tivessem essa liberdade para isso? Se não tivessem força de vontade? Se não tivessem conhecimento e atitude? Iriam querer que o Estado fizesse isso, pois, assim defendem para os outros. Como se fosse que viver com R$ 954,00 por mês fosse algo de bom tamanho.

E ainda cabe dizer, que conservadorismo há de direita e de esquerda. Reflita, mesmo perdendo em 1989, os países de esquerda tampouco fizeram valer o nome democracia em seus nomes. Ou seja, a esquerda conservadora não larga do osso também.

PS.: Atualizando hoje 05/10/2018

Ontem no último debate dos presidenciáveis (diga-se de passagem que o da Band foi melhor do que este da Globo) esqueceram de bater sobre os maiores esquemas de corrupção que destruíram as finanças do Tesouro, das empresas Estatais, e fragilizaram a economia. O partido que fez isso saiu praticamente ileso! Horas, a que ponto chegamos neste país? Roubou, mas fez – “tá serto”. Fins justificando os meios… Que país é esse?

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Foto por Jens Johnsson em Pexels.com

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.

Ta tudo errado

Política, Sociedade

Em primeiro lugar não consigo compreender como o não trabalho, o não progresso, a não segurança própria, a não liberdade de ter as coisas, o não dever de cumprir as normas/leis, estão tão em voga hoje.

Nunca esteve tão presente de que pensar e ser diferente dos demais é errado. Veja bem, a maioria sempre “oprimiu” a minoria. Agora a minoria tem voz e critica a maioria por pensar diferente. Oras, então depois de tudo quem deveria dar o exemplo não dá!

Ouço muito que ser católico está errado. Oras, os evangélicos só criticam os católicos para se autopromoverem. A Igreja Católica fez coisas erradas sim. E não pode ser até hoje crucificada por vender pedaços no céu, ou pela Inquisição. Pois, hoje, outros fazem a mesma coisa. E pior, muito mais. E hoje tanto Igreja Católica como outras instituições religiosas seguem cometendo erros humanos na gestão das organizações.

A prole só critica o empresariado por “n” motivos. Mas em grande parte dos postos de trabalho, o empregado não produz o mínimo para o patrão o pagar. Então, logicamente, quem não produz o mínimo, esta fora do mercado. Isso é radical? Não. Pois, imaginamos que ele tivesse 5 ha de terra, ele teria que dali sobreviver e viver (Após quase 30 anos de governos centro esquerda a reforma agrária não saiu do papel, porque?). Será que esse mesmo trabalhador que não é produtivo, produziria ali o mínimo? Talvez não. Então, o Governo irá fazer os produtivos renderem por esse também. Porém, se vivêssemos em um local onde o trabalho fosse mais valorizado, talvez o improdutivo tivesse ajuda para achar seu trabalho ideal, mas que jamais seria carregado por alguém. E detalhe, o salário mínimo brasileiro não dá condições para ninguém sobreviver com dignidade – bons pagando pelos maus. Inclusive pelo alto Custo Brasil. (Terraço Economico)

Ouço que o cidadão não pode portar armas. Bueno, de fato se TODOS não portasse seria melhor. Mas o crime não entra no TODOS. Então, porque eu não posso ter uma arma? Não como nos EUA onde qualquer um compra uma arma de exército, mas uma espingarda 12′, uma pistola, um rifle 9′ caem muito bem para quem quer defender sua residência, seus bens e sua vida. Do contrário, não precisa ter mais direito de propriedade privada. Pois, se o direito não dá mais o direito, então voltamos a época onde se conquistava terras e posses, ouro e economias, carne e comida via guerras/lutas e saques.

E pra adicionar ainda, vivemos uma época que uma nova cultura é nos imposta a força. Introduzir santo na vagina é lindo, opinar que trans no vôlei está equivocado é extremamente feio. Gostar de Cazuza, Ney Mato Grosso, Freddie Mercury (alguns bons cantores que admiro e que lembro de sua opção sexual) porque são bons e não porque são gays é normal. Engolir Pabllo Vittar como cantora revelação do ano de 2017 e criticar isso é ser homofóbico. Auto lá: Eu penso que ele/ela tem destaque muito mais por representar um grupo de pessoas, aliás, a fama dela se deve ao conjunto do personagem; não por ser uma boa cantora. Agora isso sim é plausível de admiração, pois com uma boa jogada estratégica alavancou sua carreira de cantora de uma música só, e assim tem”Ibope”.

A vida hoje ta muito mimimi. Tu tem que se cuidar do que fala, ninguém leva na brincadeira, tudo é sério, processo, fórum, acusação, textão no facebook, etc.

Já escrevi sobre este tema anteriormente, mas escrevo novamente para frisar que vivemos uma erra de mimimi, de não trabalho, onde todos são crucificados pro tudo e por todos que estão em cima do muro.

Quem dera possamos viver em um lugar livre, com menos impostos, e sem ter que sustentar todos que não fazem o mínimo para sobreviver e etc.

 

Eu me visto mal

Pessoal

Em primeiro lugar eu uso muito as mesmas roupas. Sim, em uma linguagem popular eu bato bem minhas roupas. Se algum dia tiver oportunidade de comprar roupas com padrão de qualidade superior – roupas de marca, talvez eu compre. Mas, mesmo assim, não terei milhares de unidades. Em suma tenho poucas peças, peças boas e peças de lida.

Trabalho com vendas e procuro ir sempre bem arrumado, com boas roupas e sempre bem limpas. A aparência é a alma da venda (papos furados do contrário serão difíceis de aceitar. Claro que se não houver conteúdo, não haverá recompra)

No entanto, a vida não é de aparências. E hoje, em nossa sociedade, a aparência ganhou vida e passou a ser.

Precisamos ter consciência, precisamos ter consciência de que um consumo por necessidade é mais salutar do que o consumo pelo consumo. A compra consciente gera riqueza, a compra por impulso geram apenas borrifadas de perfume. Quando se adota consciência, é possível que se seja sempre uma mesma pessoa. As vezes me sinto dois. O nosso mundo hoje é dois: o virtual e o físico. A aparência e a realidade. Devemos saber onde queremos estar.

Eu bato muitos minhas roupas, tenho blusões de quando era adolescente! Sem contar nas camisas do colégio (que hoje guardo mais como recordação) e meias. Em casa adoro usar meia velha. Para trabalhar uso carpim de primeira.

Este post talvez não chegue a lugar algum, mas o objetivo é nos fazer pensar: como é meu modo de vestir? Em que mundo tu vive? As respostas estão dentro do teu bolso…