Não é brinquedo não!

Administração, Intercâmbio

Em primeiro lugar, a Argentina pode ter seus atrasos tecnológicos e certa antiguidade do aparato de administração pública, mas, sua organização quanto nação e quanto República são exemplos para o nosso querido Brasil. Infelizmente a corrupção atormenta o desenvolvimento dos dois lados.

Estou vivendo com mais 40 intercambistas de todo mundo e de modo geral todos sentem diferença no ensino, e isso é de todos os lugares do mundo. Alta carga de leitura, muitos trabalhos e muito discurso do professor em sala de aula. Além disso,  a estrutura da gestão administrativa e da gestão acadêmica da Argentina é um exemplo e é de nível europeu (segundo relatos de espanhóis e franceses).

Ao fim do intercâmbio espero ter um artigo pronto analisando modelo de ensino de Brasil e Argentina. Fico feliz, pois estou colaborando com pesquisas entre UFSM e UNL que irão me dar uma grande visão de como funciona melhor a estrutura de ensino.

Por fim, os que pensavam que a coisa aqui era moleza ou que era barbada estão errando o furo. O buraco é bem mais embaixo do que se imaginava.

Um comentário sobre “Não é brinquedo não!

  1. Muito bem meu caro Junior de Mello, venho me manifestar favoravelmente a esse seu comentário. Pelo que entendi, você esta falando dos modelos de ensino de Brasil e Argentina. Seu choque cultural é algo interessante para você ver com outros olhos nosso país, a fim de melhorá-lo. Certamente você terá notaveis diferenças entre o modelo de ensino dos dois Países.
    O fato é que o Brasil, ganhou fama de ser um País continental e com várias raças. Isso, entretanto, atrasa nosso ensino a meu modo de ver. Para exemplificar, um modelo ensino que serve para um estado brasileiro pode nao servir para outro. A nossa cultura é diferenciada de região para região, e por isso talvez países como a argentina, com uma cultura mais particular/comum a todos torna mais facil a implantação de um modelo de ensino que contemple todo o país com eficiência.
    Na verdade, todos os brasileiros são brasileiros. Porém um gaucho não quer ser nordestino e vice versa. Isso explica a “diferenciação”em universidades públicas federais que se tem, por exemplo. O modo como é tratado um aluno que ingressa na UFSM sendo ele do Acre. O modo como um gaucho ingressa em uma universidade Baiana…

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