Processo seletivo longo: os guerreiros vencem

Administração

Em primeiro lugar as empresas devem contratar pessoas que tenham a cara da empresa e que estejam alinhadas com os princípios e objetivos da empresa. Para isso, realizar a seleção internamente é imprescindível para o êxito. As empresas de recrutamento e seleção são fundamentais para auxiliar no processo seletivo de uma empresa, porém, repassar toda a responsabilidade para estas é um erro, principalmente quando nenhum membro da empresa que contratou os serviços de seleção participa do processo. E é muito comum ouvir de empresários que as empresas de recrutamento e seleção externas são ineficazes. Acredito não ser bem assim, o papel destas empresas deve ser de auxiliar.

Na minha visão, a contratação de um novo colaborador é a contratação da perpetuação da empresa. Essa pessoa é o futuro da empresa. Como já comentei em outros posts, o processo de contratação é fundamental para o sucesso organizacional.

Penso que as empresas devem investir em seu RH para ter pessoal qualificado para realizar os processos seletivos. Montar um processo de seleção não é fácil, o RH deve estar muito próximo do líder do futuro contratado e juntos devem estruturar os melhores mecanismos de avaliação dos candidatos, possuir descrição de cargo, plano de carreira e local de trabalho definidos deve ser o ponto de partida em busca do melhor candidato que se adeque ao novo trabalho.

Os processos seletivos devem ser verdadeiras jornadas. Vencerá (ão) o(s) melhor(es). Vencerá quem for persistente, motivado desde já com o novo emprego e empresa, e se demostrar a mesma pessoa do início ao fim. O processo seletivo não pode ser chato e burocrático, ele deve ser claro e não cansativo, porém para que se torne desafiador deve ser longo. Indo mais além, se uma empresa puder em um processo de seleção colocar como participante ao menos um funcionário que não trabalhará diretamente com o cargo, ela conseguirá obter uma visão diferente dos candidatos e esta pessoa que não convive diretamente, provavelmente, analisará mais pontos comportamentais e os valores dos candidatos do que as aptidões técnicas.

A pessoa que até o fim de todo o processo não perder o brilho no olho, é o guerreiro que quer o novo trabalho – e muito provavelmente terá os requisitos que a empresa deseja.

Uma ideia de processo:

1 – Analise dos currículos

2 – Entrevistas individuais

Discussão sobre todos os candidatos entrevistados

3 – Referência dos candidatos aprovados nas entrevistas

4 – Dinâmicas de grupo perante um grupo de avaliadores (gente do RH, o líder do novo colaborador e convidados para a seleção)

Discussão sobre todos os candidatos entrevistados

5 – Trabalho técnico a ser apresentado e defendido individualmente a uma banca

– Após pode ter uma conversa individual com os candidatos-

Discussão sobre os candidatos

6 – Escolha do novo colaborador

E a sua opnião?

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