Carreira e finanças [3]

carreira, Finanças

Em primeiro lugar após muitos anos de tentativas, compreendo e consigo agora inverter o jogo: fazer o dinheiro trabalhar a meu favor.

Recentemente li alguns artigos que conceituam os millennials (uma das últimas gerações registradas e estudadas pelo mundo teórico/acadêmico que compreende quem nasceu nos anos 2000*) e percebi um padrão no entendimento teórico desta geração de como lidam com dinheiro e bens, e o consumo de modo geral. Bem como, o modo como encaram o trabalho. Com algumas exceções, a geração acredita: tudo está fácil, o trabalho não pode ser árduo, comprar depois pagar (e não guardar para depois possuir), experiências > estabilidade, carpe diem.

Dados que corroboram para isso é na mudança do padrão de consumo destes jovens, como o baixo interesse por bens duráveis, o alto nível de endividamento desta juventude e gastos desenfreados em viver. A maior parte dos jovens é aterrorizada pela maior propensão ao desemprego. Sem experiência, e com interesse maior no whatsapp (muitas vezes) as empresas escolhem os mais velhos.

Nasci no ano de 90. Confesso, que apenas aos 28 anos obtive êxito e virei o jogo financeiro da minha conta bancária. Está mais azul do que vermelho. Eu parecia um millennials.

Quando inverti a lógica da qual imagino que para sobrar mais, preciso ganhar mais. Assim, corri nesta linha. Focar em apenas cortar gastos é míope, entristecedor e muitas vezes não atinge o efeito necessário. Assim, busquei oportunidade para ganhar mais e liguei o “modo econômico”. Mantive apenas gastos (alguns até ampliei) que geram e irão gerar algum retorno:

  1. Saúde (Acompanhamento com nutricionista (novo gasto); academia (seguiu); plano de saúde (seguiu); seguro de vida (seguiu));
  2. Bem estar (Reduzi gastos com comidas em locais bacanas; mantive idas ao cinema; sigo comprando livros (no mesmo ritmo); reduzi – até zerei – gastos com coisas que gostava de comprar;
  3. Alimentação (Faço comida em casa e levo ao trabalho, eventualmente almoço em restaurante, não compro mais besteiras para comer, reduzi drasticamente o consumo de cervejas e afins);
  4. Vestuário e higiene (Parei de gastar de modo geral, não compro! Apenas o estritamente necessário);
  5. Procuro promoções e procuro comprar coisas boas que duram (guardo para comprar ou compro a vista, ou ainda, em último caso em parcelamentos curtos);
  6. Conhecimento (Ingressei em outra Pós-Graduação, assinei periódicos e jornais de meu interesse, e estou buscando ler sobre minha área de atuação).

Esse modo econômico tem me levado a sobrar recursos para poupar (maior parte dos recursos vão para renda fixa) e uma parte menor para investimentos em renda variável. Não é expressivo, mas os valores que auferi já me animam para seguir guardando. Para seguir minguando nos gastos desnecessários, pedindo descontos, não comprando onde for mal atendido ou o produto não tem qualidade.

Portanto, compreendo que cada vez mais carreiras e finanças andam lado a lado. E quem sabe tu não pode buscar ganhar mais e ligar o teu modo econômico. Boa sorte!

*Alguns argumentam ainda que estes poderiam ter nascido nos anos 90. Porém, percebe uma melhor conceituação dos que nasceram nos anos 2000.

Carreira e Finanças [2]

carreira, dinheiro

O teu salário e o teu esforço

Em primeiro lugar muitas pessoas não valem o que ganham. Já pensou nisso? O teu esforço, trabalho e resultado gerado pagam o que tu ganhas?

Provavelmente, tu está pensando…

E chegou a conclusão que sim! Mas, muitas vezes não estamos certos.

E quando tu começa a compreender isso, há a facilidade de enriquecer. Quando se pensa na geração de valor por meio do serviço que tu presta, tu compreende o teu valor no mercado. E, conhecendo esse valor de mercado, tu pode galgar cargos e empregos melhores.

Faça a conta, e compreenda quanto tu custa pra empresa, e quanto os teus negócios (produtos produzidos, serviços prestados, e etc.) geram de retorno para a empresa. Ao chegar essa conta, se o saldo for positivo para a ti, ou seja, tu ganha menos do que produz: ótimo! É sinal que tu podes galgar coisa melhor. Se a conta que fizeres for negativa, cuidado, alguém pode te substituir.

Buscando melhores oportunidades e melhores salários, controlando os gastos, poderá evoluir em seu patrimônio. Poderá investir em melhores cursos, viajar, ter bens, usufruir de bons serviços e aproveitar a vida.

Somos sempre vendedores

RH

Em primeiro lugar, somos sempre vendedores

Independentemente da função ou da profissão estamos sempre vendendo. Sou (foi ativamente no passado, hoje não estou operando) bombeiro voluntário, e algo que sempre cuidamos foi da nossa imagem. Fazer o correto, fazer de modo certo, transparecer organização e preservar nossa postura utilizando palavras e expressão corporal calculadas. A final, a comunidade deveria olhar para o nosso serviço como algo voluntário mas não amador.

E é nesse ponto que quero a tua atenção para sempre, mas sempre mesmo, ser um bom vendedor.

Recentemente terminei de ler o livro autobiográfico “Os Segredos do Lobo” de Jordan Belfort (Editora Planeta). E confesso que foi o melhor livro de vendas que tive contato nos últimos anos. Melhor pois o autor explica com detalhes coisas que nos cursos nos dizem apenas. Por exemplo, falam muito hoje em criar rapport, porém detalhes da postura do atendimento/interação com o cliente são (muitas vezes) tangenciados em cursos de vendas. E muitas vezes fogem pela tangencia pelo simples fato de quem ministra o curso não ser um vendedor com prática, mas alguém que estudou tal conceito e aplica. Na real, esse palestrante é um bom vendedor, pois mesmo sem experiência te convenceu a ir no curso dele (risos). Deboches a parte, antes de fazer um curso de vendas, vasculhe na internet quem é o ministrante. E procure cursos concorrentes também.

Portanto, cuide sempre de sua postura, linguagem verbal e não verbal, das redes sociais, da sua carreira, das suas atividades extras profissionais (de dia é corretor, e de noite coordena o tráfico na rua – isso não combina neh!). Bem como, procure sempre ser ético e sempre cumprir os acordos, pequenos e grandes firmados com o interlocutor.

Procure no Google: livros sobre vendas, cursos de vendas, pós-graduações em área comercial, imersões sobre vendas. E simplesmente aprofunde-se ao máximo para ser um bom vendedor, sempre promovendo sua imagem frente a sua rede de relacionamentos. Seu marketing pessoal é tudo!

Carreira e Finanças [1]

carreira, dinheiro

Elas nunca estiveram separadas, então se liga nisso!

Em primeiro lugar, sempre almejei possuir uma carreira profissional exitosa. Ou como empreendedor ou em algum segmento sendo reconhecido como um excelente empregado. No entanto, minha vida financeira sempre andou de lado, um pouco bagunçado na verdade. E é sobre a ligação de prosperidade na carreira e finanças pessoais que desejo aqui tratar hoje.

Gosto muito de ler, e dentro estas leituras, já passou e minhas mãos autores como Paulo Vieira, Gustavo Cerbasi, o livro Pai Rico, Pai Pobre é bem transformador, entre outros livros e autores. Além de ler, ultimamente, tenho acompanhado alguns canais no Youtube: Me Poupe! e Primo Rico principalmente. Porém, terminei a pouco de ler o livro da Nathalia Arcuri, e dentro todos o que já li, ouvi, me senti bem motivado com sua linguagem e exemplos. Pois, seu objetivo não é demonstrar onde está os melhores investimentos, mas foca no seu comportamento para a riqueza.

Juntando tudo o que já sei sobre o assunto de finanças pessoais, compreendi (ao ler o livro da Nathalia) que a carreira só terá sucesso se acompanhado com evolução financeira. Parece óbvio, mas muitas vezes não é. Quando eu ganhava mais, elevava gastos. Do pouco que tenho aplicado, são em previdência privada (me preocupo em ter sim um INSS meu no futuro, e não encaro esta previdência, que iniciei logo após assinar a carteira pela primeira vez, como um investimento por si só). Realizando algumas contas, chego por baixo a R$ 12 mil torrados em coisas que estão jogadas no galpão da minha casa. Tenho um pequeno terreno, um up! TSI e um consignado no valor do terreno de brinde. E alguns consórcios que quitei para receber. A minha previdência não está muito gorda, e é só.

Iniciei a pouco tempo a carreira bancária em um banco público. E compreendi agora (aquilo que já sabia mas não executava) o poder do dinheiro e da necessidade de guardar, poupar e investir parcela considerá-vel do meu provento.

Portanto, iniciarei uma série de posts contando sobre minha carreira (nova), minha ascensão nela, e sobre como irei lidar agora com o novo aumento e uma nova estrutura de custos fixos que terei que ter e o que irei fazer para investir. Fiquem ligados no blog!

saber, saber fazer, relacionar-se

Carreira – faça o seu destino

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar articular para ter sua carreira é possível.

Alguns pensam que sucesso na carreira depende apenas de QI. De fato, sim QI: Inteligência do saber, do saber fazer e do saber se relacionar. Pouco adianta ter uma inteligência elevadíssima, saber fazer e não se relacionar bem com as pessoas (superiores, clientes, colegas, subordinados e qualquer pessoa que passe pela tua frente). E é ai que as pessoas confundem QI. Bem como, de nada adianta quem sabe se relacionar mas é burro e só faz retrabalho. Esses puxa-sacos, podem subir, ir longe, mas qualquer um verá que é um saco vazio.

Independentemente de onde esteja, articule para crescer. Certa vez, conheci a história de um vendedor das Casas Bahia (ainda quando ela existia no Rio Grande do Sul) e que foi garimpado e foi vender carros. Subiu, e se tornou vendedor de carros premium da marca a qual trabalhava. E mais, era um dos melhores vendedores da marca no RS. QI? Acho que não. Casualmente conheceu um gerente da empresa. O gerente gostou do trato do vendedor das Casas Bahia- mesmo não comprando na loja e sem saber quem era o interlocutor. Após, o gerente avisou que havia vaga para vendedor de carro. E o tal vendedor lá foi para o processo seletivo. E o resto vocês já imaginam. 

Portanto, mentalize os três pilares para seguir e as coisas naturalmente vão fluindo: saber, saber fazer, relacionar-se. E jamais tente ser o que não é. Do contrário, a queda é dura.

saber, saber fazer, relacionar-se
Resumo dos pilares da carreira

Carteira de trabalho não é álbum de figurinhas

RH

Em primeiro lugar até pouco tempo atrás era comum encontrar empregos vitalícios no Japão. Honra e lealdade acima até da produtividade: que cultura! Há também quem tem na sua carteira de trabalho uma verdadeira coleção de “figurinhas” por onde passa. Não saciado por carimbos, empregados rodam para buscar o emprego perfeito. Como isso não existe, a carteira fica sim suja.

Nem sempre vamos encontrar o local perfeito para crescer, aprender, ganhar dinheiro e ter uma vida feliz. As vezes, nunca vamos encontrar. Infelizmente, essa é a realidade. No entanto, tu tem uma chance: a liberdade de buscar ao menos melhores oportunidades.

Como sempre digo, nem tudo são rosas, por isso, aproveite nos lugares por onde passar para ao menos aprender o que não fazer. Aprenda para tentar acertar na primeira. Isso também não é fácil, mas vale a tentativa. Se encontrou o lugar certo, agarre-o com duas mãos firmes (mas não fique cego, pois poderá perder oportunidades melhores).

Por isso, preste atenção na sua carreira. Errar por algum período faz parte, é inevitável.  Então mentalize que tua carreira não pode ser uma coleção de figurinhas, mas sim algo que demonstra evolução, solidez (mesmo que permaneça pouco tempo em um emprego) e amadurecimento.

Por tanto, deixe para colecionar conquistas, e não carimbos em sua carteira, pense seriamente nisso.

Dicas para cursos online: Clica nesta informação do InfoMoney 

1/10: Eu sigo sendo o “um”.

Administração, Empreendedorismo, Pessoal

Em primeiro lugar trocar de trabalho e de setor não é fácil. O comodismo gerado pela necessidade de estabilidade eterna faz com que apenas sejamos atores de nossas carreiras.

Estive recentemente em uma sinuca de bico. 1 em cada 10 pessoas escolheria entre um cargo público e um privado, o cargo no setor privado. Eu sou o 1. No entanto, estive refletindo sobre uma excelente oportunidade na Delivery Much e ir para o cargo inicial do Banrisul. Apesar de ter aceito a primeira proposta, resolvi dar uma virada nos meus interesses de carreira. Não alterei objetivos de longo prazo. Porém, troquei a ordem dos caminhos que estou seguindo para concluir as etapas de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) e a possibilidade de poupar e levantar dinheiro para futuros investimentos privados ou até mesmo para ter gordura para estar novamente como um player da roda viva de trabalhador privado.

A Delivery teria possibilidade de explodir junto a empresa, sim uma grande aposta de curto prazo. De fato a melhor oportunidade do que a do Banco. O Banco é algo mais estático, lento e difícil. Porém, vou inverter a ordem, e concluir as formações superiores que desejo, como comentei acima.

Rejeitar o emprego pode ter fechado alguma porta e ter gerado ressentimentos, mas colocar a razão sob a emoção as vezes faz bem. E de fato àqueles que usam a sinceridade e buscam criar suas oportunidades, sempre terão algum lugar.

Poucos entenderiam se eu ficasse no privado. E estes me chamam de louco por queimar minha carreira. De fato, sair do privado quando se está em ascensão para descer a um cargo inicial no público não é fácil de entender para estes que me apoiavam no privado. Mas, não penso nisso. Penso que vou procurar entender de mais um setor importante para a economia do país e para a alavancagem das empresas.

A minha coach Lize Calvano deve estar de cabelo em pé comigo. Carreira com qualidade é o seu mantra. E por isso, indico e recomendo qualidade na tua carreira. Mesmo que isso gere confusões a quem te olha de fora. Afinal, as escolhas são tuas e não dos outros, e afinal tu não é todo mundo. Eu não sou todo mundo.

Bola pra frente.

Como em todo lugar que passei, eu me paguei. Então, vou me pagar no Banco. E assim sucessivamente.

Permaneci 3 anos e 2 meses no setor automotivo. Na Concessionária Volkswagen Japel cresci e aprendi muito.