O poder da regra

RH

Em primeiro lugar o post poderá desagradar. O poder da regra terá um entendimento diferente, confira.

Vou apresentar dois conceitos básicos norteadores do pensamento aqui proposto.

Segundo o Michaelis:

Regra: O que regula, disciplina ou rege; norma, preceito, rédea. Preceito que determina uma norma de conduta e de pensamento.

Segundo artigo do site Movidesk:

O Customer Centric (centrado no cliente) é uma filosofia de negócio em que as ações estratégicas são desenvolvidas tendo o consumidor como foco. Dessa forma, a empresa constrói seus processos pensando em sempre otimizar a experiência do cliente. Essas organizações respeitam os consumidores e os valorizam, porque entendem quão importantes eles são para o negócio. (Para saber mais clique aqui).

Agora vamos a duas perguntas:

  1. Regra é regra. Certo? Correto.
  2. Sem clientes não existe faturamento. Certo? Depende da arrogância como foi respondida à pergunta anterior.

Em empresas calcadas na mediocridade em acreditar que sua posição superior é um status quo inabalável a segunda pergunta vem acompanhada de um riso de deboche do gestor/funcionário superior/simples funcionário que pensam na obviedade da resposta. Funcionários mais astutos irão responder com depende, nem sempre, na maior parte das vezes…

As regras são para serem cumpridas. No entanto, o que deve ser seguido é o compromisso de entrega de valor ao cliente. Muitas vezes, em grandes companhias verticalizadas e sem cultura de confiança, de entrega, de objetividade e de resolutividade, o cliente é visto como um estorvo. E, muitas vezes, o cliente é penalizado por problemas sem solução, ou com morosidade de solução pelo simples fato de uma regra não fazer menor sentido se o cliente é a parte mais importante da empresa.

Vamos ao seguinte caso:

A regra vai facilitar a vida de todos, agregando valor ao cliente a imagem da instituição? Não.
É possível criar um atalho de solução? Sim.
É errado? É.
Alguém será prejudicado com o desvio da regra? Não.
Então faça.

Porém, fazer algo errado pode ter uma dura penalização. O motivo principal: a regra salvaguarda os medíocres de sua inoperância. Ou seja, não fiz, não faço e não me arrisco, pois, a regra não deixa. Mais fácil agir assim, não é?

O desafiante que quer resolver o problema (preocupado na solução e não na causa) está disposto a calcular e correr riscos para resolver, mas que a regra o impeça de tal solução.

Parece óbvio tudo isto, porém, na vida real não é. E cada vez mais as grandes empresas perdem bons profissionais pois apostam em sistemas cada vez mais rígidos, complexos e repletos de manuais e reuniões de alinhamento sem fim.

Quando os clientes não percebem mais valor no negócio e os funcionários geradores de lucro não se esforçam mais, a história já nos deu vários exemplos de como será o final.

O poder da perda

carreira, RH

Em primeiro lugar o poder da perda é algo que uma geração nascida após os anos 2000 e 2010 talvez não tenha tão presente. É uma geração que nasceu vitoriosa. Pentacampeã.

Uma geração que viu seus pais estabilizados e construindo certo patrimônio e adquirindo bens de consumo. Uma geração que consegui ter fácil acesso a crédito (via fintechs) e conseguiu adquirir em menos tempo coisas que seus pais levaram anos, décadas, para conseguir.

Muitas pessoas de sucesso são taxas de arrogantes ou prepotentes, no entanto, observo um comportamento padrão em pessoas de sucesso que cresceram de baixo. Diferente daquelas que arrancaram de um nível de sucesso herdado de novo ou de patrimônio do seu patriarca. No entanto, aqueles que compreende a máxima de: Vô rico, pai nobre e filho pobre, age diferente não deixa isto ocorrer.

E para evitar o fracasso de uma sucessão a percepção que tenho é que os patriarcas embutem na cabeça dos novatos que as coisas não são fáceis e que merecem ser conquistadas. E isto vale para tudo. Vale para bens, vale para relações, vale para sentimentos e tudo o que possa ser conquistado com suor e perdido sem mais nem menos.

Conquistar com o próprio suor o seu espaço é o maior ensinamento que pode ser transmitido. O espaço é a confiança de poder realizar suas conquistas com a glória de ter valido a pena o esforço compreendido. De compreender com sua sabedoria, competência e habilidades logrou êxito nos objetivos propostos.

Portanto, saber perder, saber ouvir o silêncio, saber o gosto do desprezo, saber compreender a exclusão e o descarte são fundamentais para o crescimento pessoal. A maturidade que muitos atestam vir com a idade ou a vivência pode ser menos dolorosa se aprendida pela observação. A transmissão de uma geração para a outra pode dar um ganho exponencial e a multiplicação de patrimônio. Infelizmente, quem não sabe conviver com a perda, dificilmente será satisfeito com o gosto da vitória. Pois, este gosto nunca foi devidamente produzido.

Rentabilize o conhecimento

Empreendedorismo, RH

Em primeiro lugar o empreendedorismo proporciona ganhos em escala que poucos trabalhos CLT proporcionam. Empreender é sempre por necessidade. Uma necessidade interna ou externa. Uma necessidade interna de anseios por liberdade, por reconhecimento, por provação de capacidade, por ganhos financeiros, etc. As necessidades externas são as mais diversas, e a pandemia empurrou diversas pessoas a conduzirem o próprio negócio.

As empresas não conseguem remunerar e recompensar seus empregados exponencialmente. Isto seria difícil, afinal, é a essência do lucro. Porém, uma parte disto poderia ser usada para gerar mais lucro se houve retorno pelo ganho exponencial a quem realiza um trabalho que proporciona ganhos exponenciais. Assim, em condições de igualdade, os empregados irão produzir no limite da recompensa máxima que poderá auferir.

Esforço extra, atenção redobrada, qualificação de atendimento, sabedoria na execução de tarefas e a busca por conhecimento novo geralmente não são devidamente recompensadas. Empresas arcaicas podem inclusive exigir esforços para que o funcionário busque cada vez mais conhecimento e atualização para “desempenhar suas tarefas”. E isto é uma verdade, porém, quanto de fato isto causa impacto na alteração do trabalho? É a essência do ganho exponencial.

Buscar rentabilizar por tudo o que sabe, o que lê, o que viveu, o que estudou e estuda é dilema interessante. E este tema desencadeará ainda muitos posts para o blog. Afinal, buscar ganhar mais é um anseio presente na maior parte dos profissionais que desejam ascender profissionalmente.

Portanto, o ponto de equilíbrio entre a felicidade do trabalho e o ganho financeiro está em buscar rentabilidade exponencial no conhecimento. Ou seja, o teu saber e saber fazer será recompensado quanto mais produzir, quanto mais se esforçar. E buscar um emprego que contemple isto está cada vez mais raro e difícil. Empreender é a grande saída para este impasse.

Já pensou em empreender? O que te falta para empreender?

As empresas que produzem medíocres

Administração

Em primeiro lugar empresas medíocres buscam produzir funcionários medíocres. Esta máxima nunca foi tão verdadeira neste momento de extremas incertezas.

Em geral, toda empresa tem o funcionário que resolve problemas. A pessoa que domina o processo, os sistemas e o negócio como um todo. É a pessoa que é recorrida a todo instante para sanar dúvidas de tudo. É a pessoa que quando há algum cliente com problemas ele é acionado. Resolver problemas é uma tarefa importante, reter um cliente é mais barato do que buscar um novo. Muitos chefes buscam encontrar quem gerou o problema e esquecem de focar energia em resolver o problema.

Atender bem um cliente com problemas e reclamando é essencial também para a imagem da empresa. Atender bem e resolver leva tempo, gera desgaste emocional e prejudica o andamento da marcha de trabalho de várias pessoas que se envolvem na solução. O funcionário solucionador de problemas muitas vezes engaja-se em uma tarefa que não lhe trará nenhum resultado específico. E, muitas vezes, não será reconhecido por este trabalho e ainda será cobrado no cumprimento dos seus deveres tradicionais e costumeiros.

Além do funcionário solucionador de problemas, há nas empresas os empregados que buscam fazer a diferença. Aqueles que criam verdadeiros laços de relacionamentos com os clientes e concentram esforços em realizar grandes negócios. Mas não pense em volume, pense em grandes negócios lucrativos e representativos. Uma venda que gera satisfação e recompra é uma venda saudável. Para realizar um negocio assim, depois de criar laço com o cliente, compreender suas necessidades e objetivos, encaixar um produto ou serviço adequado leva tempo. Exige esforço, exige dedicação e atenção para que todos os detalhes se concretizem conforme projetado.

Pegar um “peixe grande” exige muito mais sapiência. Muitas vezes, a empresa e o chefe não querem esperar por resultados assim. Preferem pressionar para espremer o funcionário a produzir o que está proposto no prazo almejado pela empresa. E na maioria das vezes, o momento e o mercado não estão adquirindo o quer ser vendido. A prepotência e arrogância são os primeiros sinais de que a empresa está em descompasso com o mercado.

E, percebendo a arrogância e falta de reconhecimento, os funcionários que buscam fazem a diferença e os solucionadores de problemas, começam a migrar sua marcha de trabalho para a mediocridade.

Solucionadores de problemas: Quando aparece um problema dizem que não sabem, fingem nem perceber o que está acontecendo, se não está envolvido diretamente, não faz questão de ajudar, ou simplesmente desaparecem na hora do caos. Evitam a fadiga emocional de um desgaste desnecessário.

Empregados que fazem a diferença: Desmotivam-se com a urgência de resultados inconsistentes. E, buscam realizar negócios medíocres, mas de acordo a regra do jogo. Muitas vezes, quem cumpre a meta é bonificado e reconhecido, muitas vezes, realizando negócios ruins.

Portanto, empresas medíocres, que querem números urgentes e valorizam o novo e não o atual cliente levam os funcionários a não darem o seu melhor, a não se envolveram em negócios importantes ou na satisfação dos seus clientes. Quando, realizar uma venda de uma ideia/negócio internamente for mais difícil (e muitas vezes vexatória) que vender algo ao cliente: a mediocridade tomou conta. E onde tu trabalha, como é?

Tchau, Porto Alegre!

carreira, Pessoal

De Praça para Praça (da Alfândega para a Saldanha Marinho). Para a alegria dos concorrentes e tristeza de alguns clientes me despeço de Porto Alegre. A Capital do Gaúchos serviu de morada por mais de 28 meses e neste período desempenhei minhas atividades na maior agência bancária da América Latina. No segmento Afinidade do Banrisul da Agência Central, o desafio de migrar para a “selva grande de pedra” somou-se ao desafio de desbravar as peculiaridades do Alta Renda. A envergadura do cargo exigiu (e exige) muito estudo, dedicação e esforço.

O verdadeiro soldado é forjado no fogo. Na vida, assim como na guerra, muitas vezes não escolhemos companheiros de trincheira, mas os competentes lutam pelas mesmas missões em qualquer batalha. Este foi o espírito que permeou a Praça da Alfândega.

Viver na Capital foi instigante, desafiador e cômico. Passagens vividas, relembradas, são ainda mais engraçadas recontadas hoje. Momentos de reflexão e raiva se entrelaçavam criando uma casca forte. Poderia aqui descrever várias cenas, mas, vou deixar para rirmos e aprendermos juntos em outros momentos.

No meu blog lançarei as histórias do atentado a faca, do Serginho Moá no Apartamento, do cego numa noite gelada, do açougueiro da rua do arvoredo, quizilas do trabalho, jantares dos Deuses, cabeçada custosa no peruano, entre outras.

A experiência de trabalhar com atletas profissionais do Sport Club Internacional foi com certeza a mais marcante e enriquecedora. Neste período, além de bons negócios, muitas memórias foram criadas.

Além disso, realizar crédito rural em um prédio encravado no centro da cidade foi uma experiência profissional recompensadora. Agora, migramos para o interior novamente, e mais uma vez, na linguagem nativa, a “Agência Central”, mas a de Santa Maria (Agência Santa Maria Afinidade).

Em Porto Alegre foi possível compreender melhor a ideia da simplicidade, superar os limites e aguentar forte a solidão. Agora, de volta a Região Central, é uma nova reconstrução de aprendizados.

Citar nomes trará esquecimentos, mas sou grato a cidade, as pessoas e aos negócios realizados que me tornaram grande.

Estamos em guerra, mas não estamos lutando

Pessoal, Política, Sociedade

Em primeiro lugar não vivemos uma sociedade que não está preparada para enfrentar dificuldade, tão pouco preparada para momentos de austeridade econômica. As pessoas não têm a mania e não tem o hábito e tão pouco a inteligência para guardar dinheiro. Além disso, as pessoas não têm Inteligência emocional para compreender o isolamento e a falta de comunicação humana. O mundo digital não supre na totalidade a necessidade do convívio social real. De fato, vivemos um momento em que se percebe a importância de ter as pessoas que se gostam ao seu redor. O encapsulamento é algo previsto há algum tempo. Porém, é um estágio anterior ao isolamento. E este, está fazendo mal.

O ambiente de trabalho que não é salutar, que não se preocupa com a higiene básica e não se preocupa com a saúde mental está fadado a ficar sem os melhores profissionais. Maslow nunca esteve tão correto em suas afirmações.

Na guerra os melhores soldados não estão no front, eles estão atrás da primeira linha. As empresas que optam por deixarem os melhores funcionários no pior momento sangram a qualidade e a oportunidade de ter as melhores competências nos melhores locais. Empresas obsoletas ainda adotam a ignorante política de se livrar dos medianos promovendo-os. Ninguém quer perder os melhores trabalhadores, aqueles que mais geram resultados. O contraponto é que nem sempre o melhor vendedor é o melhor gerente. Mas, isto é tema para outro post.

 Enquanto isso as pessoas que estão debilitados seguem seu Home Office as pessoas que têm sem emprego e o seu soldo garantindo seguem com as hoje a do fica em casa. 

Nunca houve tanta “falação” ou tanto problema criado por uma doença que é contagiosa, mas não morre quem respira o ar no campo aberto, ou seja, não vai ser respirando o ar puro que vamos morrer. Único segmento que acredito ser passível de penalização é o de eventos e algo que há aglomerações. Isso inclui os eventos religiosos isso deveria ser proibido. Porém, o comércio deveria funcionar e o transporte público com medidas altamente pensadas para evitar aglomerar empurra-empurra e principalmente que as pessoas não toquem nas partes comuns ou evitem tocar e se tocarem. E que haja uma equipe de desinfecção a cada 30 minutos no transporte coletivo e em pontos estratégicos. Atitudes como essa entre outras poderiam nos ter feito deixar o comércio aberto as pessoas circulando gastando consumindo porque o brasileiro não sabe poupar e essa poupança não surtirá efeito pós pandemia.

Uma vez que muitos ainda persistem com compras desenfreadas de itens e equipamentos que não agregam valor ao acumular por acumular.

A reflexão que fica aqui é que nós deveríamos não ter medo dessa gripe e que não deveríamos ter parado tão cedo em março de 2020.

O covid chegou com muita força e em locais pontuais. Os hospitais de campanha montados e desmontados sem ou com pouco uso. Quanto dinheiro jogado fora!

O comércio e a vida deveriam seguir normal com alto cuidado e sempre muita higiene, sem aglomerar, sem eventos, e com aula. Sim, aula. Muitas escolas têm muitos espaços ociosos e poderiam sim seguir com maior distanciamento.

A conta financeira do covid virá no futuro e será muito pesada. Tomamos decisões erradas no passado, e deixamos pessoas que não deveriam tomar decisões tomaram decisões.

Nós iremos pagar o preço disso tudo na próxima geração. O alto endividamento público e as pessoas estão paranoicas terão um impacto péssimo na sociedade. E os “Geração 2000” sem vontade de trabalhar. 

Vida importam. Mas, estamos em guerra. E a conta é onde irá morrer menos no menor custo.

Contato é tudo, relacionamento é o sucesso

carreira, RH

Em primeiro lugar conhecer pessoas é importante. Qualquer pessoa. Antes de tudo é importante ter educação e pro atividade para iniciar conversas. Iniciar conversas muitas vezes com pessoas aleatórias trás consigo uma carga emocional e de conhecimento muito grande. Isto não precisa ser feito com indiferença ou ser feito a força. Sapiência e paciência é imprescindível na construção de diálogos aleatórios.

Estes diálogos devem buscar profundidade, buscar conhecer, buscar criar vínculos. Se exercitar a criação de vínculos por meio de diálogos com toda e qualquer pessoa poderá ser um exercício para perder a vergonha e poder iniciar um contato com alguém vinculado ao seu trabalho. Pode ser um chefe, um cliente, um colega, um subordinado ou qualquer outro stakeholder.

Quando sempre iniciar bons contatos e ser conhecido, o próximo passo é ser reconhecido. Ser reconhecimento é construir e manter relacionamentos. Relacionamento de trabalho ou pessoais são fundamentais para facilitar acessos e construir uma marca pessoal forte. Esta marca pode auxiliar em promoções e bons negócios. Ter relacionamento é muito mais do que e-mails e números de telefone. Relacionamentos e a pessoa conhecer a tua essência. Conhecer os pensamentos, anseios e necessidades.

Esta construção de um relacionamento leva tempo e custa dinheiro. Muitas vezes custa outros relacionamentos que devem ser eliminados se não agregam nada. Esta regeneração é importante para mantermos a mente equilibrada e em evolução. Se não crescermos como pessoa com uma pessoa não é motivo de estar perto desta pessoa. Me digas com quem andas, que te direi quem és. Esta máxima não é em vão. Observe-a e aplique-a.

E, não fique amargurado se observar outras pessoas avançando. As vezes, ter a resiliência, empatia e força para mudar auxiliam na construção de relacionamentos. Ficar de complô não ajuda! Não confunda as coisas. Até porque algumas pessoas podem usar isto de modo errado.

Portanto, pense sempre em construir laços de relacionamento para ser conhecimento e reconhecido por algo. Ser reconhecimento por ser alguém com destaque em alguma coisa. Este assunto já foi pauta aqui no blog, mas é sempre importante martelar esta pauta para que o conceito seja propagado e fixado.