Do tic tac das árvores, a cidade beta

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Em primeiro lugar indico o blog http://coloniadeideias.blogspot.com.br/ de um grande amigo. Vale a pena conferir os artigos escritos pelo Henrique.

Em uma linha similar, mas distinta, o blog do Luiz, http://escrevilhando.wordpress.com/, no qual também participo, minha segunda sugestão de leitura.

 

Tudo que vai…volta

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Em primeiro lugar a terra gira e tudo que vai volta, não falo de vinganças, problemas e sentimentos ruins. Falo de moda, de mercado e tendências. O que foi moda, hoje é moda e amanhã é retrô e depois é moda e depois é retrô. Empresas relançam produtos e ditam as tendências do mercado.

A Adidas trouxe de novo seu chinelo estiloso e diferenciado, as camisas xadrez voltaram e podem estar saindo. O design dos óculos voltou ao velho e marcante estilo aviador. Enfim, diversos produtos que retornam nas prateleiras e nos remetem a lembranças de infância e nos tornam compradores ainda mais fiéis.

Admiro empresas que leem o mercado e lançam tendências sem medo de errar, e na maioria das vezes acertam. O retrô chega dividindo espaço com o sustentável e nós compradores ganhamos um leque de portfólio ainda mais diversificado e tentador.

Executivos da área de marketing dão show ao tornarem-se arrojados e quase que videntes ao relançarem modas que estão tomando conta do nosso guarda roupa e de nossas vidas.

Tudo isso sem esquecer a modernidade, a inovação e a evolução. O blu ray desbancou o dvd que desbancou o vídeo cassete. O rádio com cd desbancou o vinil, ou melhor o velho e bom vinil jamais será desbancado. Quem sabe algum marqueteiro arrojado traz de volta o som mais limpo e sincero dos antigos “bolachões”…aguardemos.

Voluntários

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Em primeiro lugar não há nada que pague o serviço voluntário. Eu já estive em Grêmio Estudantil, Diretório Acadêmico, Associação de Estudantes, e adoro me envolver em cooperativas.

No entanto, o mundo ainda carece de voluntários. Quem pensar em ser voluntário ou prestar um serviço voluntário não deve pensar em recompensa. Por mais que ela venha de um modo não financeiro – na maioria dos casos.

Ser voluntário é uma doação, uma doação emocional. É estar de bem consigo mesmo.

Acabo de colaborar para a criação de uma associação que irá manter um corpo de bombeiros voluntários na cidade: Faxinal do Soturno. Com recursos da comunidade e de órgãos públicos e empresas nasceu a Associação Corpo de Bombeiros Voluntários de Faxinal do Soturno.

Por isso, dedique um tempo na vida para doar, para ser voluntário.

E, as empresas vêem com bons olhos quem foi, mas que acima de tudo, ainda é voluntário.

Frio de renguear cusco

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Em primeiro lugar, está muito frio. Um frio intenso e que nem os mais entusiastas do inverno estão gostando. As redes sociais ganharam diversos “memes” e imagens retratando o clima gélido e desafiador que o agosto nos trouxe. Empresas sofrem com as faltas dos colaboradores por motivos de doenças causadas pela mudança climática que sofrem ao ter que sair de casa enfrentar o frio e correr riscos. Não é fácil conviver no frio e com frio, mas o tempo que perdemos reclamando será o mesmo que ganharemos trabalhando. E o clima polar é para todas as classes, acredito que o clima é a melhor forma de democracia, ele que separa os meninos dos homens. No domingo o Inter e o Goiás e seus jogadores com salário milionários enfrentaram chuva e fizeram 6 gols, sem “arregar”. Agora estou tapado até onde o cobertor me permite digitar, com o aquecedor ligado e ainda sim sinto frio. Admiro pedreiros que trabalham expostos, flanelinhas (ainda existem) e vendedores ambulantes que mesmo com o tempo ruim saem de suas casas para buscar o “ganha pão”. Estes trabalhadores me motivam a sair de casa para trabalhar, sair na chuva e ainda sim buscar ser melhor e dar o meu melhor. Enfim, independente do clima a vida segue passando na nosso frente e cabe a nós montar no cavalo das oportunidades que passa encilhado na nossa frente. Dar nosso melhor nas adversidades é uma maneira de mostrarmos comprometimento com a nossa atividade e vontade de crescer. E você vai continuar reclamando? Ou vai fingir que o frio é psicológico!?

Novidade no blog

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Em primeiro lugar eu escrevo por prazer. Escrevo porque gosto. E vejo que posso ajudar as pessoas de algum modo contando e levantando questões importantes para se reflexionar. Por isso, para melhorar os posts agora conto com um Editor, sim, alguém para me ajudar nos posts e que vai escrever também. Agora o Luiz Carlos Granes Filho irá ser o Editor e ajuda nos temas e na construção dos posts. Em breve as informações dele estarão disponíveis na página “sobre”. Espero que gostem e que aprovem a novidade.

Pensar fora do quadrado, também no R&S

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Em primeiro lugar acredito que o recrutamento, seleção e ambientação são processos fundamentais para obter os melhores talentos. Em outro artigo já comentei que em processos de seleção eficazes e longos apenas os guerreiros vencem. Porém, o que quero dizer aqui é que os processos seletivos também podem utilizar de ferramentas ou perguntas, um tanto pouco, inusitadas. É sabido já que as empresas contratam – erroneamente – apenas pelas competências técnicas, mas demitem pelo comportamento do colaborador dentro do ambiente organizacional. Assim, cito abaixo algumas perguntas inusitadas que o site estado-unidense Glassdoor publicou recentemente. Abaixo transcrevo três:

De quantas moedas de US$ 0,25 você precisaria para atingir a altura do Empire State Building? (JetBlue)

Um pinguim entra por aquela porta agora usando um sombreiro. O que ele diz e por que ele está aqui? (Clark Construction Group)

Diga o nome de três ganhadores do prêmio Nobel (BenefitsCONNECT)

Acredito que perguntas que obriguem o candidato a pensar e a buscar no fundo da sua mente os argumentos para defender suas ideias, acabam mostrando quem realmente são. Claro, estas perguntas diferentes do comum devem ser colocadas em momentos oportunos de uma entrevista e não podem ser aplicadas a todas as vagas da empresa. O que procuro instigar, e atuar também, é que sempre pode-se ir mais a fundo para conhecer melhor os candidatos, para isso fugir as vezes do comum pode ser uma boa  estratégia.