Estamos em guerra, mas não estamos lutando

Pessoal, Política, Sociedade

Em primeiro lugar não vivemos uma sociedade que não está preparada para enfrentar dificuldade, tão pouco preparada para momentos de austeridade econômica. As pessoas não têm a mania e não tem o hábito e tão pouco a inteligência para guardar dinheiro. Além disso, as pessoas não têm Inteligência emocional para compreender o isolamento e a falta de comunicação humana. O mundo digital não supre na totalidade a necessidade do convívio social real. De fato, vivemos um momento em que se percebe a importância de ter as pessoas que se gostam ao seu redor. O encapsulamento é algo previsto há algum tempo. Porém, é um estágio anterior ao isolamento. E este, está fazendo mal.

O ambiente de trabalho que não é salutar, que não se preocupa com a higiene básica e não se preocupa com a saúde mental está fadado a ficar sem os melhores profissionais. Maslow nunca esteve tão correto em suas afirmações.

Na guerra os melhores soldados não estão no front, eles estão atrás da primeira linha. As empresas que optam por deixarem os melhores funcionários no pior momento sangram a qualidade e a oportunidade de ter as melhores competências nos melhores locais. Empresas obsoletas ainda adotam a ignorante política de se livrar dos medianos promovendo-os. Ninguém quer perder os melhores trabalhadores, aqueles que mais geram resultados. O contraponto é que nem sempre o melhor vendedor é o melhor gerente. Mas, isto é tema para outro post.

 Enquanto isso as pessoas que estão debilitados seguem seu Home Office as pessoas que têm sem emprego e o seu soldo garantindo seguem com as hoje a do fica em casa. 

Nunca houve tanta “falação” ou tanto problema criado por uma doença que é contagiosa, mas não morre quem respira o ar no campo aberto, ou seja, não vai ser respirando o ar puro que vamos morrer. Único segmento que acredito ser passível de penalização é o de eventos e algo que há aglomerações. Isso inclui os eventos religiosos isso deveria ser proibido. Porém, o comércio deveria funcionar e o transporte público com medidas altamente pensadas para evitar aglomerar empurra-empurra e principalmente que as pessoas não toquem nas partes comuns ou evitem tocar e se tocarem. E que haja uma equipe de desinfecção a cada 30 minutos no transporte coletivo e em pontos estratégicos. Atitudes como essa entre outras poderiam nos ter feito deixar o comércio aberto as pessoas circulando gastando consumindo porque o brasileiro não sabe poupar e essa poupança não surtirá efeito pós pandemia.

Uma vez que muitos ainda persistem com compras desenfreadas de itens e equipamentos que não agregam valor ao acumular por acumular.

A reflexão que fica aqui é que nós deveríamos não ter medo dessa gripe e que não deveríamos ter parado tão cedo em março de 2020.

O covid chegou com muita força e em locais pontuais. Os hospitais de campanha montados e desmontados sem ou com pouco uso. Quanto dinheiro jogado fora!

O comércio e a vida deveriam seguir normal com alto cuidado e sempre muita higiene, sem aglomerar, sem eventos, e com aula. Sim, aula. Muitas escolas têm muitos espaços ociosos e poderiam sim seguir com maior distanciamento.

A conta financeira do covid virá no futuro e será muito pesada. Tomamos decisões erradas no passado, e deixamos pessoas que não deveriam tomar decisões tomaram decisões.

Nós iremos pagar o preço disso tudo na próxima geração. O alto endividamento público e as pessoas estão paranoicas terão um impacto péssimo na sociedade. E os “Geração 2000” sem vontade de trabalhar. 

Vida importam. Mas, estamos em guerra. E a conta é onde irá morrer menos no menor custo.

Contato é tudo, relacionamento é o sucesso

carreira, RH

Em primeiro lugar conhecer pessoas é importante. Qualquer pessoa. Antes de tudo é importante ter educação e pro atividade para iniciar conversas. Iniciar conversas muitas vezes com pessoas aleatórias trás consigo uma carga emocional e de conhecimento muito grande. Isto não precisa ser feito com indiferença ou ser feito a força. Sapiência e paciência é imprescindível na construção de diálogos aleatórios.

Estes diálogos devem buscar profundidade, buscar conhecer, buscar criar vínculos. Se exercitar a criação de vínculos por meio de diálogos com toda e qualquer pessoa poderá ser um exercício para perder a vergonha e poder iniciar um contato com alguém vinculado ao seu trabalho. Pode ser um chefe, um cliente, um colega, um subordinado ou qualquer outro stakeholder.

Quando sempre iniciar bons contatos e ser conhecido, o próximo passo é ser reconhecido. Ser reconhecimento é construir e manter relacionamentos. Relacionamento de trabalho ou pessoais são fundamentais para facilitar acessos e construir uma marca pessoal forte. Esta marca pode auxiliar em promoções e bons negócios. Ter relacionamento é muito mais do que e-mails e números de telefone. Relacionamentos e a pessoa conhecer a tua essência. Conhecer os pensamentos, anseios e necessidades.

Esta construção de um relacionamento leva tempo e custa dinheiro. Muitas vezes custa outros relacionamentos que devem ser eliminados se não agregam nada. Esta regeneração é importante para mantermos a mente equilibrada e em evolução. Se não crescermos como pessoa com uma pessoa não é motivo de estar perto desta pessoa. Me digas com quem andas, que te direi quem és. Esta máxima não é em vão. Observe-a e aplique-a.

E, não fique amargurado se observar outras pessoas avançando. As vezes, ter a resiliência, empatia e força para mudar auxiliam na construção de relacionamentos. Ficar de complô não ajuda! Não confunda as coisas. Até porque algumas pessoas podem usar isto de modo errado.

Portanto, pense sempre em construir laços de relacionamento para ser conhecimento e reconhecido por algo. Ser reconhecimento por ser alguém com destaque em alguma coisa. Este assunto já foi pauta aqui no blog, mas é sempre importante martelar esta pauta para que o conceito seja propagado e fixado.

Dividir para conquistar

Geral, Política, Sociedade

Em primeiro lugar esta é uma estratégia antiga da arte da guerra. E atualmente a nossa sociedade encontra-se numa situação em que há uma parcela importante e barulhenta da sociedade que prega que menos favorecidos precisam de protetores. Muitas vezes, não há divisão. Mas, cria-se um conceito de divisão para poder surgir protetores. A questão, é que esta vassalagem, custa caro possuir estes protetores. Aos primeiros olhares, parece loucura pensar nisto, porém, ao analisar bem, esta estratégia está cada vez mais evidente.

Liberdade, Igualdade e Fraternidade não se constrói dividindo. Claro que a liberdade dá o direito á desigualdade, porém, isto dá oportunidade de ascensão e mobilidade social. Antes de tudo, precisamos oportunizar. Criar um sistema que favoreça a liberdade, o respeito e a possibilidade de mobilidade. As falsas ajudar muitas vezes não querem que a minoria ascenda, mas sim, que aceite sua situação e lute por mudar sem sair do lugar.

Na vida empresarial, em partes, é assim que funciona. Os melhores ascendem em condições de liberdade e de oportunidades. As empresas que não agem assim, estão fadadas a serem chefiadas por incompetentes. Incompetentes tendem a liquidar companhias.

Pessoas incompetentes têm liquidado nossa sociedade. Dividindo-a. Aumentando impostos que afetam os mais pobres e pequenos empreendedores. E neste momento a geração que não trabalha e não estuda está chegando a uma idade que trabalhar e pegar no pesado será uma tarefa difícil. Sem honra, sem glória, sem suor. O caos está só começando. Precisamos de pessoas dispostas a arriscar, a superar limites, a trabalhar!

No entanto, quando mais vitimizados somos, mais esperançosos de que alguém vai nos dar algo aumenta. Se não se ganha nada, gera-se decepção e a frustação, e estas são os piores combustíveis para uma revolta. Portanto, acredito que para superar discriminações, precisamos ter coragem para reduzir os crimes que possam advir com penas claras e aplicáveis. E ter coragem para não discriminar nada.

A experiência é relativa

carreira, Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar ter uma experiência boa em uma cidade e região pode não ser nada em outro ambiente. Em um local de maior competição, melhores salários e melhores cargos, a tua experiência na mesma área em uma região menos competitiva não servirá para nada!

Já pensou sobre essa situação?

A reflexão sobre a localização geográfica é de suma importância. A busca por trabalho nos grandes centros urbanos leva a muitas pessoas a migrarem. No entanto, o custo logístico desta mudança, na maioria dos casos, não é compensado pelo incremento salarial. Os melhores cargos e salários estão em quantidade maior nos centros urbanos maiores. Porém, há cluster produtivos interioranos que contam também com bons empregos e uma remuneração compatível (e pelo custo geral, muito maior).

Um bom currículo tem peso com coerência nas experiências e na formação apresentada. Além de demostrar evolução no currículo, demonstra os resultados obtidos. Estes resultados valerão muito mais em uma futura entrevista. Apresentar algo de concreto é muito bom para os avaliadores. A experiência e formação contam, mas precisam de contexto. Um grande profissional em uma região medíocre pode ser um profissional medíocre em uma região próspera e pulsante.

Pelos acessos a educação e a ampla variedade de oportunidades em grandes centros empregatícios fazem com que se pense muito na empregabilidade. Esta empregabilidade é um conjunto de: formação, experiências e resultados. Se conseguir reunir isto tudo, terá boas credenciais para manter-se vivo na corrida pelos bons empregos. Sempre gosto de pensar que os eleitos ainda contam com o relacionamento. Não é QI, é relacionamento mesmo. Contratar quem se conhece, poupa muito trabalho para os recrutadores e para as empresas.

Portanto, relativizando a experiência, ela não é tudo. É a parte da empregabilidade. E dependendo do contesto, não é nada. Aventurar-se em uma nova selva, exige elevada adaptação e preparação para não sucumbir ao subemprego das qualidades ainda não lapidadas que possui.

Mantenha seu cérebro ativo

carreira, RH

Em primeiro realizar tarefas novas nos mantém jovens, modernos e atualizados. Ser curioso e sem preconceitos para novas experiências favorecem a manutenção de um cérebro ativo e vivo. Obviamente, manter valores e conceitos são importantes para uma vida firme e uma base moral para encarar as coisas.

Aprender uma nova língua é um grande passo para aprender cultura e também crescer profissionalmente. Desbravar o novo, ter um objetivo e a motivação por conseguir ver avanço são coisas que engrandecem o ser. Além disso, nos permite conhecer um novo mundo sem sair de casa. Ler, ler livros é muito. Colocar como hábito a disciplina de ler no mínimo 10 páginas por dia é um excelente compromisso para romper a inércia e começar a ler.

Iniciar uma atividade física ou esporte novo nos dão habilidades corporais que além da saúde, trazem e elevam nossa autoconfiança e a valorização do “eu”. Além de atividade física, já pensou em praticar um esporte de luta? Navegação a vela? Algo diferente é muito bom para o corpo e mente.

Realizar estudos de qualificação (pós graduações, cursos de profissionalização, certificações técnicas) além do ganho profissional (de empregabilidade e de remuneração) a valorização por terceiros do seu conhecimento e do trabalho que realiza, proporcionam uma tarimba de êxito.

O livro Mantenha o seu cérebro vivo possui exercícios que auxiliam a desenvolver a capacidade de raciocínio. Utilizar a mão contrária para tarefas rotineiras, aprender novas atividades, entre outras coisas, elevam sua capacidade mental. Muitas vezes, pequenas tarefas feitas de modo diferente criam um enorme impacto na parte sedentária e automática do seu cérebro.

Jogar xadrez é algo que me fascina. Já fui melhor, atualmente, por não praticar, estou muito mal. Comprei livros e será minha próxima meta (concomitante ao estudo de inglês) de aprendizado.

Portanto, que atividades tem se permitido realizar para desenvolver seu cérebro? Conte abaixo, nos comentários, as atividades que desenvolve ou que planeja desenvolver. E boa jornada no seu desenvolvimento.

A piada do Arroz

Desenvolvimento Regional, Política, Sociedade
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Em primeiro lugar acredito mais no livre mercado do que no controle estatal. E, estado mínimo, na minha visão, é menos folha de pagamento, e não necessariamente menos estatais. Muitas vezes, as estatais são peças importantes para o governo ditar o ritmo que deseja na economia. Monopólio não é o caminho. Empresas fortes sim.

Ultimamente a cadeia produtiva do arroz tem sido massacrada pela mídia e por parte de políticos populistas que falam o que o é lindo de escutar. O Rio Grande do Sul produz cerca de 70% do arroz brasileiro. São 970 mil ha de área cultivada e cerca de 7 mil produtores (metade do que era há 20 anos atrás). A produtividade aumentou e compensou a grande perda de área plantada. Trocada pelo soja, a cultura do arroz foi perdendo espaço no interesse do produtor gaúcho em arriscar e sofrer com um produto essencial e de baixos ganhos. Minha família é produtora de arroz antes do Brasil voltar a ser democracia. A virada do milênio só trouxe problemas e os prejuízos acumulados superam os poucos anos de lucro (se é que de fato houve).

Nesta virada de milênio a política era de manter o produto barato para não elevar a inflação e manter a cesta básica barata. O produto mais consumido no Brasil, base da nossa alimentação, um dos mais baratos de comprar, foi sempre pressionado a ficar estacionado a patamares que não acompanhavam o custo de produção. Orizícolas entulhados de dívidas, aos poucos foram deixando o negócio. Inevitável, a oferta se adequando a demanda e a manipulação estatal. Em um momento de crise sanitária comer é essencial, porém, produzir leva tempo, meses, e só teremos arroz novo em 2021. Importar não resolve, os outros países produtores também irão reter produto para manter a segurança nacional em ordem.

A estimativa do IRGA (Instituto Rio-grandense do Arroz) é que com os preços elevados a área plantada do arroz cresça 3,5% para o próximo ano. Finalmente os produtores obtiveram um ano de lucro. A demanda e as boas oportunidades de negócio elevaram o preço a patamares nunca antes visto. As exportações não comprometem o abastecimento nacional. O governo, sabiamente disse que não irá interferir na lei de mercado, mas, solicitou explicações para compreender o fenômeno e buscar alternativas para evitar uma disparada da inflação. Até ai, tudo bem. Zerou alíquotas de importação neste momento, acredito não ter efeito algum, mas é uma sinalização de atenção a segurança nacional e preocupação com o mercado.

O Brasileiro come uma média entre 34 a 42 quilogramas de arroz por ano. Ao custo atual de R$ 4,40/kg, o custo anual é de R$ 184,00 e um custo diário de R$ 0,51 (15,30/mês). Isto representa hoje 0,4% do salário mínimo nacional.

Em novembro de 2000, o preço do kg do arroz era vendido ao consumidor a R$ 1,52/kg, e representava 1% do salário mínimo. Se corrigirmos pelo IGP-M, pela calculadora do Banco Central do Brasil, o preço hoje deveria estar em 6,52/kg. Haja vista que os custos dos bens industriais muito provavelmente foram corrigidos neste período. O preço antes deste pico histórico era de 1,80/kg (no final de 2019). Ou seja, 62% mais barato, 62% de desconto para manter a própria inflação baixa. E nestes 20 anos que se passaram não houveram momentos de glória, sempre foram anos de marasmo (quiçá de elevação da esperança).

Portanto, frente a todos os auxílios que o governo tem derramado na economia, deixar o arroz surfar o seu momento deve ser natural. Afinal, o próprio governo no passado afugentou os produtores com políticas massacrantes de controle de preços, de limitação de exportações e altas cotas de importação. E, para quem dizia que a economia não importava… ai está o preço.

Sujar a carteira: crise a frente

Pessoal, Sociedade

Em primeiro lugar acredito que não controlar os custos e despesas passará de mal a pior nesta reta final de 2020. Buscar ampliar negócios para auferir receitas não será fácil.

Percebo que pela inanição das pessoas, o medo está incrustado na rotina da população. E este medo paralisante está definhando as relações pessoais e a economia. Contato com humanos é essencial. É químico. É natural.

Assim, neste momento de demissões em massa, compulsórias e oportunistas, nada melhor do que aprender com este momento e tirar proveito. Vários cursos online (de formação básica, média, técnica e superior) estão com promoções e condições de pagamento muito favoráveis. Inclusive cursos de línguas estrangeiras!

Prevendo que após os recursos do governo cessarem ou diminuírem a ponto de não sustentar o pequeno comércio, o desemprego e a crise econômica pode acentuar. É previsível que com um governo gastando demais, superando todos os limites da normalidade e buscando arrecadar mais para gastar ainda mais a conta futura deste rombo será ainda mais salgada. E isto, se não bem administrado, pode desencadear uma série de outros problemas econômicos. E no médio prazo poderemos ter o efeito chicote da crise atual.

A rotatividade nos próximos meses será intensa nos RH´s. É necessário ter paciência e cabeça no lugar para seguir em frente. Haverá sempre lugar para as pessoas preparadas e capacitadas. Aproveite este momento para estudar e se qualificar. Desenvolver a mente é importante, orar e meditar torna-se essencial.

Possuir diversas marcações na carteira neste momento não será difícil de explicar, porém, manter um trabalho, não rodar neste momento será um grande diferencial.