Geração Y e Baby Bommer: Lado a lado

Pessoal

Em primeiro lugar este post foi o primeiro post/artigo que pensei em escrever para contar uma experiência, pensei isto há 2 anos, porém somente agora venho escrevê-lo.

Devo registrar aqui uma experiência que fugiu as regras da teoria. Há dois anos realizei um estágio em minha cidade natal em uma grande empresa, onde realizei alguns trabalhos na área de Recursos Humanos, principalmente na gestão do clima e no reconhecimento e recompensa. Uma empresa com mais de 60 funcionários carecia de um gás e de boas ações na área de RH, a qual ainda não estava estruturada. Este trabalho nada mais foi do que um estágio temporário de férias. Rendeu bons frutos para mim e para a empresa. Realizamos muitos trabalhos para integrar e motivar mais as equipes de trabalho. Posso afirmar que o resultado foi excelente. Além disso, trabalhei em uma fundação auxiliando em um projeto especificamente, projeto este que consistia em palestras nas escolas públicas estaduais da região. Minha função nada mais era do que dar apoio logístico e acompanhar a professora  (especialista nas áreas de ensino e sociologia) que ministrava as palestras.

E aqui entro no tema deste post. Essa professora que citei acima atuou comigo nos trabalhos de RH da empresa. Esta pessoa era fantástica, tinha muitas idéias, era prática e focada em resultados. Como uma boa professora, também tinha seus momentos de reflexão e de profundas parábolas que me fazia pensar horas sobre suas palavras. Muitas vezes eu ficava mirando o ar para conseguir entender. Essa pessoa era  bem vista por todos, e o seu trabalho era muito aceito dentro da Fundação onde trabalhava como educadora. Essa professora possui mais de 60 anos, e foi com ela que protagonizei as ações que geraram este post. Por incrível que pareça a afinidade com esta professora foi incrível e parecia que ela tinha os meus 20 anos da época. Muitos criticam os mais velhos, porém eu acredito que devemos agir com mais cautela. É possível sim dentro das empresas e das organizações boas relações entre os baby bommers e os da geração y. Basta a humildade para que ambos saibam se ouvir e extrair o melhor do colega. Se não houver objetivo em comum, não há relação, então é imprescindível que ambos andem na mesma direção.

Consumo consciente e a importância de reutilizar as coisas são ensinamentos de nossos avós. Isso, não é coisa contemporânea  Porém, muitos destes valores se perderam nos últimos 2o ou 30 anos com desenvolvimento tecnológico e o crescimento a base do consumo acelerado. Finalizo dizendo que temos muito mais a aprender do que ensinar a geração baby bommer. Fica a dica.

E a sua opnião?

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s