Eu me tornei o que eu mais temia

Pessoal, RH

Em primeiro lugar, não sei se é por causa do meu trabalho ou de onde estou morando hoje, mas percebi que estou ficando velho.

Na realidade, muitos sempre dizem que aparento ter 35/36 anos. Ledo engano.

Ultimamente tenho dores aqui e a ali. Alguns Dorflex e um repouso já bastam para resolver. Além disso, tenho falado muitas gírias de velho. Sabe, quando tu encontras alguém fala sempre a mesma coisa, começa a ter as mesmas manias de conversa e por aí vai. A fronteira gaúcha é cheia de nuances.

A fronteira nos reserva um lugar para voltar ao passado, conhecer costumes ainda praticados, entender nacos da história na prática. E isso, tem feito uma grande mudança na minha mente. Claro que o serviço bancário também é rotina, e rotina te leva sempre a repetir atos já consolidados. E os clientes gostam quando tu sempre fazes a mesma coisa, o mesmo cumprimento, a mesma saudação e sempre tem uma história para contar.

Por isso, fique ligado: faça coisas para não se tornar o que tu mais teme. Comecei outra Pós-Graduação na Tecnologia da Informação recentemente e um curso técnico em programação. Preciso manter meu cérebro vivo. Preciso aproveitar este tempo de fronteira para evoluir.

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