Velha política: não vale a pena ver de novo!

Política, Sociedade

Em primeiro lugar trocaram os políticos, mas não a política.

Assistindo e analisando os últimos fatos do nosso cenário político é de não acreditar os “intéresses” que alguns congressistas almejam para as negociatas das reformas. Em 22/02/2019 assisti a entrevista do Rodrigo Maia a Miriam Leitão na Globo News, e ali percebi que a coisa ia degringolar. Foi impossível não perceber que há o interesse por “participar do governo” com cargos e emendas para as bases eleitorais. Apesar do Planalto desejar orientar a condução da sua proposta no Congresso (tendo em vista que deseja efetivar uma verdadeira economia com a proposta), não coloca o Congresso na obrigação de praticar a velha política do “toma lá, dá acá”.

Evidentemente, o Planalto deve dialogar, aproximar-se dos congressistas e criar convergências. Além disso, o Presidente deve focar mais na realização de uma verdadeira reforma na Previdência e não ceder. Percebi muitos congressistas saindo ao ataque, mas o Bolsonaro deverá seguir agindo com firmeza e manter uma máquina estatal eficiente e próspera.

O Maia foi reeleito e ele sabe que não teve chancela do Planalto. Faz parte. Mas ele também não tem um affair com Bolsonaro. Faz parte.

Percebendo as propostas, concluo que todos irão dar um pouco para melhorar a saúde financeira da Previdência administrada pelo INSS (tanto nos regimes RPPS e RGPS). E o melhor é os políticos, militares e grandes devedores também terão sua cota de contribuição. Classes que muitas vezes eram intocáveis.

Portanto, ficarei na torcida e na pressão para que os congressistas parem de mamar e encarem as reformas essenciais para nosso país com a seriedade que o cargos impõe.

PS.: Previdência não é benefício social. Mas, os contribuintes dos regimes merecem o amparo social. Repito: Contribuintes! Ou seja, quem recolhe para o fundo para se aposentar e paga as despesas administrativas.

Eleições sim

Política, Sociedade

Em primeiro lugar depois de mais uma redemocratização no Brasil, acredito que essa será a eleição mais interessante desde então.

Infelizmente hoje estamos com ódio no coração da esquerda e direita do país. É, não deveria ser assim. Parece que quem está no poder tem sede/projeto de perpetuação no poder a qualquer custo. E parece que quem não está no poder só joga contra desconstruindo o que se faz de bom. Mas o que mais me intriga não é isso, é ver a direita ser esculachada de todos os lados, como se o certo é ser de esquerda, como se ela tivesse vencido a disputa em 1989.

Cada dia que passa, estou mais convencido de que a nossa sociedade foi moldada nas últimas duas décadas (1990 e 2000) para que o socialismo fosse dito como o único caminho certo. A educação das crianças já vem sendo moldada nesse sentido. Estes dias eu ouvi de uma pessoa que o Nazismo foi de direita, eu interpolei de que talvez não fosse bem assim, e ela respondeu: “mas então tu vais me dizer que não houve o holocausto? ”. Desde quando ser de direita é sinônimo de holocausto, ou melhor então, foi só a direita que matou sem sentido? Coitado dos Russos, Chineses e mais recentemente do tio de Kim Jong-um o Jang Song-thaek.

Enquanto escrevia este post, escutava o documentário do Sila da Conceição, e caiu como uma luva e inspiração enquanto escrevia. Um grande exemplo de superação, determinação e inteligência e a não aceitação do status quo podem transformar vidas.

Estas eleições, podem ser uma oportunidade para a sociedade brasileira virar à direita. Talvez não com o governo de direita ideal, mas ao menos um que comece a virar nosso leme. Porém, infelizmente, partidos de direita surgiram agora (mais de duas décadas demoraram) com mais vigor. Na realidade, no Brasil são pouquíssimos partidos de direita, e a direita também não está nada organizada e aparelhada como a esquerda. Um estado livre, menos inchado, com autarquias atuando no desenvolvimento (assim como fez a Coréia do Sul), menos impostos, impostos mais fáceis de pagar, que a renda do trabalhador fosse menos carregada de IR, que a sociedade não vivesse na insegurança e morrendo nos hospitais, que trabalhar não é feio, ter capital não é crime, ter terras não é atraso, produzir não ser um fardo, que os direitos venham com deveres, que a honestidade valia mais que a incompetência, que haja respeito pelos símbolos nacionais, que seja uma democracia da maioria, que a minoria seja respeitada sem massacrar a maioria, que a minoria tenha liberdade e oportunidades iguais a todos, que os crime sejam punidos severamente, que a justiça e a polícia sejam valorizados e respeitados, que as pessoas conquistem seus espaços por merecimento das oportunidades que surgirem, que as pessoas respeitam a cultura e a religião como algo que sempre teve ao lado de todos.

E resumo dizendo, podem falar o que quiser, mas “tudo mundo” corre para os Estados Unidos da América para ter “liberdade”, oportunidade e dinheiro. É cômico ver pessoas imersas no comunismo e quando conquistam a liberdade aproveitam o máximo, mas dizem que lá no seu país está certo (experimente prender um carro por um longo tempo em uma corrente e depois solte ele – essa é a sensação). Mas não tem mais a postura socialista permeada, e passam a gozar as benesses da liberdade, do capitalismo e do dinheiro. Certo ou errado, o capitalismo venceu e se provou melhor. Mazelas há nos dois sistemas, e em um mundo cada vez mais velho, “mais previdência” e mais competição por trabalho, não há espaço para o cabresto do comunismo vencer a necessidade de evolução. É cômico ver pessoas que venceram na vida, ganham bem, e hoje gozam de uma vida confortável, mas que não doam nem 20 pila para uma rifa. Ou, quando questionadas, mostram que suas famílias vivem totalmente a margem dos que mais precisam – nem sequer para praticar filantropia. Mas, defendem o socialismo. E detalhe, venceram na vida sem ajuda de ninguém! Imagina se não tivessem essa liberdade para isso? Se não tivessem força de vontade? Se não tivessem conhecimento e atitude? Iriam querer que o Estado fizesse isso, pois, assim defendem para os outros. Como se fosse que viver com R$ 954,00 por mês fosse algo de bom tamanho.

E ainda cabe dizer, que conservadorismo há de direita e de esquerda. Reflita, mesmo perdendo em 1989, os países de esquerda tampouco fizeram valer o nome democracia em seus nomes. Ou seja, a esquerda conservadora não larga do osso também.

PS.: Atualizando hoje 05/10/2018

Ontem no último debate dos presidenciáveis (diga-se de passagem que o da Band foi melhor do que este da Globo) esqueceram de bater sobre os maiores esquemas de corrupção que destruíram as finanças do Tesouro, das empresas Estatais, e fragilizaram a economia. O partido que fez isso saiu praticamente ileso! Horas, a que ponto chegamos neste país? Roubou, mas fez – “tá serto”. Fins justificando os meios… Que país é esse?

mountains nature arrow guide

Foto por Jens Johnsson em Pexels.com

Promessa de emprego

Política, Sociedade

Em primeiro lugar sempre fui um pouco descrente com promessas. Cipá meus amigos cumprem suas promessas.

Ouvi nos primeiros debates presidenciáveis promessas afirmativas como: “vou tirar você do SPC”, “vou gerar 6 milhões/10 milhões de empregos”, “isso no meu governo será prioridade (sim, tudo o que falam saúde, educação, segurança, infraestrutura, investimentos, empregos, reformas, etc, sim, TUDO é prioridade, porém, alguma coisa tem que ser prioridade!)” e prometem esforço total a tudo.

Quem dera se o governo pudesse fazer isso de uma hora para a outra. Quem dera ao eleitor acreditar nisso também. Porque se não, tava tudo mundo com os boi pego. Vamos eleger o cara que vai fazer tudo, limpar meu nome, por ordem pela bala, me manter vivo com saúde e ainda me dar emprego: perfeito!

Não caia na lábia das coisas fáceis.

Já parou para pensar como seria uma vida extremamente controlada? Quantos não gostavam do controle dos pais? Em excesso e pela falta faz mal. Mas a liberdade nunca se poderia tirar, isso, faz mal.

Escrevo no meu blog coisas relacionadas a trabalho, política, livros e alguma coisa de sociedade. Penso, que o modelo que a Coréia do Sul de progresso possa ser seguido no Brasil. Afinal, os sulistas eram mais pobres que os brasileiros no século passado. E olha no que viraram hoje. Até cirurgia para retirada do olho puxado os cara tão fazendo.

O Estado lá foi forte e impulsionador, não matando a iniciativa privada, mas sendo o maior investidor (com ou sem parcerias) nas coisas mais essenciais do país. Quando a roda começou a girar e os empresários apostaram no país, aos poucos o governo começou a reduzir o papel do Estado (isso em uma explicação rápida aqui do processo lá). Então, com muito suor, eles deram a volta por cima. Não com promessas.

Portanto meus amigos, não acredite em tudo o que falam. Pesquise e pense. E lembre-se, se tu não conseguem emprego, se tu corre atrás de tudo e está difícil, não julgue facilmente esta questão.

Juros altos ainda (para giro e investimento), altos impostos, infraestrutura cara, custo Brasil tendo que ser contabilizado, fuga de capital e de mentes, tudo isso está fazendo o país parar – somado aos desgovernos ainda. Portanto, não caia na conversa fiada. Confesso, que aquelas que menos prometem, caem mais no meu gosto.

Simbolo da bandeira da Coréia do Sul. Equilíbrio acima de tudo

Significado dos simbolos da bandeira da Coréia do Sul. Equilíbrio acima de tudo

Morrendo por inanição ou mutismo seletivo

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar se está ruim no Brasil hoje (onde a solução para esta parada dos caminhoneiros é de curtíssimo/curto prazo – mas deveria ser uma solução de longo de prazo), imagina na Venezuela onde talvez, e se for possível, a solução para o desabastecimento geral será no longuíssimo prazo.

De fato, é bom também para a população ver e sentir na pele a dificuldade de uma verdadeira crise prática – que é o desabastecimento. A crise econômica supera-se, é ciclo (ou deveria ser). Agora, faltar produtos essenciais, e até mesmo o supérfluo, o furo é mais embaixo.

É bom por qual motivo? É bom para darmos valor a pequenas coisas, para darmos valor a pessoas que muitas vezes não vemos ou ofendemos sem motivo. É bom para termos consciência de qual governos merecemos ter e o que deveríamos ter. É bom para entendermos que linha econômica/estrutural/política precisamos ter para o Brasil fazer justiça a posição de economia mundial hoje ocupada por nós.

Antes que me critiquem por estar hoje em uma empresa pública (sou celetista com CLT e não estatutário), penso que se o Estado tiver empresas públicas, elas devam ser integradas a economia e lucrativas. E assim deve ser nossa economia. Motivada a ser lucrativa, investidora e com empregos.

A greve é perfeita e totalmente plausível.

Mostra que erros do passado na infraestrutura e no modal de transportes, hoje nos penalizam por evidenciar que o país não fez nada para que os caminhoneiros tivessem condições de trabalhar. E o contesto de incompetência com o uso dos altos e errados impostos, e da discriminada corrupção sistêmica, deixaram o país com um alto passivo e custo. Estar no Brasil é caro. Paga-se mal e caro. Sim, os impostos estão errados, alíquotas equivocadas, e voltando ao assunto do paragrafo, o Estado não faz por merecer tanto poder e dinheiro. O custo Brasil, é pago duplamente.

Então, vamos esperar o país morrer por inanição ou mutismo seletivo?

 

Ta tudo errado

Política, Sociedade

Em primeiro lugar não consigo compreender como o não trabalho, o não progresso, a não segurança própria, a não liberdade de ter as coisas, o não dever de cumprir as normas/leis, estão tão em voga hoje.

Nunca esteve tão presente de que pensar e ser diferente dos demais é errado. Veja bem, a maioria sempre “oprimiu” a minoria. Agora a minoria tem voz e critica a maioria por pensar diferente. Oras, então depois de tudo quem deveria dar o exemplo não dá!

Ouço muito que ser católico está errado. Oras, os evangélicos só criticam os católicos para se autopromoverem. A Igreja Católica fez coisas erradas sim. E não pode ser até hoje crucificada por vender pedaços no céu, ou pela Inquisição. Pois, hoje, outros fazem a mesma coisa. E pior, muito mais. E hoje tanto Igreja Católica como outras instituições religiosas seguem cometendo erros humanos na gestão das organizações.

A prole só critica o empresariado por “n” motivos. Mas em grande parte dos postos de trabalho, o empregado não produz o mínimo para o patrão o pagar. Então, logicamente, quem não produz o mínimo, esta fora do mercado. Isso é radical? Não. Pois, imaginamos que ele tivesse 5 ha de terra, ele teria que dali sobreviver e viver (Após quase 30 anos de governos centro esquerda a reforma agrária não saiu do papel, porque?). Será que esse mesmo trabalhador que não é produtivo, produziria ali o mínimo? Talvez não. Então, o Governo irá fazer os produtivos renderem por esse também. Porém, se vivêssemos em um local onde o trabalho fosse mais valorizado, talvez o improdutivo tivesse ajuda para achar seu trabalho ideal, mas que jamais seria carregado por alguém. E detalhe, o salário mínimo brasileiro não dá condições para ninguém sobreviver com dignidade – bons pagando pelos maus. Inclusive pelo alto Custo Brasil. (Terraço Economico)

Ouço que o cidadão não pode portar armas. Bueno, de fato se TODOS não portasse seria melhor. Mas o crime não entra no TODOS. Então, porque eu não posso ter uma arma? Não como nos EUA onde qualquer um compra uma arma de exército, mas uma espingarda 12′, uma pistola, um rifle 9′ caem muito bem para quem quer defender sua residência, seus bens e sua vida. Do contrário, não precisa ter mais direito de propriedade privada. Pois, se o direito não dá mais o direito, então voltamos a época onde se conquistava terras e posses, ouro e economias, carne e comida via guerras/lutas e saques.

E pra adicionar ainda, vivemos uma época que uma nova cultura é nos imposta a força. Introduzir santo na vagina é lindo, opinar que trans no vôlei está equivocado é extremamente feio. Gostar de Cazuza, Ney Mato Grosso, Freddie Mercury (alguns bons cantores que admiro e que lembro de sua opção sexual) porque são bons e não porque são gays é normal. Engolir Pabllo Vittar como cantora revelação do ano de 2017 e criticar isso é ser homofóbico. Auto lá: Eu penso que ele/ela tem destaque muito mais por representar um grupo de pessoas, aliás, a fama dela se deve ao conjunto do personagem; não por ser uma boa cantora. Agora isso sim é plausível de admiração, pois com uma boa jogada estratégica alavancou sua carreira de cantora de uma música só, e assim tem”Ibope”.

A vida hoje ta muito mimimi. Tu tem que se cuidar do que fala, ninguém leva na brincadeira, tudo é sério, processo, fórum, acusação, textão no facebook, etc.

Já escrevi sobre este tema anteriormente, mas escrevo novamente para frisar que vivemos uma erra de mimimi, de não trabalho, onde todos são crucificados pro tudo e por todos que estão em cima do muro.

Quem dera possamos viver em um lugar livre, com menos impostos, e sem ter que sustentar todos que não fazem o mínimo para sobreviver e etc.

 

Não é só pela gasolina

Administração, Política, Sociedade

Em primeiro lugar pensei em escrever este post antes do aumento dos impostos da gasolina.

Tenho nos últimos dias andado pelo Rio Grande, antes de ingressar no Banrisul passei um fim de semana em Santo Ângelo e visitei novamente uma sorveteria que conheci e gostei. No entanto, como estava vazia no horário que pedi meu sorvete, comecei a observar a nota fiscal (que está na foto) enquanto aguardava. Meu sorvete foi vendido por R$ 4,00. Segundo a IBPT eu paguei R$ 0,60 de tributos federais e R$ 0,72 estaduais. Total de R$ 1,32 de impostos num sorvete de 4 pila! Pensando nos prováveis custos de mercadoria, este sorvete deverá ter custada algo em torno de 1,75 ou 2,00. Isso deixará uma margem em torno de 20% para o comerciante pagar seus custos e despesas de operação e ainda se pagar. Isso é menos do que os 33% que o Governo leva.

Ontem, ao ouvir o aumento da tarifação do combustível, corri hoje pela manhã para completar meu tanque de combustível. E por sorte o posto ainda não havia reajustado para o novo preço.

Um estado que toma mais sorvete do que eu, que anda mais longe de gasolina do que eu, e ainda lucra mais do que o empresário, pra falir, só se for eleitos por sócios do Governo. E eu não sou sócio do Governo. Assim como boa parte da classe geradora e pagadora de impostos, recebem muito pouco de volta. Aliás, com os governantes que temos, cada vez menos eles tem coragem de aparecer ou de fazer algo. Quando fazem, fazem questão de fazer burradas.

Então, não entendo porque no Brasil ainda as pessoas acreditam em teorias mirabolantes de sucesso da gestão da Nação.

Acredito em um estado mais enxuto. Até acredito que as empresas públicas devam estar nas mãos de quem entende. Porém, na situação de hoje, empresas que geram os lucros pro Estado, poderiam fazer com que a gente pudesse ir mais longe e tomar mais sorvetes.

Portanto, fica o registro do cansaço em ter um estado sufocante, doutrinante e colocando cabresto pras pessoas simplesmente alimentarem os Petrolões da vida. E pense, pense na hora de votar! Lembre-se, o bom senso está se findando. Quem sustenta a máquina está cansando.

nota gasolina

nota gasolina

nota sorvete

nota sorvete

 

 

Sim! Por reformas.

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar o país precisa sim de reformas: tem que reformar todo o povo antes de tudo.

A culpa não está só no alto escalão dos mandatários da nação. Eles são o reflexo do povo. Há políticos corruptos, há pessoas corruptas. Há empresários corruptos, há empregados corruptos. Há recolhedores de impostos corruptos e sonegadores espertos. Sempre dá um jeito. Sempre tem um jeito não? No fundo, é só caixa 2. Tudo normal, segue o baile.

Como mudar o povo é difícil, o país perdeu uma oportunidade única (e que foi muito ruim e árdua para se criar) de ao sair da ditadura criar um país maduro. Algumas democracias surgiram sólidas após períodos ditatoriais. Outras, porém, assumiram a posição de tirania mudando apenas os atores – seguiram governando para si e para hoje. O único objetivo de longo prazo era seguir sempre no poder.

O Brasil precisa hoje de reformas sim. Falando das reformas que estão ai, a Trabalhista, Previdenciária, Política e Tributária são as reformas que deveriam ser feitas pós-ditadura militar. Falando de duas reformas, penso algo que poderia ser muito válido, simples e de fato transformador.

Reforma da Previdência

Criar os seguintes institutos de previdências públicas independentes, e então cada uma pagando por suas peculiaridades:

  1. Previdência Única e Nacional do Empregado Rural – Incluindo todos que são trabalhadores do campo e meio rural.
  2. Previdência do Funcionário e Empregado Público (cada esfera com sua própria entidade, sendo facultativo aos municípios) – incluindo todos os que recebem do governo de acordo com suas esferas.
  3. Previdência Nacional do Empregado Urbano e Geral – incluindo todo mundo que tem carteira assinada e que não se encaixa em nenhum outro regime de previdência.
  4. Previdência Nacional do Empregado Especial – incluindo todas as pessoas que pelo regime Geral  ou algum outro estariam obtendo alguma vantagem de se aposentar: antes dos demais, com o valor integral ou com qualquer outro tipo de benefício. Aqui está a periculosidade e insalubridade.

Reforma na organização do Estado

Fonte: Do autor. Organização de Estado e Governo

 

Acredito que antes de tudo, deveria haver um órgão recolhedor das receitas públicas de distribuir proporcionalmente entre os poderes. Todos sofreram como país unido o crescimento e crises. Além disso, deverá haver como forma de coordenar a Segurança e a imagem de país o Estado. Ou seja, separar do executivo de Chefe de Estado.

Punição grave aos crimes de corrupção

As prisões devem ser locais de regeneração ou de reclusão de pessoas danosas a sociedade. Por isso, TODOS os presos devem trabalhar na prisão – recebendo salário por isso. Para manter seus familiares, e que quando saiam da prisão tenha dinheiro para não depender da volta ao crime.

E aos presos por lesar a ordem e economia pública pena máxima das máximas. Corrupção, lavagem de dinheiro e danos ao sistema financeiro deveriam ser alguns dos crimes com pena máxima. E mais, nunca mais poder ser elegível a qualquer cargo público, tampouco como empregado público. Doerá, mas resolverá.

 

Nós temos muito o que mudar e aprender, infelizmente, quando o time não ganha se troca o treinador, as vezes justa ou injustamente. O fato é que em países imaturos e democracias instáveis, a crise econômica sempre podou os governantes. É fato histórico no Brasil isso.

E após 28 anos de democracia de esquerda, alguém se deu conta de que é necessário mudar e amadurecer a nação, encarando seus problemas e resolvendo.

Como é o povo que tem que reformar. Cabe a nós trocar o técnico, mesmo que seja o menos pior.