Sujar a carreira

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar bastam pequenos detalhes para sujar tua carreira. E sujar a carreira é muito mais impactante do que sujar a carteira de trabalho.

A carteira de trabalho é a materialização de uma carreira suja. Carreira suja é tornar imácula uma trajetória profissional por incompetência, negligência e conduta ilibada. E, não se refere apenas há não ter boas referências profissionais anteriores, refere-se a todo o contexto acima citado. A pessoa tem que entregar, tem que estar dentro de um grupo, tem que passar por locais e ser lembrado, admirado e ter portas abertas.

Não entregar resultados na sua carreira e fazer as coisas de modo errado coroam uma carreira fracassada. As pessoas vão olhar o profissional e dizer: “lá vem o azarão”. Nos idos das primeiras navegações, o azarão da embarcação é jogado ao mar! Na carreira, ser jogado ao mar é: aprender a nadar bem para um novo navio ou sucumbir ao fundo do mar.

Para não se afogar em sua carreira e macular sua trajetória faça:

  1. Bons cursos e qualifique-se sempre;
  2. Leia, leia e leia mais! Mantenha-se sempre atualizado e contemporâneo;
  3. Mantenha uma trajetória lógica da sua carreira;
  4. Entregue os resultados propostos;
  5. Mude de carreira em momentos oportunos.

A trajetória lógica é alguém compreender de fora os teus passos e o caminho percorrido a perspectiva de continuidade. Por exemplo: há pessoas que uma hora fazem uma coisa, quando tu as encontra estão fazendo outra coisa que não agrega valor nenhum. Trabalham em qualquer coisa que aparece e estão sempre insatisfeitas.

Qualificar-se, ler e estar atualizado é fundamental. É básico. Eu tenho como meta sempre ler 10 páginas ou 30 minutos cada vez que paro para ler. Uma ou outra regra eu sigo, depende do local e momento.

Entregar resultados é ser um profissional que vence. Onde tu passar deverá crescer, deverá ser lembrado por algo, e mostrar que onde passou as pessoas gostaram de ti. E gerar uma onda de bons comentários é o melhor. Lembre-se: contatos são tudo, relacionamento são o sucesso.

E ao final, mudar de carreira toda hora não cai bem. Vamos combinar, quem anda conforme o vento, vai para qualquer lugar e não chega a lugar algum. Se for mudar de carreira, espere estar em terra firme. Alguém trocar de área é normal. Anormal é estar sempre trocando de área, lugar e com habilidades totalmente diferentes. Assim, ninguém se firma.

Aproveita as boas oportunidades, e não cuide para não sujar tua carreira.

saber, saber fazer, relacionar-se

Carreira – faça o seu destino

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar articular para ter sua carreira é possível.

Alguns pensam que sucesso na carreira depende apenas de QI. De fato, sim QI: Inteligência do saber, do saber fazer e do saber se relacionar. Pouco adianta ter uma inteligência elevadíssima, saber fazer e não se relacionar bem com as pessoas (superiores, clientes, colegas, subordinados e qualquer pessoa que passe pela tua frente). E é ai que as pessoas confundem QI. Bem como, de nada adianta quem sabe se relacionar mas é burro e só faz retrabalho. Esses puxa-sacos, podem subir, ir longe, mas qualquer um verá que é um saco vazio.

Independentemente de onde esteja, articule para crescer. Certa vez, conheci a história de um vendedor das Casas Bahia (ainda quando ela existia no Rio Grande do Sul) e que foi garimpado e foi vender carros. Subiu, e se tornou vendedor de carros premium da marca a qual trabalhava. E mais, era um dos melhores vendedores da marca no RS. QI? Acho que não. Casualmente conheceu um gerente da empresa. O gerente gostou do trato do vendedor das Casas Bahia- mesmo não comprando na loja e sem saber quem era o interlocutor. Após, o gerente avisou que havia vaga para vendedor de carro. E o tal vendedor lá foi para o processo seletivo. E o resto vocês já imaginam. 

Portanto, mentalize os três pilares para seguir e as coisas naturalmente vão fluindo: saber, saber fazer, relacionar-se. E jamais tente ser o que não é. Do contrário, a queda é dura.

saber, saber fazer, relacionar-se
Resumo dos pilares da carreira

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.

Disrupção: Musk Motors

Empreendedorismo

Em primeiro lugar “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres” frase de Elon Musk, o grande mentor da SpaceX e o visionário da Tesla extraída do livro de Ashlee Vange (Saraiva ).

Confesso que ultimamente tenho tido muito tempo para investir em leitura, estou aprimorando conhecimento em conhecimentos gerais (política, economia, história), cripto ativos e biografias. Isso tudo tem aberto (ou reascendido) um mundo de pensamentos de motivadores.

E o livro de Elon Musk em particular mexeu muito com as ideias. A frase “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres” nos leva pensar em muitas coisas. De fato, há no século XXI vários empresários diruptores de nossa economia com vários feitos. Porém, nada se assemelha as disrupções causadas pelos inventos passados. Ou seja, estamos mais pobres em tecnologias evolutivas.

Claro que o mundo dos “apps” tem revolucionado muita coisa, mas o quanto isso nos evoluiu de fato? Interessante refletir novamente sobre a frase “queríamos carros voadores e ganhamos 140 caracteres”. Será que teríamos espaço para todos os apps em nossos celulares? Teremos atenção para tudo isso? Ou será que eles serão novas ferramentas – entre as milhares que inventaram e hoje nem se usa mais. Parece que nossa vida é cíclica, antigamente sem bancos as pessoas guardavam suas riquezas em casa. A tendência dos cripto coins é tu guardar tuas chaves privadas na gaveta das meias, provavelmente voltando há uns 900 anos – desde o surgimentos dos Templários talvez.

Em certa oportunidade, já discorri sobre pessoas empreendedoras que se autopromovem sendo empreendedoras em si. Isso não é inovação. Ainda, tenho debatido muito que nosso ensino de Administração está muito teórico e que precisamos de mais oportunidades de praticar. Sem falar em modernizar nossa legislação trabalhista, tributária e fiscal a fim de possibilitar que empreendedores possam surgir. Será que não nos falta mais coragem no Brasil, ou mais afinco para de fato fazer coisas importantes, evolutivas e inovadoras.

Até o Twitter está deixando escrever mais de 140 caracteres: de fato, as pessoas não aguentam ficar presas. Precisamos sair fora da caixa. E está mais do que provado que neste início dos anos 20 precisamos evoluir!

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A Tesla evolucionou o mercado automotivo: carro elétrico, funcional, potente, premium e acessível, econômico, seguro e conectado a sua vida.  Um carro que vai de 0 a 100 km/h em 2,1 segundos é quase surreal. O brasileiro é muito apaixonado por carro, o sentimento de pertencimento é profundo entre máquina e humano. A Tesla com seus projetos de carro autônomo (confere no vídeo) e tela de 17″ quando alguns laptops mal tinham esta tela me fizeram repensar o setor e se apaixonar.

Veja mais https://www.tesla.com/pt_PT/

A SpaceX quer colonizar Marte. Mas antes disso Elon conseguiu mandar foguetes/cápsulas e pousá-los de volta, criar roupas de astronautas confortáveis, produzir tudo a preços infinitamente inferiores aos preços das gigantes semipúblicas do setor. E mais, apesar dos apertos Elon criou uma empresa lucrativa.

Veja mais http://www.spacex.com/ 

Além disso, Elon criou a PayPal e a Zip2, e hoje coordena ainda outras empresas. De fato, ele é o cara e vale a pena aprender mais com esse cara.

Cansei de pessoas

Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar cansei de pessoas foi a frase que mais tenho escutado nos últimos anos.

Em partes eu também já cansei de pessoas.

Sim, a palavra certa é cansei mesmo. Fazendo parte anteriormente de um estabelecimento comercial que vendia bens duráveis (carro), acabei nesse período percebendo como as pessoas se comportam, e hoje, ainda mais, trabalhando em uma instituição pública financeira, percebo que pessoas cansa.

Quero aqui fazer um PS.: Quando irei me referir a pessoas aqui, não falo de pessoas/funcionários de uma empresa, acredito ali ser um universo diferente do que vou escrever. O fato é que lidar com pessoas nas organizações é desafiante, motivante e prazeroso.

Ouvindo agora de vários comerciários que “lidar com gente é difícil”, ouvi de um que afirma que irá vender seu comércio dentro de alguns anos e gozar de sua “aposentadoria involuntária”.

Porque atender o público em geral de empresas que atendem público em geral virou carma? Será que só eu percebi isso ou só eu sinto isso? (Empresas com clientes bem segmentados não passam por isso – e fica difícil ter essa percepção do todo). Porque dizer um não para o cliente ou e explicar que as coisas não funcionam como eles acham que funciona é motivo de judicialização de tudo?

Claro que o empresariado não é de todo o santo, mas está ficando difícil competir com o relacionamento truncado com empregados e agora com clientes.

Explicar a um cliente que não dá pra fazer, que a garantia não cobre, que foi mau uso (principalmente em informática – as pessoas acham que sabem mexer em um computador, porém, elas aprenderem mexer em um Windows 95, e hoje os softwares estão mais avançados que um “excluir” leva pro pau toda a máquina), ou qualquer outra coisa. As pessoas não aceitam nada.

É cada vez mais raro quem sabe negociar sem querer ferrar um ou o outro, ou quem só quer fazer um negócio se ganhar grande vantagem a ponto de dizer por aí que logrou o interlocutor da negociação.

Portanto, há desanimo geral, e percebo que as coisas não irão melhorar. A nossa sociedade está ficando oca. E o empresariado cansado. E se houve uma greve geral dos investidores/empresários/mentes pensantes e atuantes, e não movimentassem mais nenhum centavo e um dedo para arriscar em algo, como seria?

Falta trabalho

Empreendedorismo, RH, Sociedade

Em primeiro lugar ouço muito que falta trabalho em nosso país. SIM, falta muito trabalho.

Falta pessoas para trabalharam no campo;

Falta pessoas para trabalharam na lavoura manual do pequeno produtor;

Falta pessoas para trabalharam em serviços manuais;

Falta pessoas para trabalharam em serviços noturnos;

Falta pessoas para trabalharam, … Falta pessoas para trabalharam, …

Não é verdade? Tu para para pensar e percebe que muitos empresários, micro empreendedores e profissionais liberais reclamam que falta gente para trabalhar.

Fábricas sofrem para encontrar profissionais que estão dispostos a trabalhar e aprender um ofício. Muitos generalistas e poucos especificistas.

Baixos salários? Péssimas condições? Hmmm, não sei. Acho que está faltando vontade de aprender e lutar. Lutar para crescer e melhorar. Pessoas que desejam vencer e ser alguém na vida.

Pense nisso. Será que a sua falta de trabalho não está em ti mesmo?

1/10: Eu sigo sendo o “um”.

Administração, Empreendedorismo, Pessoal

Em primeiro lugar trocar de trabalho e de setor não é fácil. O comodismo gerado pela necessidade de estabilidade eterna faz com que apenas sejamos atores de nossas carreiras.

Estive recentemente em uma sinuca de bico. 1 em cada 10 pessoas escolheria entre um cargo público e um privado, o cargo no setor privado. Eu sou o 1. No entanto, estive refletindo sobre uma excelente oportunidade na Delivery Much e ir para o cargo inicial do Banrisul. Apesar de ter aceito a primeira proposta, resolvi dar uma virada nos meus interesses de carreira. Não alterei objetivos de longo prazo. Porém, troquei a ordem dos caminhos que estou seguindo para concluir as etapas de pós-graduação (Mestrado e Doutorado) e a possibilidade de poupar e levantar dinheiro para futuros investimentos privados ou até mesmo para ter gordura para estar novamente como um player da roda viva de trabalhador privado.

A Delivery teria possibilidade de explodir junto a empresa, sim uma grande aposta de curto prazo. De fato a melhor oportunidade do que a do Banco. O Banco é algo mais estático, lento e difícil. Porém, vou inverter a ordem, e concluir as formações superiores que desejo, como comentei acima.

Rejeitar o emprego pode ter fechado alguma porta e ter gerado ressentimentos, mas colocar a razão sob a emoção as vezes faz bem. E de fato àqueles que usam a sinceridade e buscam criar suas oportunidades, sempre terão algum lugar.

Poucos entenderiam se eu ficasse no privado. E estes me chamam de louco por queimar minha carreira. De fato, sair do privado quando se está em ascensão para descer a um cargo inicial no público não é fácil de entender para estes que me apoiavam no privado. Mas, não penso nisso. Penso que vou procurar entender de mais um setor importante para a economia do país e para a alavancagem das empresas.

A minha coach Lize Calvano deve estar de cabelo em pé comigo. Carreira com qualidade é o seu mantra. E por isso, indico e recomendo qualidade na tua carreira. Mesmo que isso gere confusões a quem te olha de fora. Afinal, as escolhas são tuas e não dos outros, e afinal tu não é todo mundo. Eu não sou todo mundo.

Bola pra frente.

Como em todo lugar que passei, eu me paguei. Então, vou me pagar no Banco. E assim sucessivamente.

Permaneci 3 anos e 2 meses no setor automotivo. Na Concessionária Volkswagen Japel cresci e aprendi muito.