As empresas que produzem medíocres

Administração

Em primeiro lugar empresas medíocres buscam produzir funcionários medíocres. Esta máxima nunca foi tão verdadeira neste momento de extremas incertezas.

Em geral, toda empresa tem o funcionário que resolve problemas. A pessoa que domina o processo, os sistemas e o negócio como um todo. É a pessoa que é recorrida a todo instante para sanar dúvidas de tudo. É a pessoa que quando há algum cliente com problemas ele é acionado. Resolver problemas é uma tarefa importante, reter um cliente é mais barato do que buscar um novo. Muitos chefes buscam encontrar quem gerou o problema e esquecem de focar energia em resolver o problema.

Atender bem um cliente com problemas e reclamando é essencial também para a imagem da empresa. Atender bem e resolver leva tempo, gera desgaste emocional e prejudica o andamento da marcha de trabalho de várias pessoas que se envolvem na solução. O funcionário solucionador de problemas muitas vezes engaja-se em uma tarefa que não lhe trará nenhum resultado específico. E, muitas vezes, não será reconhecido por este trabalho e ainda será cobrado no cumprimento dos seus deveres tradicionais e costumeiros.

Além do funcionário solucionador de problemas, há nas empresas os empregados que buscam fazer a diferença. Aqueles que criam verdadeiros laços de relacionamentos com os clientes e concentram esforços em realizar grandes negócios. Mas não pense em volume, pense em grandes negócios lucrativos e representativos. Uma venda que gera satisfação e recompra é uma venda saudável. Para realizar um negocio assim, depois de criar laço com o cliente, compreender suas necessidades e objetivos, encaixar um produto ou serviço adequado leva tempo. Exige esforço, exige dedicação e atenção para que todos os detalhes se concretizem conforme projetado.

Pegar um “peixe grande” exige muito mais sapiência. Muitas vezes, a empresa e o chefe não querem esperar por resultados assim. Preferem pressionar para espremer o funcionário a produzir o que está proposto no prazo almejado pela empresa. E na maioria das vezes, o momento e o mercado não estão adquirindo o quer ser vendido. A prepotência e arrogância são os primeiros sinais de que a empresa está em descompasso com o mercado.

E, percebendo a arrogância e falta de reconhecimento, os funcionários que buscam fazem a diferença e os solucionadores de problemas, começam a migrar sua marcha de trabalho para a mediocridade.

Solucionadores de problemas: Quando aparece um problema dizem que não sabem, fingem nem perceber o que está acontecendo, se não está envolvido diretamente, não faz questão de ajudar, ou simplesmente desaparecem na hora do caos. Evitam a fadiga emocional de um desgaste desnecessário.

Empregados que fazem a diferença: Desmotivam-se com a urgência de resultados inconsistentes. E, buscam realizar negócios medíocres, mas de acordo a regra do jogo. Muitas vezes, quem cumpre a meta é bonificado e reconhecido, muitas vezes, realizando negócios ruins.

Portanto, empresas medíocres, que querem números urgentes e valorizam o novo e não o atual cliente levam os funcionários a não darem o seu melhor, a não se envolveram em negócios importantes ou na satisfação dos seus clientes. Quando, realizar uma venda de uma ideia/negócio internamente for mais difícil (e muitas vezes vexatória) que vender algo ao cliente: a mediocridade tomou conta. E onde tu trabalha, como é?

Tchau, Porto Alegre!

carreira, Pessoal

De Praça para Praça (da Alfândega para a Saldanha Marinho). Para a alegria dos concorrentes e tristeza de alguns clientes me despeço de Porto Alegre. A Capital do Gaúchos serviu de morada por mais de 28 meses e neste período desempenhei minhas atividades na maior agência bancária da América Latina. No segmento Afinidade do Banrisul da Agência Central, o desafio de migrar para a “selva grande de pedra” somou-se ao desafio de desbravar as peculiaridades do Alta Renda. A envergadura do cargo exigiu (e exige) muito estudo, dedicação e esforço.

O verdadeiro soldado é forjado no fogo. Na vida, assim como na guerra, muitas vezes não escolhemos companheiros de trincheira, mas os competentes lutam pelas mesmas missões em qualquer batalha. Este foi o espírito que permeou a Praça da Alfândega.

Viver na Capital foi instigante, desafiador e cômico. Passagens vividas, relembradas, são ainda mais engraçadas recontadas hoje. Momentos de reflexão e raiva se entrelaçavam criando uma casca forte. Poderia aqui descrever várias cenas, mas, vou deixar para rirmos e aprendermos juntos em outros momentos.

No meu blog lançarei as histórias do atentado a faca, do Serginho Moá no Apartamento, do cego numa noite gelada, do açougueiro da rua do arvoredo, quizilas do trabalho, jantares dos Deuses, cabeçada custosa no peruano, entre outras.

A experiência de trabalhar com atletas profissionais do Sport Club Internacional foi com certeza a mais marcante e enriquecedora. Neste período, além de bons negócios, muitas memórias foram criadas.

Além disso, realizar crédito rural em um prédio encravado no centro da cidade foi uma experiência profissional recompensadora. Agora, migramos para o interior novamente, e mais uma vez, na linguagem nativa, a “Agência Central”, mas a de Santa Maria (Agência Santa Maria Afinidade).

Em Porto Alegre foi possível compreender melhor a ideia da simplicidade, superar os limites e aguentar forte a solidão. Agora, de volta a Região Central, é uma nova reconstrução de aprendizados.

Citar nomes trará esquecimentos, mas sou grato a cidade, as pessoas e aos negócios realizados que me tornaram grande.

Estamos em guerra, mas não estamos lutando

Pessoal, Política, Sociedade

Em primeiro lugar não vivemos uma sociedade que não está preparada para enfrentar dificuldade, tão pouco preparada para momentos de austeridade econômica. As pessoas não têm a mania e não tem o hábito e tão pouco a inteligência para guardar dinheiro. Além disso, as pessoas não têm Inteligência emocional para compreender o isolamento e a falta de comunicação humana. O mundo digital não supre na totalidade a necessidade do convívio social real. De fato, vivemos um momento em que se percebe a importância de ter as pessoas que se gostam ao seu redor. O encapsulamento é algo previsto há algum tempo. Porém, é um estágio anterior ao isolamento. E este, está fazendo mal.

O ambiente de trabalho que não é salutar, que não se preocupa com a higiene básica e não se preocupa com a saúde mental está fadado a ficar sem os melhores profissionais. Maslow nunca esteve tão correto em suas afirmações.

Na guerra os melhores soldados não estão no front, eles estão atrás da primeira linha. As empresas que optam por deixarem os melhores funcionários no pior momento sangram a qualidade e a oportunidade de ter as melhores competências nos melhores locais. Empresas obsoletas ainda adotam a ignorante política de se livrar dos medianos promovendo-os. Ninguém quer perder os melhores trabalhadores, aqueles que mais geram resultados. O contraponto é que nem sempre o melhor vendedor é o melhor gerente. Mas, isto é tema para outro post.

 Enquanto isso as pessoas que estão debilitados seguem seu Home Office as pessoas que têm sem emprego e o seu soldo garantindo seguem com as hoje a do fica em casa. 

Nunca houve tanta “falação” ou tanto problema criado por uma doença que é contagiosa, mas não morre quem respira o ar no campo aberto, ou seja, não vai ser respirando o ar puro que vamos morrer. Único segmento que acredito ser passível de penalização é o de eventos e algo que há aglomerações. Isso inclui os eventos religiosos isso deveria ser proibido. Porém, o comércio deveria funcionar e o transporte público com medidas altamente pensadas para evitar aglomerar empurra-empurra e principalmente que as pessoas não toquem nas partes comuns ou evitem tocar e se tocarem. E que haja uma equipe de desinfecção a cada 30 minutos no transporte coletivo e em pontos estratégicos. Atitudes como essa entre outras poderiam nos ter feito deixar o comércio aberto as pessoas circulando gastando consumindo porque o brasileiro não sabe poupar e essa poupança não surtirá efeito pós pandemia.

Uma vez que muitos ainda persistem com compras desenfreadas de itens e equipamentos que não agregam valor ao acumular por acumular.

A reflexão que fica aqui é que nós deveríamos não ter medo dessa gripe e que não deveríamos ter parado tão cedo em março de 2020.

O covid chegou com muita força e em locais pontuais. Os hospitais de campanha montados e desmontados sem ou com pouco uso. Quanto dinheiro jogado fora!

O comércio e a vida deveriam seguir normal com alto cuidado e sempre muita higiene, sem aglomerar, sem eventos, e com aula. Sim, aula. Muitas escolas têm muitos espaços ociosos e poderiam sim seguir com maior distanciamento.

A conta financeira do covid virá no futuro e será muito pesada. Tomamos decisões erradas no passado, e deixamos pessoas que não deveriam tomar decisões tomaram decisões.

Nós iremos pagar o preço disso tudo na próxima geração. O alto endividamento público e as pessoas estão paranoicas terão um impacto péssimo na sociedade. E os “Geração 2000” sem vontade de trabalhar. 

Vida importam. Mas, estamos em guerra. E a conta é onde irá morrer menos no menor custo.

Contato é tudo, relacionamento é o sucesso

carreira, RH

Em primeiro lugar conhecer pessoas é importante. Qualquer pessoa. Antes de tudo é importante ter educação e pro atividade para iniciar conversas. Iniciar conversas muitas vezes com pessoas aleatórias trás consigo uma carga emocional e de conhecimento muito grande. Isto não precisa ser feito com indiferença ou ser feito a força. Sapiência e paciência é imprescindível na construção de diálogos aleatórios.

Estes diálogos devem buscar profundidade, buscar conhecer, buscar criar vínculos. Se exercitar a criação de vínculos por meio de diálogos com toda e qualquer pessoa poderá ser um exercício para perder a vergonha e poder iniciar um contato com alguém vinculado ao seu trabalho. Pode ser um chefe, um cliente, um colega, um subordinado ou qualquer outro stakeholder.

Quando sempre iniciar bons contatos e ser conhecido, o próximo passo é ser reconhecido. Ser reconhecimento é construir e manter relacionamentos. Relacionamento de trabalho ou pessoais são fundamentais para facilitar acessos e construir uma marca pessoal forte. Esta marca pode auxiliar em promoções e bons negócios. Ter relacionamento é muito mais do que e-mails e números de telefone. Relacionamentos e a pessoa conhecer a tua essência. Conhecer os pensamentos, anseios e necessidades.

Esta construção de um relacionamento leva tempo e custa dinheiro. Muitas vezes custa outros relacionamentos que devem ser eliminados se não agregam nada. Esta regeneração é importante para mantermos a mente equilibrada e em evolução. Se não crescermos como pessoa com uma pessoa não é motivo de estar perto desta pessoa. Me digas com quem andas, que te direi quem és. Esta máxima não é em vão. Observe-a e aplique-a.

E, não fique amargurado se observar outras pessoas avançando. As vezes, ter a resiliência, empatia e força para mudar auxiliam na construção de relacionamentos. Ficar de complô não ajuda! Não confunda as coisas. Até porque algumas pessoas podem usar isto de modo errado.

Portanto, pense sempre em construir laços de relacionamento para ser conhecimento e reconhecido por algo. Ser reconhecimento por ser alguém com destaque em alguma coisa. Este assunto já foi pauta aqui no blog, mas é sempre importante martelar esta pauta para que o conceito seja propagado e fixado.

Dividir para conquistar

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar esta é uma estratégia antiga da arte da guerra. E atualmente a nossa sociedade encontra-se numa situação em que há uma parcela importante e barulhenta da sociedade que prega que menos favorecidos precisam de protetores. Muitas vezes, não há divisão. Mas, cria-se um conceito de divisão para poder surgir protetores. A questão, é que esta vassalagem, custa caro possuir estes protetores. Aos primeiros olhares, parece loucura pensar nisto, porém, ao analisar bem, esta estratégia está cada vez mais evidente.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade não se constrói dividindo. Claro que a liberdade dá o direito á desigualdade, porém, isto dá oportunidade de ascensão e mobilidade social. Antes de tudo, precisamos oportunizar. Criar um sistema que favoreça a liberdade, o respeito e a possibilidade de mobilidade. As falsas ajudar muitas vezes não querem que a minoria ascenda, mas sim, que aceite sua situação e lute por mudar sem sair do lugar.

Na vida empresarial, em partes, é assim que funciona. Os melhores ascendem em condições de liberdade e de oportunidades. As empresas que não agem assim, estão fadadas a serem chefiadas por incompetentes. Incompetentes tendem a liquidar companhias.

Pessoas incompetentes têm liquidado nossa sociedade. Dividindo-a. Aumentando impostos que afetam os mais pobres e pequenos empreendedores. E neste momento a geração que não trabalha e não estuda está chegando a uma idade que trabalhar e pegar no pesado será uma tarefa difícil. Sem honra, sem glória, sem suor. O caos está só começando. Precisamos de pessoas dispostas a arriscar, a superar limites, a trabalhar!

No entanto, quando mais vitimizados somos, mais esperançosos de que alguém vai nos dar algo aumenta. Se não se ganha nada, gera-se decepção e a frustação, e estas são os piores combustíveis para uma revolta. Portanto, acredito que para superar discriminações, precisamos ter coragem para reduzir os crimes que possam advir com penas claras e aplicáveis. E ter coragem para não discriminar nada.

A experiência é relativa

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar ter uma experiência boa em uma cidade e região pode não ser nada em outro ambiente. Em um local de maior competição, melhores salários e melhores cargos, a tua experiência na mesma área em uma região menos competitiva não servirá para nada!

Já pensou sobre essa situação?

A reflexão sobre a localização geográfica é de suma importância. A busca por trabalho nos grandes centros urbanos leva a muitas pessoas a migrarem. No entanto, o custo logístico desta mudança, na maioria dos casos, não é compensado pelo incremento salarial. Os melhores cargos e salários estão em quantidade maior nos centros urbanos maiores. Porém, há cluster produtivos interioranos que contam também com bons empregos e uma remuneração compatível (e pelo custo geral, muito maior).

Um bom currículo tem peso com coerência nas experiências e na formação apresentada. Além de demostrar evolução no currículo, demonstra os resultados obtidos. Estes resultados valerão muito mais em uma futura entrevista. Apresentar algo de concreto é muito bom para os avaliadores. A experiência e formação contam, mas precisam de contexto. Um grande profissional em uma região medíocre pode ser um profissional medíocre em uma região próspera e pulsante.

Pelos acessos a educação e a ampla variedade de oportunidades em grandes centros empregatícios fazem com que se pense muito na empregabilidade. Esta empregabilidade é um conjunto de: formação, experiências e resultados. Se conseguir reunir isto tudo, terá boas credenciais para manter-se vivo na corrida pelos bons empregos. Sempre gosto de pensar que os eleitos ainda contam com o relacionamento. Não é QI, é relacionamento mesmo. Contratar quem se conhece, poupa muito trabalho para os recrutadores e para as empresas.

Portanto, relativizando a experiência, ela não é tudo. É a parte da empregabilidade. E dependendo do contesto, não é nada. Aventurar-se em uma nova selva, exige elevada adaptação e preparação para não sucumbir ao subemprego das qualidades ainda não lapidadas que possui.

Mantenha seu cérebro ativo

carreira, RH

Em primeiro realizar tarefas novas nos mantém jovens, modernos e atualizados. Ser curioso e sem preconceitos para novas experiências favorecem a manutenção de um cérebro ativo e vivo. Obviamente, manter valores e conceitos são importantes para uma vida firme e uma base moral para encarar as coisas.

Aprender uma nova língua é um grande passo para aprender cultura e também crescer profissionalmente. Desbravar o novo, ter um objetivo e a motivação por conseguir ver avanço são coisas que engrandecem o ser. Além disso, nos permite conhecer um novo mundo sem sair de casa. Ler, ler livros é muito. Colocar como hábito a disciplina de ler no mínimo 10 páginas por dia é um excelente compromisso para romper a inércia e começar a ler.

Iniciar uma atividade física ou esporte novo nos dão habilidades corporais que além da saúde, trazem e elevam nossa autoconfiança e a valorização do “eu”. Além de atividade física, já pensou em praticar um esporte de luta? Navegação a vela? Algo diferente é muito bom para o corpo e mente.

Realizar estudos de qualificação (pós graduações, cursos de profissionalização, certificações técnicas) além do ganho profissional (de empregabilidade e de remuneração) a valorização por terceiros do seu conhecimento e do trabalho que realiza, proporcionam uma tarimba de êxito.

O livro Mantenha o seu cérebro vivo possui exercícios que auxiliam a desenvolver a capacidade de raciocínio. Utilizar a mão contrária para tarefas rotineiras, aprender novas atividades, entre outras coisas, elevam sua capacidade mental. Muitas vezes, pequenas tarefas feitas de modo diferente criam um enorme impacto na parte sedentária e automática do seu cérebro.

Jogar xadrez é algo que me fascina. Já fui melhor, atualmente, por não praticar, estou muito mal. Comprei livros e será minha próxima meta (concomitante ao estudo de inglês) de aprendizado.

Portanto, que atividades tem se permitido realizar para desenvolver seu cérebro? Conte abaixo, nos comentários, as atividades que desenvolve ou que planeja desenvolver. E boa jornada no seu desenvolvimento.