Apocalipse I

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar se tudo o que está ocorrendo hoje acontecesse anos atrás, o fim do mundo já estaria escrito.

Mas o que está acontecendo com nossa sociedade?

Li em muitos lugares que a abertura dos templos religiosos seria desnecessária. Inclusive, sempre senti (ainda mais morando no isolamento social de uma selva de pedra de uma metrópole) um pré-conceito sobre quem tem religião e fé em Deus. E ouço isto muitas vezes de quem reclama de pré-conceito (mas isto é tema para outros artigos). Pois bem, falta fé! Independentemente em que, precisamos acreditar. Na pátria, na comunidade, nos artigos de fé, na religião, nos heróis e nas instituições. Só com esta fé podemos ser progressistas e modernistas sem esquecer de valorizar o nosso interior e fortalecer nosso próprio e maior bem: nosso corpo e mente.

Morando em Porto Alegre percebo que não há uma convulsão social pois ainda há comida na mesa. No resto, a psique dos cidadãos já está debilitada.

Como a população foi amedrontada muito cedo, o traiçoeiro inverno chegou e as pessoas não tem mais cabeça para aguentar a pressão para superar tal momento de precaução. Os ciclos econômicos prósperos, crises recuperadas rapidamente pelo elevado custo fiscal e relativa paz não preparam a população brasileira para caos e unidade. E mais uma vez queremos romper a seleção natural e em um cálculo “sem comprovação” fechamos tudo para morremos por colapso posterior. Em colapso econômico jogamos a culpa no capitalismo. E na doença jogamos a culpa no fato de que existem cerca de 3 milhões vírus na natureza que o Ser Humano ainda não teve contato. Perfeito enredo!

2020 é o ano:

Da separação de casais; Do endividamento de empresas, governo e pessoas; Das loucuras financeiras para se manter vivo; De estocar papel higiênico; De usar mascara em banco; Das brigas, discussões por qualquer motivo; De consumir muito álcool (por dentro e por fora); De novos negócios online; Da quebra de negócios arcaicos; De que os MBA e empresas de transformação digital custam caro; Da vida off-line para a vida online; E, da doença mortal Covid-19.

Ainda prefiro a liberdade, o capitalismo, o conservadorismo moderno e a religião. Pode ser arcaico, mas povo que não tem virtude, acaba por ser escravo. Nem que seja do seu celular inteligente e das redes sociais.

Fujam para as colinas

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar, o mundo está um caos social, financeiro e econômico, moral e agora um caos na saúde.

De fato, em 2009 o Influenza A (A Gripe Mexicana ou Gripe Suína) nos abalou também. Me recordo de ir a faculdade de máscara. As 500 mortes no Brasil foram um alerta de como deveríamos nos prevenir.

Ouvindo alguns biomédicos (três para ser mais exato), pude aprender um pouco mais desde mundo de vírus, doenças e epidemias. A então Presidente Dilma, e sua equipe, realizaram um grande trabalho na contenção do Zika Vírus. Que, diferente do Corona Vírus, não mata o hospedeiro. “Doença silenciosa”. Algo de muito valor no trabalho do Governo na época do Zika foi a criação de uma rede rápida de comunicação entre os entes médicos e de saúde pública. Além disso, estrutura física foi ampliada e preparada para detecção de doenças novas e perigosas. E, por isto, quando o surto veio à tona na China, o Brasil rapidamente colheu as informações e conseguiu de antemão saber o que fazer com os doentes. Dia 29/02 o país já sabia o sequenciamento do vírus a partir dos infectados brasileiros. E, isto levou 48 horas! Enquanto muitos países levaram 15 dias.

Na Europa os primeiros casos foram identificados em fim de janeiro. A Itália começou em 19/02. O primeiro caso confirmado no Brasil ocorreu no dia 25/02, durante do carnaval, em São Paulo.

Percebo hoje muitas críticas ao Presidente sobre tudo. Acredito que como primeiro mandatário ele deve estar ao lado do povo, com o povo e a frente do povo (no sentido de dar o exemplo e liderança). De fato, os seus discursos são truncados, mas sempre com muita verdade. E a verdade dói.

Antes de ir para os EUA (e nos EUA eles foram infectados) e ele afirma em um discurso, ao ser questionado sobre, tipo, tem manifestação, vão! Ok, mas não vi ele convocar. Obviamente que quem convocou apoia ele. E as passeadas ocorreram em ambiente de tranquilidade. Diferente do carnaval.

E pouco se fala que tivemos o carnaval! De 21 a 25 de fevereiro milhares de turistas adentraram ao Brasil. E se o Governo tivesse cancelado as festanças do Carnaval? Na Cidade Baixa e Porto Alegre, ao que vi, as pessoas que ali estavam não eram muito favoráveis ao Governo. Se a festa fosse cancelada, o que diriam do Governo? As emissoras que detém os direitos televisivos da festança iam concordar?

Percebo que o discurso do Governo Federal é equilibrado. Sem causar pânico, vamos conter a epidemia e fazer com que nem todos fiquem doentes ao mesmo tempo. Os reforços de dinheiro liberados foram calculados com sensatez. O país que preferiu investir em países amigos, e fazer Pan, Copa do Mundo e Olimpíadas agora sangra novamente recursos para conter o surto. Mais uma vez, a conta virá salgada. E é por isso que as coisas devam ser feitas com uma gestão correta.

A histeria nos leva ao pânico. Limpar o álcool em gel dos supermercados, saquear e fazer coisas sub-humanas, etc.

Ao meu ver, as fronteiras deveriam ter sido totalmente fechadas. Quem está aqui está, quem não está, não está. Infelizmente seria isto para blindar o país. Além disso, as pessoas deveriam proteger-se pessoalmente melhor e voltar a ter hábitos de higiene melhor. Porém, a quarentena para muitos foi férias. E, muitos se sentem especiais e acha que podem descumprir orientações.

A entrada do vírus no país e mortes é inevitável. Mitigar o risco é o caminho. Mas, logo adiante, sofreremos. A Influenza matou cerca de 500 pessoas no Brasil e a vida seguiu. Porém, após o Covid19 uma recessão virá. E, teremos outro grande problema para lidar se não soubermos como lidar bem com a doença.

De fato, estar longe de casa não é fácil. Mas, se precisamos sacrifícios para o bem de todos deveríamos assim os realizar. Portanto, fujam para as colinas! No sentido de que se cuidam, façam o necessário para ficarem bem e não atrapalhem.

中國病毒: campeã da guerra comercial!

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar a China e os EUA estavam em uma ferrenha e encardida “guerra comercial”. Após subjugar o socialismo/comunismo em 1989 os EUA acreditavam estar reinando plenos no mundo. Ledo engano. As forças de esquerda mudaram o tom, o discurso e a forma de atuação. Desde sua criação, os sucessivos insucessos fizeram com que a postura mudasse nos anos 90. E, na China, não poderia ser diferente.

Após a “revolução cultural” a China desencadeou uma verdadeira mudança comercial. Partido único, sem oposição, “sem religião” para incomodar, e com uma extensa área e uma população já bem doutrinada, o poder central, forte, regulador e intervencionista colocou em prática as melhores práticas de gestão e desenvolvimento do mundo capitalista. Apesar de abrir a economia ao mundo, a informação na China ainda passa pelo crivo central do Governo/Partido Comunista.

No mercado de commodities a China compreendeu seu papel (a de principal player) e passou a atuar fortemente na formação de preços. Manipulando o mercado ao seu maior interesse. Anuncia que vai precisar, preço sobe e não compra. Anuncia que não vai precisar, preço desce e compra. E por aí vai. A China é gigante. E o gigante venceu.

A China venceu a batalha comercial com os EUA. O corona vírus (se proposital ou não) deu a China o poder de comprar barato. Pelo poder central que eles possuem, conseguiram se organizar para conter e tratar os doentes. Os países menos organizados e com muitas licitações para serem cumpridas antes de tomar uma decisão de “mandar fazer”, o sistema de saúde vai travar. O vírus ruiu as economias fracas, e as economias que estavam voltando a patamares de crescimento estagnaram. O alarmismo gerado impacta agora a economia real. Empresas e países fechando. Pessoas não circulando e não gerando riqueza.

Estive lendo sobre como o Japão e Hong Kong mantiveram o vírus longe do caos e do alarmismo. Eles seguem sua vida normal, blindando o país. Tipo assim: vamos todos passar gel nas mãos e trabalhar de máscara. Doentes não entram e a vida segue. Porque?

1º: O Vírus não é tão assassino;
2º: Restringir acesso de doentes nos países e elevar a fiscalização sanitária reduz a contaminação.

O problema do vírus não é a mortandade por ele gerada (na China, equivale a 0,0003% da população). Ela é baixa. No Rio Grande do Sul morreram nos últimos dois anos cerca de 100 pessoas cada ano por “gripe” (0,0009% da população). Isto sem contar as outras mortes decorridas do nosso inverno como um todo. E o que é feito no RS de diferente por nossa condição climática? A Federação pouco faz de especial a nossa situação.

O Covid-19 assusta por ser novo. Assusta se todos ficarem doentes ao mesmo tempo (mas o RS, a gripe anual que ocorre no inverno sempre nos deixa à espreita deste problema). De diferente, acredito que devamos fechar as fronteiras urgentemente e extremo controle sanitário das entradas e saídas. E, no resto, seguir nossa vida com cuidado.

Portanto, a China dependência está nos deixando encurralados. A “China vírus” venceu a Guerra Comercial. Só nos resta saber lidar com este player gigantesco. Com cerca de 1,4 bilhões de habitantes, estamos lidando agora com um país 4x maior que os EUA.

PS.: Os dados das mortes da gripe estão facilmente disponíveis na internet.

Sobre amizades e milhões.

Geral, Pessoal, Sociedade

Há sete anos sai de casa, fui fazer faculdade em outra cidade. Depois minha carreira me levou pra mais distante. Vivendo de cidade em cidade, descobri que amigos se tornam nossa segunda família.

Hoje o Junior é isso, é família.  Apesar de sermos de cidades próximas, nos conhecemos depois dos 25 anos. Ambos vivemos em muitos lugares, acumulamos experiências, e hoje conversamos muito sobre elas.

O Junior é um livro aberto, sempre de bom humor e solícito. Tem carisma, energia. É comunicativo, disposto a conhecer o mundo.

Sou o oposto, resido em pensamentos, tô sempre distante. Apesar de não ser, pareço mal humorado. Sério e impaciente. Lógico e estrategista. Procuro entender o mundo.

Temos opiniões distintas sobre futebol, política e religião. As diferenças tornam a amizade e a convivência enriquecedora. Divergimos com respeito, argumentamos com embasamento. Conversamos desde amenidades do cotidiano, até reflexões profundas.

Esses dias, jantando no boteco da esquina, enquanto esperávamos o jantar ser servido, assistíamos ao Messi tentar fazer milagre com a fraca seleção da Argentina na Copa América, e a pauta era o que faríamos se oportunamente lográssemos umas dezenas de milhões na loteria.

O Junior pretendia investir nos negócios da família, voltar à cidade natal, ajudar financeiramente parentes e amigos. Já estávamos na rua, retornando ao prédio que somos vizinhos, quando já era minha vez de discorrer sobre meus milhões hipotéticos.

Verbalizava meus pretensiosos planos milionários com entusiamos, de repente, vimos um rapaz, parecia voltar do trabalho, mochila às costas, deveria ter nossa idade. Nesse instante, ele saca uma guia de deficiente visual e começa a tocar o solo enquanto troca de calçada.

Estamos no centro de Porto Alegre, são 23h, mas não há carros ou outras pessoas na rua. Somos só nós três, e o eco de seu instrumento a cada toque. Ora na esquerda, ora na direita, verificando os obstáculos do percurso. Agora estamos na frente do prédio, e não consigo tirar meus olhos do rapaz. Meus pensamentos diante do contexto me induziam a uma conclusão. O Junior me chamava longe, já no prédio: “Booora, Nathan”. Continuei o espectador da cena. Até o som ficar distante e o protagonista desaparecer na escuridão da histórica e peculiar Rua do Arvoredo.

Consegui entrar após um tempo, olhei pro amigo, concluí por nós, constrangido, quase um sussurro: “ambos já somos milionários, Junior. Basta perguntar àquele rapaz”.

Por Nathan Costa

Pessoas conectadas? Alienadas…

Administração, Pessoal, Sociedade, tecnologia

Em primeiro lugar de tanto que pensei neste post o telefone do cara que estava na esteira da academia que frequento caiu durante uma chamada de vídeo.

Frequento uma academia que foi fundada em 1965, dois andares, pacata, as mesmas pessoas sempre, as mesmas manias, mas bem limpa e organizada. Mas há sempre uma ferrugem a tua espreita, e serve para permanecer sempre alerta.

Mesmo neste clima de ginásio de 1965 o wi-fi está congestionado. Sempre vou na academia desconectado e nem levo telefone. E com isso observo muito. Ontem, no segundo piso, havia 5 pessoas no recinte. Duas na esteira e uma na bicicleta e outra na barra. E, eu na esteira. Todos conectados, menos eu. Todos faziam um pouco de exercício e olhavam no celular. Inclusive de um de corredor na esteira fazer uma chamada de vídeo.

As tecnologias vieram para integrar nossa vida ao mundo um virtual e digital que existe em paralelo. Hoje as wearable não são mais tendências, já podem ser compradas no varejo.

Tudo é lindo, mas as pessoas estão ficando alienadas.

As pessoas estão vivendo o longe no agora. E o perto está invisível. O momento não é vivido, não é aproveitado em sua plenitude. A foto vale mais. É melhor parecer ser do que ser. Quantas pessoas tiram mil fotos, fazem mil poses e ao final: Estou gordo, não me gostei. As coisas não são feitas mais em sua plenitude. Correr é com a mente no celular. Ir ao cinema é um olho na telona e outro na telinha. Descansar é estar com a cabeça enfiada nas redes sociais.

Eu não sou um alienado. Mas também não sou um excluído. Meço a dose de telefone e vida real. Foco em ler livros, jornais, atividades físicas, lazer e pessoas, com o tempo focado em cada atividade. Procure engrandecer a mente, deixar o seu cérebro vivo. Não vire um vadio de si mesmo.

Velha política: não vale a pena ver de novo!

Política, Sociedade

Em primeiro lugar trocaram os políticos, mas não a política.

Assistindo e analisando os últimos fatos do nosso cenário político é de não acreditar os “intéresses” que alguns congressistas almejam para as negociatas das reformas. Em 22/02/2019 assisti a entrevista do Rodrigo Maia a Miriam Leitão na Globo News, e ali percebi que a coisa ia degringolar. Foi impossível não perceber que há o interesse por “participar do governo” com cargos e emendas para as bases eleitorais. Apesar do Planalto desejar orientar a condução da sua proposta no Congresso (tendo em vista que deseja efetivar uma verdadeira economia com a proposta), não coloca o Congresso na obrigação de praticar a velha política do “toma lá, dá acá”.

Evidentemente, o Planalto deve dialogar, aproximar-se dos congressistas e criar convergências. Além disso, o Presidente deve focar mais na realização de uma verdadeira reforma na Previdência e não ceder. Percebi muitos congressistas saindo ao ataque, mas o Bolsonaro deverá seguir agindo com firmeza e manter uma máquina estatal eficiente e próspera.

O Maia foi reeleito e ele sabe que não teve chancela do Planalto. Faz parte. Mas ele também não tem um affair com Bolsonaro. Faz parte.

Percebendo as propostas, concluo que todos irão dar um pouco para melhorar a saúde financeira da Previdência administrada pelo INSS (tanto nos regimes RPPS e RGPS). E o melhor é os políticos, militares e grandes devedores também terão sua cota de contribuição. Classes que muitas vezes eram intocáveis.

Portanto, ficarei na torcida e na pressão para que os congressistas parem de mamar e encarem as reformas essenciais para nosso país com a seriedade que o cargos impõe.

PS.: Previdência não é benefício social. Mas, os contribuintes dos regimes merecem o amparo social. Repito: Contribuintes! Ou seja, quem recolhe para o fundo para se aposentar e paga as despesas administrativas.

Eleições sim

Política, Sociedade

Em primeiro lugar depois de mais uma redemocratização no Brasil, acredito que essa será a eleição mais interessante desde então.

Infelizmente hoje estamos com ódio no coração da esquerda e direita do país. É, não deveria ser assim. Parece que quem está no poder tem sede/projeto de perpetuação no poder a qualquer custo. E parece que quem não está no poder só joga contra desconstruindo o que se faz de bom. Mas o que mais me intriga não é isso, é ver a direita ser esculachada de todos os lados, como se o certo é ser de esquerda, como se ela tivesse vencido a disputa em 1989.

Cada dia que passa, estou mais convencido de que a nossa sociedade foi moldada nas últimas duas décadas (1990 e 2000) para que o socialismo fosse dito como o único caminho certo. A educação das crianças já vem sendo moldada nesse sentido. Estes dias eu ouvi de uma pessoa que o Nazismo foi de direita, eu interpolei de que talvez não fosse bem assim, e ela respondeu: “mas então tu vais me dizer que não houve o holocausto? ”. Desde quando ser de direita é sinônimo de holocausto, ou melhor então, foi só a direita que matou sem sentido? Coitado dos Russos, Chineses e mais recentemente do tio de Kim Jong-um o Jang Song-thaek.

Enquanto escrevia este post, escutava o documentário do Sila da Conceição, e caiu como uma luva e inspiração enquanto escrevia. Um grande exemplo de superação, determinação e inteligência e a não aceitação do status quo podem transformar vidas.

Estas eleições, podem ser uma oportunidade para a sociedade brasileira virar à direita. Talvez não com o governo de direita ideal, mas ao menos um que comece a virar nosso leme. Porém, infelizmente, partidos de direita surgiram agora (mais de duas décadas demoraram) com mais vigor. Na realidade, no Brasil são pouquíssimos partidos de direita, e a direita também não está nada organizada e aparelhada como a esquerda. Um estado livre, menos inchado, com autarquias atuando no desenvolvimento (assim como fez a Coréia do Sul), menos impostos, impostos mais fáceis de pagar, que a renda do trabalhador fosse menos carregada de IR, que a sociedade não vivesse na insegurança e morrendo nos hospitais, que trabalhar não é feio, ter capital não é crime, ter terras não é atraso, produzir não ser um fardo, que os direitos venham com deveres, que a honestidade valia mais que a incompetência, que haja respeito pelos símbolos nacionais, que seja uma democracia da maioria, que a minoria seja respeitada sem massacrar a maioria, que a minoria tenha liberdade e oportunidades iguais a todos, que os crime sejam punidos severamente, que a justiça e a polícia sejam valorizados e respeitados, que as pessoas conquistem seus espaços por merecimento das oportunidades que surgirem, que as pessoas respeitam a cultura e a religião como algo que sempre teve ao lado de todos.

E resumo dizendo, podem falar o que quiser, mas “tudo mundo” corre para os Estados Unidos da América para ter “liberdade”, oportunidade e dinheiro. É cômico ver pessoas imersas no comunismo e quando conquistam a liberdade aproveitam o máximo, mas dizem que lá no seu país está certo (experimente prender um carro por um longo tempo em uma corrente e depois solte ele – essa é a sensação). Mas não tem mais a postura socialista permeada, e passam a gozar as benesses da liberdade, do capitalismo e do dinheiro. Certo ou errado, o capitalismo venceu e se provou melhor. Mazelas há nos dois sistemas, e em um mundo cada vez mais velho, “mais previdência” e mais competição por trabalho, não há espaço para o cabresto do comunismo vencer a necessidade de evolução. É cômico ver pessoas que venceram na vida, ganham bem, e hoje gozam de uma vida confortável, mas que não doam nem 20 pila para uma rifa. Ou, quando questionadas, mostram que suas famílias vivem totalmente a margem dos que mais precisam – nem sequer para praticar filantropia. Mas, defendem o socialismo. E detalhe, venceram na vida sem ajuda de ninguém! Imagina se não tivessem essa liberdade para isso? Se não tivessem força de vontade? Se não tivessem conhecimento e atitude? Iriam querer que o Estado fizesse isso, pois, assim defendem para os outros. Como se fosse que viver com R$ 954,00 por mês fosse algo de bom tamanho.

E ainda cabe dizer, que conservadorismo há de direita e de esquerda. Reflita, mesmo perdendo em 1989, os países de esquerda tampouco fizeram valer o nome democracia em seus nomes. Ou seja, a esquerda conservadora não larga do osso também.

PS.: Atualizando hoje 05/10/2018

Ontem no último debate dos presidenciáveis (diga-se de passagem que o da Band foi melhor do que este da Globo) esqueceram de bater sobre os maiores esquemas de corrupção que destruíram as finanças do Tesouro, das empresas Estatais, e fragilizaram a economia. O partido que fez isso saiu praticamente ileso! Horas, a que ponto chegamos neste país? Roubou, mas fez – “tá serto”. Fins justificando os meios… Que país é esse?

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Foto por Jens Johnsson em Pexels.com