A experiência é relativa

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar ter uma experiência boa em uma cidade e região pode não ser nada em outro ambiente. Em um local de maior competição, melhores salários e melhores cargos, a tua experiência na mesma área em uma região menos competitiva não servirá para nada!

Já pensou sobre essa situação?

A reflexão sobre a localização geográfica é de suma importância. A busca por trabalho nos grandes centros urbanos leva a muitas pessoas a migrarem. No entanto, o custo logístico desta mudança, na maioria dos casos, não é compensado pelo incremento salarial. Os melhores cargos e salários estão em quantidade maior nos centros urbanos maiores. Porém, há cluster produtivos interioranos que contam também com bons empregos e uma remuneração compatível (e pelo custo geral, muito maior).

Um bom currículo tem peso com coerência nas experiências e na formação apresentada. Além de demostrar evolução no currículo, demonstra os resultados obtidos. Estes resultados valerão muito mais em uma futura entrevista. Apresentar algo de concreto é muito bom para os avaliadores. A experiência e formação contam, mas precisam de contexto. Um grande profissional em uma região medíocre pode ser um profissional medíocre em uma região próspera e pulsante.

Pelos acessos a educação e a ampla variedade de oportunidades em grandes centros empregatícios fazem com que se pense muito na empregabilidade. Esta empregabilidade é um conjunto de: formação, experiências e resultados. Se conseguir reunir isto tudo, terá boas credenciais para manter-se vivo na corrida pelos bons empregos. Sempre gosto de pensar que os eleitos ainda contam com o relacionamento. Não é QI, é relacionamento mesmo. Contratar quem se conhece, poupa muito trabalho para os recrutadores e para as empresas.

Portanto, relativizando a experiência, ela não é tudo. É a parte da empregabilidade. E dependendo do contesto, não é nada. Aventurar-se em uma nova selva, exige elevada adaptação e preparação para não sucumbir ao subemprego das qualidades ainda não lapidadas que possui.

Mantenha seu cérebro ativo

carreira, RH

Em primeiro realizar tarefas novas nos mantém jovens, modernos e atualizados. Ser curioso e sem preconceitos para novas experiências favorecem a manutenção de um cérebro ativo e vivo. Obviamente, manter valores e conceitos são importantes para uma vida firme e uma base moral para encarar as coisas.

Aprender uma nova língua é um grande passo para aprender cultura e também crescer profissionalmente. Desbravar o novo, ter um objetivo e a motivação por conseguir ver avanço são coisas que engrandecem o ser. Além disso, nos permite conhecer um novo mundo sem sair de casa. Ler, ler livros é muito. Colocar como hábito a disciplina de ler no mínimo 10 páginas por dia é um excelente compromisso para romper a inércia e começar a ler.

Iniciar uma atividade física ou esporte novo nos dão habilidades corporais que além da saúde, trazem e elevam nossa autoconfiança e a valorização do “eu”. Além de atividade física, já pensou em praticar um esporte de luta? Navegação a vela? Algo diferente é muito bom para o corpo e mente.

Realizar estudos de qualificação (pós graduações, cursos de profissionalização, certificações técnicas) além do ganho profissional (de empregabilidade e de remuneração) a valorização por terceiros do seu conhecimento e do trabalho que realiza, proporcionam uma tarimba de êxito.

O livro Mantenha o seu cérebro vivo possui exercícios que auxiliam a desenvolver a capacidade de raciocínio. Utilizar a mão contrária para tarefas rotineiras, aprender novas atividades, entre outras coisas, elevam sua capacidade mental. Muitas vezes, pequenas tarefas feitas de modo diferente criam um enorme impacto na parte sedentária e automática do seu cérebro.

Jogar xadrez é algo que me fascina. Já fui melhor, atualmente, por não praticar, estou muito mal. Comprei livros e será minha próxima meta (concomitante ao estudo de inglês) de aprendizado.

Portanto, que atividades tem se permitido realizar para desenvolver seu cérebro? Conte abaixo, nos comentários, as atividades que desenvolve ou que planeja desenvolver. E boa jornada no seu desenvolvimento.

Sujar a carteira 3

carreira, RH

Em primeiro lugar este post “Sujar a carteira” foi muito debatido e muito interativo no blog. Em um momento de pandemia o tema volta vem à tona. Replico abaixo o texto publicado em 2013.

Momentos de pandemia/caos exigem muito do psicológico. Às vezes, as mudanças não são pessoais, são de sobrevivência ou do pânico. Pânico, pois, muitas vezes atitudes de manada afetam ainda mais a situação.

Aproveite este momento para estudar, refletir e descansar. Afinal, a imunidade geral deve estar em alta. Uma vida nova virá. Se nos mesmos padrões ou não, vamos pagar para ver. Vamos reler o post da época abaixo.

Sobre sujar a carteira e a rotatividade no emprego:

Deve-se ressaltar que os padrões morais modernos mudaram muito. Há quem diga ainda que uma pessoa que passa por várias empresas não é um bom funcionário. Há, porém, outros que considerem isso normal ou não veem com maus olhos.

Penso que deve haver uma ponderação e faço uma consideração que deve ser analisado caso a caso, ponto a ponto, pessoa a pessoa, pois é importante analisar se a pessoa:

– Muda dentro do setor/área de atuação, ou se muda de setor/área de atuação.

– Possui uma ascensão crescente na carreira e galga cargos melhores, ou se anda para trás, com piores cargos e em piores empresas.

– Mudou de interesses profissionais e está em busca de desafios, ou está se adaptando as tendências de empregabilidade de trabalho.

– Tem justificativas plausíveis para suas saídas das empresas e como sai de cada empresa.

Rodar muito de emprego dentro do mesmo setor/área de atuação pode demonstrar que o empregado não é um bom funcionário, que começa um projeto e não termina e que é insatisfeito com tudo e com todos. Ou, que é da natureza do setor/área de atuação alta rotação entre as empresas. Já em contrapartida, a pessoa que roda pouco dentro do mesmo setor/área pode ser vista como conservadora ou acomodada (não propensa a mudanças) e com medo de desafios e de enfrentar o desconhecido. Estes são alguns pontos de vista sobre rotação, agora outra análise possível são os motivos de saídas das empresas, em qualquer processo de seleção há a pergunta: porque tu saíste do último emprego? Esses motivos dizem muito. Nem quero entrar aqui na questão de disputas judiciais. Pois, cada caso é um caso. O que é possível pensar, é que se o candidato age de má fé e tem um histórico disso – independentemente da sua rotatividade – com certeza deve ser descartado do processo seletivo, pois esse dificilmente conseguirá permanecer por muito tempo em um emprego caso venha a ser contratado

.

Carreira Sapiens: Botafogo no G4

Administração, carreira, RH

A quarentena tem apenas uma coisa que me agrada: posso passar muito mais tempo lendo do que normalmente faria. Nesses dias, resolvi retomar Sapiens, do Yuval Noah Harari. Confesso que dá primeira vez que iniciei a leitura, fiz de forma displicente. Agora, levei muito mais tempo que o normal em cada página, tentando não deixar passar nenhum detalhe da história que o autor nos apresenta em minúcias e de forma singular. Logo nas primeiras 50 páginas algo me chamou muito a atenção, logo explicarei.
É engraçado como o isolamento nos coloca na ânsia de voltar ao ritmo normal, me tornei o tipo de pessoa que não quer ficar mais de uma semana longe de suas atribuições. Falando um pouco sobre mim, e estendendo também ao Junior, depois de um ano em Porto Alegre, já não somos os mesmo que chegaram. A cada dia no trabalho é um desafio novo, passou o receio de não se adaptar à função, e agora somos tomados por um sentimento quase que paternal em relação a nossas carteiras (carteiras são o grupo de clientes que estão sob nossa responsabilidade). Pois bem, ainda no final do ano passado fomos pré-aprovados para o próximo cargo de gerência dentro do nosso plano de carreira. Em uma perspectiva de promoção e mudança nos próximos anos, é natural nutrir ansiedade pelo que há por vir, diria até que é instintivo. Querendo o quanto antes passar à próxima etapa.
Eis que volto a falar do livro: logo no início, o autor nos mostra que o Homo Sapiens a partir do domínio do fogo passou do meio da pirâmide alimentar para a supremacia do topo (é como se do nada o Botafogo liderasse o campeonato brasileiro). Até ontem o homem era um predador mediano, não tinha condições de disputar as melhores presas nem de enfrentar os grandes predadores. Em pouco tempo, se viu no topo. Era o líder, mas sem preparo para a função. A evolução preparou todos os grandes predadores para evoluir na pirâmide de forma gradativa e equilibrada, desde os leões até os tubarões, o ecossistema se adaptou para que seus líderes não os desequilibrassem. O Homem foi a única exceção. A partir de então, acredita-se que a falta de confiança e preparação para exercer seu papel na natureza desenvolveu no sapiens um sentimento intrínseco de insegurança, e como qualquer animal, quando se sente ameaçado, ataca. O perene sentimento de inferioridade frente ao mundo que o cerca, tornou-o cruel e destrutivo com a natureza, revelando-se o maior genocida e explorador do planeta. Agora já é parte do nosso instinto, chegar ao lugar mais alto de forma precoce teve suas consequências.
Como Yuval nos mostra, desde os primórdios é natural querer acelerar processos e pular etapas para chegar ao topo, em muitas vezes sem o preparo necessário para isso. Tais circunstância me fazem pensar e rever minha ânsia e ambição por evoluir na carreira. Viver o presente e aprender com ele é fundamental. O preço de pular etapas pode ser muito mais caro que o preço da evolução natural. Por mais que desejemos o topo pirâmide, é importante contribuir e aprender com o presente. Uma etapa por vez. Etapa por etapa.

Com a colaboração de Nathan Santos da Costa

Currículo bem postado

carreira, RH

Em primeiro lugar mesmo que já esteja empregado e com boa empregabilidade possui um currículo organizado, atualizado e bem postado?

Não por medo do mercado, mas é importante para autoestima e para o registro histórico de tudo que passa pela tua trajetória profissional. Quem sabe quantos negócios e boas oportunidades passam por tua exposição ao mercado não estar adequada?

É neste sentido que mantenho atualizado minhas redes sociais e meu currículo. Assim, ao longo do tempo consigo dar a ele maturidade e corpo suficiente para tentar captar boas oportunidades. O meu LinkedIn é atualizado e sempre o acesso com frequência. Se eu precisar enviar hoje um currículo, o tenho pronto para envio. Além do blog que tento mantê-lo com uma atualização frequente. Bem verdade que poderia escrever mais, mas, tentarei ao longo do ano melhorar isto.

Quando uma oportunidade bate a minha porta, não a fecho dizendo que já tenho trabalho. Procuro ouvir a proposta, e sem interessante, faço meu preço para aderir. Sim, faço meu preço. Todos temos um preço (no bom sentido). Assim, se vale a pena a tua captação para esta boa oportunidade, o teu preço é chave de entrada. Caro ou barato o mercado se encarrega de quantificar.

Acredito que com a exposição adequada e qualificação correta o teu preço pode ser quantificado pelas experiências e vivências anteriores. Se ela demonstra evolução (mesmo que rápida) – ponto positivo. Se representou evolução para liderança ou cargos de gerência – ponto positivo. Se o grau de complexidade do negócio/mercado da nova empresa aumentou – ponto positivo. A evolução salarial condiz com a evolução do cargo e do trabalho – ponto positivo. Se o desafio de estar em uma empresa menor for maior do que uma empresa maior – ponto positivo. Aqui, o sentido é de que se andarmos para trás (assumir um cargo inferior em uma empresa inferior/menor) o passado atrás dado servirá para o progresso posterior.

Portanto, mantenha-se atualizado, qualificado e bem exposto. As oportunidades procuram as pessoas preparadas.

Mente tranquila vende melhor.

carreira, Geral, Pessoal

Em primeiro lugar, em 2019 investi meu tempo e dinheiro para qualificação profissional. Conclui 3 MBA´s que estavam engavetados e realizei uma certificação profissional. Em 2020 será o ano que me dedicarei para aprender inglês (com ajuda do Mairo Vergara) e elevar meu nível de condicionamento físico. Para isto, estou focado em treinar e me alimentar adequadamente. Para treinar utilizo treinos compactos, constantes, e um acompanhamento com nutricionista. 

Além disso, acordar as 5 horas da manhã para exercícios, desenvolvimento e oração tem melhorado meu desempenho ao longo do dia. A estratégia do Milagre da Manhã de Hal Erold de fato tem muito sentido e gera resultados maravilhosos. Desde que, tu aproveites este tempo da manhã para algo produtivo. Afinal, desenvolver uma mente tranquila, gera resultados melhores: Mente tranquila vende melhor.

Este mantra nunca foi tão presente como agora. Estou vivendo e podendo comprar que isto é real. Pense nisto: Mente tranquila vende melhor. Mantenha uma vida equilibrada em todos os aspectos. Zele pela saúde, família, bem-estar social, aproveitar as coisas da vida e as pessoas que tu gostas. Com certeza este equilíbrio fará fluir bons pensamentos e energias positivas. E, quando o ciclo virtuoso se instala o desenvolvimento é exponencial.

E os resultados das tuas vendas (entenda vendas aqui como tudo aquilo que é gerado pelo teu trabalho) serão, com certeza, reconhecidos e sustentáveis ao longe do tempo. Teus colegas de trabalho irão perceber ar de trabalho e resultados, teus clientes não se sentirão pressionados, teu chefe te cobrará menos, teu líder te apoiará mais e a empresa, provavelmente, te pagará mais. 

5 am

carreira, Pessoal

Em primeiro lugar, resido atualmente em Porto Alegre. A vida está muito corrida e eletrizante. Recentemente concluí meus objetivos de pós graduação. Terminei 3 pós que estavam travadas. Conquistei mais uma certificação bancária. E, emagreci. Foram grandes avanços para uma mudança do interior para Capital.

A leitura segue me acompanhando. E recentemente li O Milagre da Manhã de Hal Elrod. Meus pais sempre me falaram: Deus ajuda quem cedo madruga. Sempre gostei de acordar cedo e resolver as coisas. Nunca tive dificuldade de acordar cedo.

Após ler este livro tomei a iniciativa de acordar as 5 da manhã para avançar em temas importantes e resolver concluir o meu inglês (iniciar novamente). E, a noite melhorar meu condicionamento físico. Planos para 2020.

E, falando em 2020, quais são os teus planos?