Haja coração

dinheiro, Finanças

Em primeiro lugar a capacidade de poupança financia os empreendimentos e projetos de desenvolvimento. No entanto, financiar com a poupança é caro de mais. Nosso hábito de guardar e não de investir é o problema. A nossa urgência custa demasiado.

O poupador ganha pouco e o tomador paga caro.

A solução é a mudança do perfil do poupador Brasileiro. Sair da renda fixa para o mar aberto da renda variável demandará muita educação financeira e anos de perdas até dar a volta ao mundo. Mesmo o Tesouro Direto, com a sua solidez futura, pode espantar pelas oscilações momentâneas. E os objetivos de ganho são de curto prazo. Para fugir dos juros compostos de longo prazo, o poupador deve ter a certeza de altos ganhos amanhã. Neste viés, as pirâmides financeiras sempre ganham muitos adeptos.

No entanto, a renda variável dos fundos, opções, commodities e ações é algo que o brasileiro poupador precisa perder o medo, a vergonha e ganhar tesão. Assim como os ousados empreendedores precisam criar negócios de valores que possam ser financiados por sócios em potencial. E não suplicando crédito ou entrada e projetos de fundo perdido. Se o negócio é bom, a sociedade de fato financia. E é assim que os sites de financiamento coletivo dão certo.

Em outros lugares do globo, países menores tem mais empresas buscando negócios na Bolsa do que no Brasil. Talvez, em outros lugares, estejam gerando oportunidades de valor. Oportunidades que podem ser compartilhadas e não apenas embutidas. No sentido, “Bueno, no Brasil podemos negociar isto ou aquilo, e não temos como fugir disto”.

Portanto, além de saber como entrar, precisamos preparar nosso organismo para aguentar as oscilações do mar aberto da renda variável para permanecermos. Do contrário, navegaremos do rio a praia apenas. E para que isto não seja verdade, buscar cursos de formação em renda variável (operação em bolsa, conhecer fundos, etc) deve ser um bom passatempo em momentos de reflexão como este da Covid-19.

Tirando a reforma, tu já preveniu teu futuro?

dinheiro, Finanças, Geral

Em primeiro lugar saindo a reforma ou não, tu já se precaveu para viver uma velhice com um mínimo de dignidade?

Em 2013, ao ingressar no mercado de trabalho, contratei meu plano de previdência privada com acumulação e pecúlio para renda por invalidez. Pode parecer bobagem, mas em 2013 eu fiz uma conta simples: Uma contribuição sobre 1 salário mínimo ao INSS me renderia no aposento um salário mínimo de subsistência; no fundo privado, haveria um ganho de aproximadamente 35% no provento do aposento. Mesmo pagando taxa de administração e sujeito as oscilações do fundo (conservador), a opção complementar é mais atrativa.

Hoje há na web showman´s para todos os gostos e orientações financeiras. O boom por eles causado, reflete positivamente para que as pessoas possam investir em renda variável e se preocupar com proventos futuros na aposentadoria.

Quando ouço muitas críticas ao sistema financeiro e seus bancos, coloco um pé atrás: a história não é bem por ai. Muitos destes formadores de opinião web sabem que o ganho na renda variável e no tesouro direto é a taxa de corretagem, na compra e na venda. Por mais que ela seja “zero”, alguém algum dia pagou por ela.

De qualquer forma, um plano de previdência complementar e privado não faz mal a ninguém, te ajuda a guardar, formar poupança e ter de fato um produto para aposentadoria. Tesouro Direto, Bolsa, Fundos, comprar imóveis de leilão, criptoativos, entre outros, são formas eficientes de diversificação de carteira. Além disso, há muitos CDBs de bancos tradicionais com boas rentabilidades face o risco reduzido. E o sistema financeiro com seus players sólidos, só favorece o mercado financeiro como um todo.

Portanto, a minha conta foi esta: sobre 1 salário mínimo + pecúlio = 1,35 salário mínimo em 35 anos. Assim, 2013 + 35 = 2048, já tenho algo para aposentadoria vitalícia. E, com esta segurança, fiz, faço e farei, diversificação de aplicações: patrimônio, renda fixa e renda variável. Cada um como uma utilidade e objetivo, sem ferir ninguém, apenas, fazendo o melhor para mim.

Carreira e Finanças [2]

carreira, dinheiro

O teu salário e o teu esforço

Em primeiro lugar muitas pessoas não valem o que ganham. Já pensou nisso? O teu esforço, trabalho e resultado gerado pagam o que tu ganhas?

Provavelmente, tu está pensando…

E chegou a conclusão que sim! Mas, muitas vezes não estamos certos.

E quando tu começa a compreender isso, há a facilidade de enriquecer. Quando se pensa na geração de valor por meio do serviço que tu presta, tu compreende o teu valor no mercado. E, conhecendo esse valor de mercado, tu pode galgar cargos e empregos melhores.

Faça a conta, e compreenda quanto tu custa pra empresa, e quanto os teus negócios (produtos produzidos, serviços prestados, e etc.) geram de retorno para a empresa. Ao chegar essa conta, se o saldo for positivo para a ti, ou seja, tu ganha menos do que produz: ótimo! É sinal que tu podes galgar coisa melhor. Se a conta que fizeres for negativa, cuidado, alguém pode te substituir.

Buscando melhores oportunidades e melhores salários, controlando os gastos, poderá evoluir em seu patrimônio. Poderá investir em melhores cursos, viajar, ter bens, usufruir de bons serviços e aproveitar a vida.

Carreira e Finanças [1]

carreira, dinheiro

Elas nunca estiveram separadas, então se liga nisso!

Em primeiro lugar, sempre almejei possuir uma carreira profissional exitosa. Ou como empreendedor ou em algum segmento sendo reconhecido como um excelente empregado. No entanto, minha vida financeira sempre andou de lado, um pouco bagunçado na verdade. E é sobre a ligação de prosperidade na carreira e finanças pessoais que desejo aqui tratar hoje.

Gosto muito de ler, e dentro estas leituras, já passou e minhas mãos autores como Paulo Vieira, Gustavo Cerbasi, o livro Pai Rico, Pai Pobre é bem transformador, entre outros livros e autores. Além de ler, ultimamente, tenho acompanhado alguns canais no Youtube: Me Poupe! e Primo Rico principalmente. Porém, terminei a pouco de ler o livro da Nathalia Arcuri, e dentro todos o que já li, ouvi, me senti bem motivado com sua linguagem e exemplos. Pois, seu objetivo não é demonstrar onde está os melhores investimentos, mas foca no seu comportamento para a riqueza.

Juntando tudo o que já sei sobre o assunto de finanças pessoais, compreendi (ao ler o livro da Nathalia) que a carreira só terá sucesso se acompanhado com evolução financeira. Parece óbvio, mas muitas vezes não é. Quando eu ganhava mais, elevava gastos. Do pouco que tenho aplicado, são em previdência privada (me preocupo em ter sim um INSS meu no futuro, e não encaro esta previdência, que iniciei logo após assinar a carteira pela primeira vez, como um investimento por si só). Realizando algumas contas, chego por baixo a R$ 12 mil torrados em coisas que estão jogadas no galpão da minha casa. Tenho um pequeno terreno, um up! TSI e um consignado no valor do terreno de brinde. E alguns consórcios que quitei para receber. A minha previdência não está muito gorda, e é só.

Iniciei a pouco tempo a carreira bancária em um banco público. E compreendi agora (aquilo que já sabia mas não executava) o poder do dinheiro e da necessidade de guardar, poupar e investir parcela considerá-vel do meu provento.

Portanto, iniciarei uma série de posts contando sobre minha carreira (nova), minha ascensão nela, e sobre como irei lidar agora com o novo aumento e uma nova estrutura de custos fixos que terei que ter e o que irei fazer para investir. Fiquem ligados no blog!

Bitcoin: de volta ao passado.

dinheiro, Empreendedorismo, Sociedade

Em primeiro lugar poderíamos superficialmente perceber as moedas digitais/criptomoedas como uma volta ao velho sistema financeiro. Talvez, retornemos antes mesmos da aparição dos Templários. Meu vô poderia usar bitcoin: o processo segue o mesmo do que ele usava nos anos 1930/40. Seria apenas ensiná-lo a usar o computador, o que alias seria mais difícil.

Ultimamente tive contato com o mundo dos criptoativos e suas criptmoedas de modo mais teórico. Anteriormente, o contato que tive foi por amigos entusiastas que me fizeram perder R$ 300,00. Na real, perdi, pois hoje devo ter uns R$ 30,00, e a Bitcoin deveria ser vendida a um preço, que nem sei se irá chegar, exorbitante (mais do que já foi) para que eu possa me livrar do talo.

Contudo, o contato de 2016 e o de agora, deram maturidade para entender a evolução que está vindo. Ou melhor, voltando.

A tecnologia do blockchain em breve – talvez mais um ano (na prática, já é realidade na certificação digital e em outros processos) estará permeando nossas vidas em todos os aspectos. As criptomoedas talvez demoram um pouco mais, haja vista, que o sistema financeiro atual não suportaria uma revolução, e não aceitaria perder seu status quo atual para algo imaterial. Ou seja, ruir com as instituições que compõem o mercado causaria muitos danos, uma vez que elas ainda não acordaram para tal novidade. Assim, ou se adaptam a tecnologia e as criptomoedas ou irão sumir. E o prejuízo está feito. Porem, isso pode ser difícil de ocorrer, e para minimizar o dano social imediato, o uso de criptoativos e criptomoedas passará pela integração obrigatória ao sistema ai posto.

Não irei utilizar a palavra substituir, pois o sistema das moedas digitais não irá substituir nosso sistema dos “intermediários”, mas sim, integrar-se. Quem não integrar-se será eliminado. Assim, o Bitcoin irá ser integrado ao nosso sistema. Querendo ou não, isso vai acontecer uma hora.

A Bitcoin trouxe de volta o velho sistema antigo das relações monetárias: guardar o dinheiro em casa (ou na carteira), trocas diretas de dinheiro, agiotagem(é um nome feio, mas é para entender que os empréstimos são feitos diretamente do poupador para o tomador) pura rolando, risco de roubarem a carteira e não ter para onde reclamar direito ou provar, risco do calote (que pode, como sempre foi, reduzido com garantias), não havia quem criasse dinheiro (a não ser a casa da moeda e alguns emprestadores). As operações a descoberto e no mercado futuro das criptomoedas ainda é incipiente (quase inexistente), mas antigamente tinha muito rolo nesse mercado.

Essa forma simplista de descrever o criptomercado das moedas digitais é para vocês entenderem que guardar uma chave privada que dá direito ao portador ter acesso à aquela quantidade “x” de criptomoedas nada mais é que guardar uma nota de 100 em casa.

No caso da Bitcoin, o que me chamou a atenção é que por volta de 2100 não serão mais criadas novas bitcoins! Ou seja, mercado finito – por hora. E o fato de tudo estar guardado na nuvem e para todos. Que magnífico tudo isso. E saber ainda que as transações são públicas e privadas e que todos tem acesso (desde que tenham bons pc´s, tempo e dinheiro), irrompe nosso sigilo bancário.

E é por isso que coloco a Bitcoin como a volta ao passado: o seu modelo de sistema parece como meu vô lidava com o dinheiro num passado próximo. Louco isso não? Portanto, fique ligado, a única constante que temos é que as coisas estão evoluindo.

Bitcoin: Saber mais sobre a pioneira na tecnologia e na aplicação

https://bitcoin.org/pt_BR/

Comprar: Saber mais sobre entrar nesse segmento

https://foxbit.com.br/

Investir: Saber mais sobre investir nesse segmento

https://www.empiricus.com.br/
PS.: Cuidado ao comprarem alguma coisa deles, tu ganha um livro, e o cartão de crédito é para pagar o frete, mas assina algo sem saber (na real tem que ler até o fim para ver o jaburu que te espera)

CUIDADO! AO ADENTRAR NESSE NICHO, NÃO HÁ PARA QUEM CHORAR. ENTÃO, O QUE É MELHOR HOJE EM DIA AINDA?

Com certeza meu vô diria que os “níquel” dele estavam bem escondidos da gurizada.