Tudo que vai…volta

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Em primeiro lugar a terra gira e tudo que vai volta, não falo de vinganças, problemas e sentimentos ruins. Falo de moda, de mercado e tendências. O que foi moda, hoje é moda e amanhã é retrô e depois é moda e depois é retrô. Empresas relançam produtos e ditam as tendências do mercado.

A Adidas trouxe de novo seu chinelo estiloso e diferenciado, as camisas xadrez voltaram e podem estar saindo. O design dos óculos voltou ao velho e marcante estilo aviador. Enfim, diversos produtos que retornam nas prateleiras e nos remetem a lembranças de infância e nos tornam compradores ainda mais fiéis.

Admiro empresas que leem o mercado e lançam tendências sem medo de errar, e na maioria das vezes acertam. O retrô chega dividindo espaço com o sustentável e nós compradores ganhamos um leque de portfólio ainda mais diversificado e tentador.

Executivos da área de marketing dão show ao tornarem-se arrojados e quase que videntes ao relançarem modas que estão tomando conta do nosso guarda roupa e de nossas vidas.

Tudo isso sem esquecer a modernidade, a inovação e a evolução. O blu ray desbancou o dvd que desbancou o vídeo cassete. O rádio com cd desbancou o vinil, ou melhor o velho e bom vinil jamais será desbancado. Quem sabe algum marqueteiro arrojado traz de volta o som mais limpo e sincero dos antigos “bolachões”…aguardemos.

Mania de viver

Administração, Geral, Pessoal

Em primeiro lugar viva feliz e viva bem. Cada vez mais leio sobra casos de jovens com avc, pessoas que largaram tudo para viver em um sítio, jovens que decidem viver a vida rodando o mundo em intercâmbios e mães que aos 40 decidem fazer uma graduação e dar um novo rumo ao seu futuro faço reflexões que me assustam e me animam. E o que todas estas pessoas têm incomum? Tudo! Elas decidiram a maneira que iriam viver a vida. Existe fórmula mágica, maneira certa!? Não, viver é a arte de viver! E o texto torna-se repetitivo com as palavras vida e viver porque elas não possuem sinônimos, a vida é uma só.

O mercado está exigindo maior dedicação de seus colaboradores, maior demanda de tempo dos empresários, maior concorrência, novas tecnologias e a vida onde fica nisso tudo? De nada adianta termos um capital de giro monetário enorme se o nosso capital de giro afetivo está negativo. Devemos, antes de tudo, dar valor ao que realmente merece valor. Não quero dizer que não devemos trabalhar, que a vida é só gandaia, não, longe disso. Quero dizer que devemos buscar a felicidade, devemos nos preocupar em viver a vida de maneira que possamos exercer nosso dom e nossas qualidades com a leveza de uma criança que conheceu a praia e só quer correr na areia molhando os pés no mar. Teremos desequilíbrios e deslizes no sentido do tão falado “workaholic”? Talvez sim, mas já diz a frase: “faça aquilo que você ama e não precisará trabalhar nenhum dia de sua vida”.

Não podemos cair nas armadilhas de rótulos que a sociedade tenta nos impor, burlar entrevistas de emprego e tentar ser algo que a gente não é, ou fazer com que o excesso de horas trabalhada vire rotina. Sou a favor de que temos que seguir o coração, fazer o que amamos mesmo que isso não traga um retorno financeiro tão grande. Devemos pesar na balança não só o dinheiro, mas principalmente a felicidade. Prefiro morrer feliz do que morrer rico, e é isso que busco. Posso dizer que trabalho em algo que gosto, tenho tempo para realizar minhas atividades extras, não me importo de ter que trabalhar além do horário algumas vezes porque sou feliz no que faço. Sou rico? Longe disso, mas meu objetivo de vida vai além de cifras. Sei que ainda tenho muito o que melhorar, ainda não consigo dedicar o tempo que acho que minha família merece, ainda preciso me tornar mais presente no crescimento dos meus sobrinhos, tenho que falar mais vezes que amo meus irmãos e dedicar mais tempo no resgate do convívio com amigos de longa data.

Claro que não vou ser hipócrita de dizer que não precisamos de dinheiro para viver. Até porque as flores que mandaremos para nossas amadas saem caro e o cinema e o chope que iremos curtir no fim de tarde terão um custo. A vida está aí, escolher como vai viver depende de cada um? Que sejamos mais AmoVCs do que AVC.

 

Frio de renguear cusco

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Em primeiro lugar, está muito frio. Um frio intenso e que nem os mais entusiastas do inverno estão gostando. As redes sociais ganharam diversos “memes” e imagens retratando o clima gélido e desafiador que o agosto nos trouxe. Empresas sofrem com as faltas dos colaboradores por motivos de doenças causadas pela mudança climática que sofrem ao ter que sair de casa enfrentar o frio e correr riscos. Não é fácil conviver no frio e com frio, mas o tempo que perdemos reclamando será o mesmo que ganharemos trabalhando. E o clima polar é para todas as classes, acredito que o clima é a melhor forma de democracia, ele que separa os meninos dos homens. No domingo o Inter e o Goiás e seus jogadores com salário milionários enfrentaram chuva e fizeram 6 gols, sem “arregar”. Agora estou tapado até onde o cobertor me permite digitar, com o aquecedor ligado e ainda sim sinto frio. Admiro pedreiros que trabalham expostos, flanelinhas (ainda existem) e vendedores ambulantes que mesmo com o tempo ruim saem de suas casas para buscar o “ganha pão”. Estes trabalhadores me motivam a sair de casa para trabalhar, sair na chuva e ainda sim buscar ser melhor e dar o meu melhor. Enfim, independente do clima a vida segue passando na nosso frente e cabe a nós montar no cavalo das oportunidades que passa encilhado na nossa frente. Dar nosso melhor nas adversidades é uma maneira de mostrarmos comprometimento com a nossa atividade e vontade de crescer. E você vai continuar reclamando? Ou vai fingir que o frio é psicológico!?