1/10: Eu sigo sendo o “um”.

Administração, Empreendedorismo, Pessoal

Em primeiro lugar trocar de trabalho e de setor não é fácil. O comodismo gerado pela necessidade de estabilidade eterna faz com que apenas sejamos atores de nossas carreiras.

Estive recentemente em uma sinuca de bico. 1 em cada 10 pessoas escolheria entre um cargo público e um privado, o cargo no setor privado. Eu sou o 1. No entanto, estive refletindo sobre uma excelente oportunidade na Delivery Much e ir para o cargo inicial do Banrisul. Apesar de ter aceito a primeira proposta, resolvi dar uma virada nos meus interesses de carreira. Não alterei objetivos de longo prazo. Porém, troquei a ordem dos caminhos que estou seguindo para concluir as etapas de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) e a possibilidade de poupar e levantar dinheiro para futuros investimentos privados ou até mesmo para ter gordura para estar novamente como um player da roda viva de trabalhador privado.

A Delivery teria possibilidade de explodir junto a empresa, sim uma grande aposta de curto prazo. De fato a melhor oportunidade do que a do Banco. O Banco é algo mais estático, lento e difícil. Porém, vou inverter a ordem, e concluir as formações superiores que desejo, como comentei acima.

Rejeitar o emprego pode ter fechado alguma porta e ter gerado ressentimentos, mas colocar a razão sob a emoção as vezes faz bem. E de fato àqueles que usam a sinceridade e buscam criar suas oportunidades, sempre terão algum lugar.

Poucos entenderiam se eu ficasse no privado. E estes me chamam de louco por queimar minha carreira. De fato, sair do privado quando se está em ascensão para descer a um cargo inicial no público não é fácil de entender para estes que me apoiavam no privado. Mas, não penso nisso. Penso que vou procurar entender de mais um setor importante para a economia do país e para a alavancagem das empresas.

A minha coach Lize Calvano deve estar de cabelo em pé comigo. Carreira com qualidade é o seu mantra. E por isso, indico e recomendo qualidade na tua carreira. Mesmo que isso gere confusões a quem te olha de fora. Afinal, as escolhas são tuas e não dos outros, e afinal tu não é todo mundo. Eu não sou todo mundo.

Bola pra frente.

Como em todo lugar que passei, eu me paguei. Então, vou me pagar no Banco. E assim sucessivamente.

Permaneci 3 anos e 2 meses no setor automotivo. Na Concessionária Volkswagen Japel cresci e aprendi muito.

Faça coaching – busque ajuda.

Pessoal, RH

Em primeiro lugar quando há possibilidade de melhorar, não pense duas vezes: melhore.

Só que muitas vezes, melhorar sozinho não é fácil. Por isso, não hesite, se precisar, busque ajudar.

Peça ajuda a seus pais, amigos, professores, cônjuges, peça ajuda a quem você sabe que será sincero e buscará o seu bem. Esteja aberto a buscar opiniões que sejam úteis, e não busque aquilo que quer ouvir. Do contrário, apenas pense sozinho e faça.

Qual emprego aceitar, qual curso estudar, qual cidade morar, onde morar, com quem casar, qual investimento fazer, onde reduzir, onde aumentar, onde usar seu ócio, para onde ir! São colocações que todos passam em algum momento da vida. Ninguém sabe tudo e muita gente tem vergonha de pedir ajudar.

Para quem sabe, o coaching é uma ferramente poderosa. Por isso, não hesite e procurar um profissional preparado para lhe ajudar no que precisar. Uma rápida busca na internet lhe fornecerá suporte sobre como funciona este processo.

A ————————————————————————————————> B

Coaching, te leva de um ponto ao outro. Ou melhorar o ponto em que já está.

A

Não hesite, em um momento de incertezas, uma boa ajuda é bem vinda. Mas não esqueça, boa ajuda.

As pessoas não leem e-mail!!!

Administração

Em primeiro lugar hoje viver fora do mundo virtual não tradicional da era clássica (como celulares inteligentes, redes sociais, e-mail, etc) é quase como não existir. Sério, viver sem um endereço virtual – qualquer que seja, leva o ser humano a um nível de isolamento muito grande. É difícil imaginar uma vida sem as benesses do mundo virtual. Alguns vivem apenas ou dentro deste mundo virtual. Vício ou imaturidade, a vida apenas em um mundo virtual começa a ser doença atualmente.

Mas este post não será sobre a doença.

Se está no mundo virtual, pelo menos tenha um mínimo de conhecimento das funções mais básicas deste mundo. Saiba como transitar pelos caminhos deste mundo, mesmo que seja com um mapa. E melhor, saiba utilizar de sua segunda vida (a virtual) em proveito próprio e social. Não tenha presença no mundo virtual se não é para usuá-la. Fazer asneiras neste mundo pode ser mortal também. Então, reflita como está seu perfil no Facebook, Twitter, LinkedIn, Instagram, etc. Pense se não faz uma exposição demasiada, se não escreve demais, ou de menos. Se é polêmico ou se é muro – sempre no meio termo. Reflita sobre suas fotos, gostos e etc. Muitas vezes, guarde seus pensamentos e ações somente para seu íntimo. E se desejar utilizar ferramentas funcionais e de trabalho, utilize-as.

Gente, leiam e-mail!

Me deparo cada dia mais com pessoas que tem e-mail mas não o utilizam. Pessoas que olham o assunto e apagam. Pessoas que analisam o e-mail quando abrem, e percebem muito texto e o descartam. Pessoas, que muitas vezes pela emitente nem abre e pensa: pode ser problema. Por todas as empresas que passei, tento educar os colaboradores a abrirem um e-mail, lerem e me responderem, quando a mensagem é geral:

  • Ok
  • Entendido
  • Vamos fazer

Isso é como comunicação de guerra. Se tu manda uma carta pra alguém na guerra e não recebe retorno, qual é o sentimento? Por isso, há importância de uma comunicação escrita eficiente. Não deixe o emissor pensar que sua mensagem ficou no vácuo. Não deixe a pessoa que disparou o e-mail pensando que sua mensagem não teve efeito nenhum. Não deixe que a comunicação seja de uma via apenas. E mais, há gestores que não gostam de ver sua caixa de mensagem com excessos de mensagem de um subordinado, porém, quem nunca aparece por lá também é mal lembrado.

Pense nisso, use as ferramentas do mundo virtual com sabedoria, e, leia e-mail. E antes de ir embora, responda a enquete abaixo. É rápido.

Custo de mudança

Administração, Estratégia

Em primeiro lugar, toda e qualquer mudança terá um custo. Não sairá de graça. Nem que seja o custo de oportunidade.

Calcule, se este custo vale a pena ser pago, pague. Prepara a equipe e o caixa da empresa são fundamentais para que a mudança possa trazer resultados positivos conforme o esperado.

Para saber se o custo é bom, observe alguns sinais.

1. As pessoas foram mal informadas, mal sabem do que estar por vir, pode gerar resistência acima do normal. E assim, não mudar processos, criar fofocas, não produzir ou produzir mal.

2. Não se planeja o dispendio de caixa que possíveis aquisições podem vir a ser feitas. E o que pode emperrar a continuação das mudanças.

3. O negócio essencial da empresa se vê comprometido com as mudanças. A velha história de que a foda não pode parar, vale no sentido de que o que é comercializado pela empresa não seja afetado de tal modo que as vendas sejam reduzidas.

4. Para coisas novas e diferentes, exija pessoas certas nos lugares certos. Não confie na absoluta certeza de que a mesma possa se adaptar. Se necessário, demita e contrate novamente.

 

Vida pós intercambio

Intercâmbio

Em primeiro lugar existe muitas pessoas que sentem a  “depressão pós intercambio”. Realmente eu senti uma grande tristeza ao voltar para casa. A impressão que senti é que a vida no intercambio era mais tranquila e que em todos os dias eu aprendia algo novo. Todo dia eu conhecia, via e interagia com gente diferente e desconhecida. A vida parecia ser vivida sem rotina, preocupações reduzidas e adrenalina sempre em alta com o desconhecido – não era medo, era o prazer de uma descoberta nova. Com certeza muitos intercambistas voltam para casa e seguem a vida que antes tinham, mas muitos outros atingem verdadeiras revoluções na suas vidas. O intercambio abre muitas portas aos que voltam a origem para ficar, o emprego aparece mais fácil e as pessoas querem estar a tua volta para saber de tudo.

Assim, a depressão pós intercambio que muitos falam é um sentimento de vazio e de estagnação. Ao fim, tudo se acomoda, o tempo cura esse vazio. E quando vemos já estamos na rotina novamente.  Nem digo em rotina, mas retomamos as rédeas da vida que foi deixada para trás. Eu posso afirmar que senti um vazio logo depois que cheguei da Argentina, porém com família, namorada, amigos, e com um emprego novo debaixo do braço hoje já me sinto normal e bem.

Funcionário Fardo

Administração

Em primeiro lugar existem funcionários que a empresa literalmente empurra com a barriga ou leva de arrasto. Estes funcionários são fardos muito pesados para a folha salarial da empresa, uma vez que oneram o caixa da empresa sem dar, igual ou superior, resultado justo e digno em contra partida do que recebem. Este tipo de funcionário aparece principalmente nas empresas de pequeno e médio porte.

É muito difícil lidar com funcionários assim, pois geralmente são pessoas que estão a muito tempo na empresa, sabem muito e possuem uma relação de confiança com os donos e fundadores da empresa. Emocionalmente é muito difícil demitir alguém assim, não há receita para isso, pois um empreendedor necessita de pessoas de confiança para alavancar seu negócio, e é inevitável se envolver emocionalmente com os funcionários de confiança.

Por muitos fatores estas pessoas deixam de ser rentáveis e produtivas. Quando a empresa cresce e se profissionaliza, o que é fundamental para a continuidade do negócio, o dono deve atuar para realocar estas pessoas na empresa, ou em outra empresa afim de motivá-los, torná-los produtivos e não errar com as pessoas que mais acertaram na empresa. Oferecer cursos, novos trabalhos, novas rotinas e novos desafios são boas alternativas.

Com a profissionalização, a conversa e diálogo franco sobre como as coisas estão e das possíveis e efetivas mudanças que irão ocorrer deve ser eficaz para que os fardos se deem conta de que podem ter que sair de seu status quo. Repito: o momento é delicado e não é há receita, somente o diálogo solucionará o impasse.

O que o dono da empresa e do fardo não pode fazer é simplesmente livrar-se deste de qualquer jeito, pois uma hora ou outra, ele mesmo pode ser o fardo dos acionistas de sua própria empresa.

Camaleão não!

Intercâmbio, Pessoal

Em primeiro lugar, penso que a maior qualidade que uma pessoa pode ter é a da adaptabilidade. Desde sempre, as espécies que sobreviveram foram as que se adaptaram as mudanças do ambiente, independentemente do autor que as causou.

Adaptar-se não é fácil, e para isso é necessário livrar a mente de crenças e pré-conceitos. Sem essa libertação, agiremos sempre olhando para nosso próprio umbigo.

Agir de acordo com nossas vontades e nossos objetivos não é contraponto de adaptação, mas sim uma maneira de superar situações adversas ao nosso costume, ou as nossas expectativas de respostas.

No mercado estressante e loucamente competitivo a adaptação é mais do que necessária: é vital. Penso que o mercado hoje está muito sangrento, na verdade demasiado competitivo. Mas isso não deve nos desanimar para buscar espaço de maneira ética e dentro dos princípios morais.

Adaptar-se não é ser como camaleão, que muda seu externo de acordo com cada situação, adaptar-se é saber absorver e principalmente aceitar uma situação distinta, e de acordo com nossos valores agir. Penso que seria incoerente agirmos sempre da mesma forma independente da situação.

Adaptação é absorção, e dentro do possível mudança.

Adaptação é agir de acordo com o momento, sem perder personalidade.