Política nossa de cada dia

Política

Em primeiro lugar, política faz parte da nossa vida. E nem sempre nos damos conta. Temos relações políticas com nossos amigos, clientes, colegas, subordinados e chefes. No sentido pejorativo muitos vivem da política. Porém, muitos deveriam viver com a política. O QI (quem indica) nada mais é do que ter uma boa rede de relacionamentos e ser um bom político que constrói relações ganha-ganha. E muitos não entendem e ficam ainda pensando que QI faz mal e que a culpa do insucesso de muitos é o QI do outros. Falando agora de política partidária, o Brasil vive um momento de livre democracia. Em resumo que todas as ideologias hoje mamam do sucesso da Federação, com raras exceções de partidos que seguem convictos e que não mudam o leme e o destino conforme o mar. O país precisa urgentemente de uma reforma partidária. Isso não é repressão! Isso é seleção. Assim, teremos pensadores e políticos de melhor qualidade. Em um partido grande destacam-se os bons, enquanto em partidos pequenos, se alguém quiser poder no Brasil é só se aliar ao time que está ganhando. Então, a reforma política deve iniciar queimando as sanguessugas do poder. É simples para os grandes, dolorido para os fracos e ideal para o bem comum. O próximo passo é educar o povo com escola e bons professores. Povo educado exigirá pessoas que saibam ser políticos e é claro, muito honestos. Um lugar onde “todos” mandam, ninguém decide. Um lugar onde o número ideal manda, alguém decide e faz. Em uma visão micro-política, o contexto da região centro do Rio Grande do Sul pode ser resumido em poucas palavras. Como em Santa Maria/RS e minha terra natal o momento político é interessante, vamos deixar o filme rodar para ter graça. Em Santa Maria Cezar Schirmer está imbatível e será reeleito certamente. Agora, se a oposição tiver a mesma energia que levou Schirmer ao poder, ela consegue bater de frente. Ainda mais se o PSDB e PT se unirem. Na teoria é impossível, mas na prática a conversa e os interesses fogem dos conceitos de Karl Marx e Adam Smith. Em Faxinal do Soturno/RS acredito que agora teremos uma mudança radical no cenário político local. Nomes velhos já deram sua contribuição e hoje estão obsoletos. Como na cidade não há novas lideranças com vontade, a incógnita por candidatos lá é grande. Isso leva todos a vontade de ganhar um bom salário e ter o prestígio de ser prefeito de 7 mil pessoas, e é claro ter o grande fardo de ser o possível salvador em uma região descrente em mudanças. Na cidade há muitos pré-candidatos em campanha velada. E na Quarta Colônia a situação é parecida. Por fim, o que resta é ficar aguardando as cenas seguintes desta radionovela. É, radionovela mesmo. Pois, ninguém vê, só ouvem falar.

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