Eu me visto mal

Pessoal

Em primeiro lugar eu uso muito as mesmas roupas. Sim, em uma linguagem popular eu bato bem minhas roupas. Se algum dia tiver oportunidade de comprar roupas com padrão de qualidade superior – roupas de marca, talvez eu compre. Mas, mesmo assim, não terei milhares de unidades. Em suma tenho poucas peças, peças boas e peças de lida.

Trabalho com vendas e procuro ir sempre bem arrumado, com boas roupas e sempre bem limpas. A aparência é a alma da venda (papos furados do contrário serão difíceis de aceitar. Claro que se não houver conteúdo, não haverá recompra)

No entanto, a vida não é de aparências. E hoje, em nossa sociedade, a aparência ganhou vida e passou a ser.

Precisamos ter consciência, precisamos ter consciência de que um consumo por necessidade é mais salutar do que o consumo pelo consumo. A compra consciente gera riqueza, a compra por impulso geram apenas borrifadas de perfume. Quando se adota consciência, é possível que se seja sempre uma mesma pessoa. As vezes me sinto dois. O nosso mundo hoje é dois: o virtual e o físico. A aparência e a realidade. Devemos saber onde queremos estar.

Eu bato muitos minhas roupas, tenho blusões de quando era adolescente! Sem contar nas camisas do colégio (que hoje guardo mais como recordação) e meias. Em casa adoro usar meia velha. Para trabalhar uso carpim de primeira.

Este post talvez não chegue a lugar algum, mas o objetivo é nos fazer pensar: como é meu modo de vestir? Em que mundo tu vive? As respostas estão dentro do teu bolso…

E a sua opnião?

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